Visitas ao Blog do GAIA

terça-feira, 11 de junho de 2013

A água da Terra e da Lua possuem a mesma origem, diz pesquisa





A água da Terra e da Lua podem ter a mesma origem, provenientes de meteoritos antigos.


A afirmação é de um estudo publicado na revista Science. Os resultados da pesquisa indicam que a água da Lua veio do cinturão de asteroides, e descartam a possibilidade do interior do satélite ser seco.

Vital para os seres vivos como conhecemos, a água é encontrada em abundância na Terra, 97% está disponível nos oceanos, enquanto os 3% de água doce é distribuída de várias formas, em rios e lagos, calotas polares, aquíferos e outros reservatórios.

Há 4,5 bilhões de anos, dois enormes objetos colidiram no Sistema Solar e resultaram na formação de dois outros corpos: a Terra e a Lua. Contudo, o intenso calor da colisão evaporou todo o hidrogênio presente na Lua, tornando-o um satélite seco. Porém, recentes pesquisas da Nasa, indicaram a evidência de hidrogênio, o principal “ingrediente” da água, indicando a presença desta molécula tanto na superfície como no interior do satélite.

Para saber a origem da água, os cientistas analisaram os cristais que estão em pedras na superfície da Lua, recolhidas em missões pela Apollo 15 e 17, capazes de registrar a história geológica do lugar.

Dentro dessas pedras, a água fica retida, permitindo que os pesquisadores descubram a proporção de deutério, um isótopo estável de hidrogênio. Em geral, os objetos formados mais perto do Sol têm menos deutério do que corpos que se formaram mais longe. A pesquisa indicou também que os meteoritos conhecidos como condritos carbonáceos, encontrado no cinturão de asteroides, que ficam entre Marte e Júpiter, são os responsáveis pela origem da água da Lua e de nosso planeta.

“Com um bom grau de certeza, sabemos que a água chegou à Lua e a Terra através de meteoritos primitivos agora localizados nas partes externas do cinturão de asteroides", disse o principal autor do estudo Alberto Saal, geoquímico da Universidade de Brown.


Para o geoquímico, Saal, o estudo tem evidência que a Lua nunca esteve seca: “A explicação mais simples para o que encontramos é que já existia água na Terra na época do impacto gigantesco. Um pouco dessa água teria permanecido ao impacto, e é isso que vemos na Lua”, informou o pesquisador. Uma outra teoria que existia para explicar a origem da água na Lua e na Terra é que ela teria vindo de cometas — que também são conhecidos por carregar deutério e hidrogênio. No entanto, a maioria deles é formada em regiões muito distantes, nos extremos do Sistema Solar. "Eu me pergunto se Saal e seus colegas podem excluir que as amostras que contêm água vêm de cometas investigados", disse Paul Hartogh, pesquisador que contrapõe a visão de Saal ao veículo SPACE.com.
A imagem de microscópio eletrônico mostra um cristal lunar da Apollo 17.
 A amostra 74220 trata-se de uma mistura dos minerais olivina e ilmenita.
 Foto: Reprodução / Laboratório de Geofísica do Carnegie Institution of Washington.
Fonte da Informação:  http://www.jornalciencia.com/universo/

domingo, 9 de junho de 2013

Cientistas encontraram vida no ponto mais profundo do planeta



Em 2012, o premiado diretor de cinema James Cameron se aventurou em uma importante e histórica viajem no fundo do Pacífico.


A descida, de quase 11.000 metros, levou Cameron até o ponto mais profundo dos oceanos, e com isso, ele conseguiu realizar dois feitos: ser o primeiro homem a fazer à viagem absolutamente só, e o primeiro a registrar o trajeto com filmagens.

O diretor de Titanic e Avatar não encontrou muita evidência de vida ali, no entanto, se ele tivesse conseguido descer um pouco mais e estivesse munido com um microscópio, ele talvez conseguisse constatar que existe uma elevada e intensa atividade microscópica naquela zona profunda do Oceano Pacífico.

Ronnie Glud da Universidade do Sul da Dinamarca, em Odense, junto com sua equipe, despacharam sensores autônomos e coletores de amostra nos sedimentos do local de mergulho de Cameron, na parte inferior da trincheira do Pacífico Ocidental, conhecido também como Abismo de Challenger.

Apenas 1% da matéria orgânica que é consumida na superfície do mar consegue alcançar níveis tão profundos, onde a pressão é quase 1.100 vezes maior do que a superfície. Isso explicava a impossibilidade de se encontrar resíduos orgânicos ali e até mesmo vida microscópica.

Era o que se previa até então. No entanto, a equipe de Glud comparou as amostras retiradas do Abismo de Challenger com outra planície também profunda, mas não tão profunda quanto o primeiro. Descobriu-se que as bactérias encontradas no Abismo de Challenger, eram cerca de dez vezes mais abundantes que na outra planície coletada. Em cada centímetro cúbico analisado havia aproximadamente 10 bilhões de microrganismos; muitos eram mais ativos que os demais micróbios coletados.

"Há muito mais do que os olhos podem enxergar no fundo do mar", diz Hans Roy, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

No ano passado, ele também estudou certos sedimentos do fundo do mar em uma área, que ao contrário de Abismo de Challenger é de fato quase desprovido de alimentos.

Entretanto, até mesmo neste local praticamente impossível de manter alguma vida, ele encontrou microrganismos. "Com a exceção de temperaturas muito acima da ebulição da água, as bactérias parecem lidar com tudo o que este planeta pode sujeitá-las a viver", diz ele.

Fonte da Informação: http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/

sábado, 8 de junho de 2013

Você sabia? A Terra cheirava a ovo podre há 1,9 bilhão de anos atrás



Pesquisas realizadas em minúsculos fósseis encontrados em rochas ao redor do Lago Superior, na América do Norte, revelaram algo surpreendente.
Segundo os cientistas, o cheiro que a Terra tinha há de 1,9 bilhão de anos era de ovo podre. A pesquisa foi liderada pelo Dr. David Wacey, da Universidade da Austrália Ocidental e da Universidade de Bergen, na Noruega; eles descobriram fósseis preservados em “Gunflintchert”, um grupo de rochas situados em volta do Lago Superior, encontrados no norte de Minnesota e no noroeste de Ontário, EUA. Foram encontrados organismos minúsculos que comiam uns aos outros, influenciando o cheiro do planeta.

Os fósseis microscópicos avaliados variavam de cerca de 3-15 micrômetros de diâmetro, e continham micróbios antigos congelados que se alimentavam de cianobactérias, incluindo a “Gunflintia”, conhecida por ser umas das primeiras produtoras de oxigênio. Na pesquisa, foi identificado que os micróbios antigos preferiam se alimentar da Gunflintia, ao invés da bactériaHuroniospora. Essa alimentação de matéria orgânica é chamada de “heterotrofia”, a mesma realizada por seres humanos onde as bactérias em nossos intestinos quebram matéria orgânica.

Fonte: https://www2.bc.edu/


No caso, dos micróbios estudados pequenas tiras de Glunflitia eram deixados como restos da refeição, formando o ácido sulfídrico, que tem cheiro de “ovo podre”.

Para o professor Martin Brasier: "Enquanto há evidência química sugerindo que este modo de alimentação remonta a 3,5 bilhões de anos (heterotrofia), neste estudo, pela primeira vez, foi possível identificar o que estava acontecendo e quem estava comendo quem”.

Foi identificado lugares, onde muitos dos minúsculos fósseis haviam sido parcial ou totalmente substituídos por sulfeto de ferro, também conhecido como “ouro de tolo” ou “piritas”. As piritas, apesar de parecer ouro, são compostas de sulfeto de ferro, produto residual de bactérias heterotróficas redutoras de sulfato. Este fato é também uma prova sobre os hábitos alimentares precoces dos primeiros seres vivos na Terra.


O pesquisador David Wacey, disse que: análises geoquímicas recentes "demonstraram que as atividades das bactérias que formavam o enxofre podem ser rastreadas até 3,5 bilhões de anos ou mais. Enquanto os fósseis Gunflint confirmam que essas bactérias eram consumidas há 1,9 bilhão de anos”.

Gunflint chert de 1,9 Bilhões de anos de idade: Fósseis nas zonas negras dão a primeira evidência de organismos comendo uns aos outros segundo cientistas da Oxford University e da Universidade da Austrália Ocidental. Fonte: http://news.nationalpost.com/
Fonte da Informção: http://news.nationalpost.com/
http://www.jornalciencia.com/

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que a Lua tem fases?


Se você observar a lua durante o decorrer de um mês, irá verificar que ela muda de forma com o passar dos dias. Ou, parece mudar. As formas que a lua assume enquanto está “mudando” de forma, são as chamadas “fases da lua”.


Na verdade a lua nunca muda. O que muda é apenas a porção da lua que permanece iluminada pela luz do sol e visível para nós. Como a lua possui os movimentos de rotação e translação sincronizados nós sempre vemos a mesma face dela voltada para nós e só quando esta face está iluminada pelo sol é que conseguimos vê-la.

Explicando melhor: as fases da lua ocorrem porque ela não possui luz própria. Nós só a vemos quando ela é iluminada pelo sol e reflete a luz dele. E, como a lua está em órbita da Terra, durante alguns momentos dessa trajetória a face dela que permanece voltada para nós não recebe luz do sol, ficando totalmente no escuro. 

Conforme ela vai progredindo em sua órbita em torno da Terra, pouco a pouco sua face voltada para nós vai recebendo iluminação do sol.
Tradicionalmente usamos quatro denominações para descrever as fases principais da lua: lua nova, quarto minguante, quarto crescente e lua cheia.

Lua nova é a denominação dada para fase da lua quando a sua face visível não recebe luz do sol. Ou seja, a lua encontra-se entre o sol e a terra, portanto, como sua face visível está voltada para nós e de costas para o sol, não podemos vê-la.

Em seguida a esta fase, temos a fase da lua “quarto crescente”, quando a parte visível da lua começa a receber a luz do sol e, para nós, ela fica com uma forma de semicírculo apontando para leste. Esta fase culmina com apenas metade da parte visível da lua recebendo a luz do sol (por isso chama-se “quarto”, porque apenas ¼ da lua está iluminado, metade da metade).



Após o quarto – crescente, temos a fase de lua cheia, quando seu lado visível da terra encontra-se totalmente iluminado pelo sol (a terra está entre o sol e a lua, porém não confunda com a ocorrência de um eclipse lunar. Neste caso de que falamos, a órbita da lua está com certa inclinação que permite que ela receba a luz do sol).

O último estágio, ou fase da lua, é a fase de quarto – minguante. Nesta fase, a parte iluminada da face visível da lua vai diminuindo. Durante este período ela assume novamente o aspecto de um semicírculo até culminar com apenas ¼ da lua iluminado pelo sol novamente, só que desta vez no sentido inverso da fase quarto – crescente.

Este ciclo todo, dura cerca de 29 dias 12 horas 44 minutos e é chamado de período sinódico da lua. Ele difere do tempo em que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra (período sideral) em cerca de 2 dias. Isso por que o período sinódico (das fases) é determinado de acordo com a posição da lua com relação ao sol e o período sideral (translação) é determinado de acordo com a posição da lua em relação às estrelas. Como a terra também se movimenta em torno do sol, toda vez que a lua chega perto de concluir seu ciclo sinódico o sol já sofreu um deslocamento de alguns graus sendo necessários mais alguns dias para que a lua assuma uma posição em relação ao sol que caracterize suas fases.

Fonte da Informação: http://www.infoescola.com/sistema-solar/fases-da-lua/

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Garimpeiro amador encontrou pepita de ouro com 5,5 kg no valor de R$ 400 mil


Garimpeiro amador descobriu algo fantástico em um local improvável.




A descoberta, uma “pepita” gigante de ouro no valor de R$ 400.000 reais, foi encontrada na Austrália no meio do mato.

Usando apenas um detector portátil, o garimpeiro foi surpreendido quando encontrou uma enorme pepita extremamente rara em formato de Y. Ela estava a 60 cm no subsolo.

Com peso total de 5,5 kg, a descoberta causou alvoroço entre os especialistas que dizem que o tamanho é bastante significativo. Quando começou a cavar, o garimpeiro (que não teve seu nome divulgado) pensou que era apenas o “capô de um carro que estava enterrado”.

A empresa Ballarat Mining Exchance Gold Shop divulgou nota afirmando que existem mineradores que trabalham para a empresa há mais de 20 anos e que não se lembram da última vez que uma pepita com peso maior que 2,8 kg foi encontrada na região.

A Ballarat Mining Exchance, que irá comprar a enorme pepita, afirmou que o garimpeiro amador é uma pessoa simples, e que o dinheiro irá ajudá-lo em diversos aspectos de sua vida. “Estamos 162 anos no mercado de ouro e isso é algo inédito”, declarou a empresa.

Encontrar um “pedaço” de ouro com peso superior a 1 kg é algo tão raro que é possível que o garimpeiro ganhe um prêmio pela incrível descoberta.

A empresa acredita que dezenas de garimpeiros irão se mudar para a região na esperança de ter a mesma sorte do garimpeiro anônimo.

Fonte da Informação: http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/