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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Mercúrio tem o campo magnético mais antigo do Sistema Solar



O campo magnético que rodeia o planeta Mercúrio é, provavelmente, o mais antigo ainda em atividade em toda a galáxia. Ele surgiu há 3,9 bilhões de anos, cerca de 600 milhões de anos depois da formação do planeta, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science. Mercúrio é o único planeta, além da Terra, a apresentar um campo magnético ativo no Sistema Solar. No entanto, os traços mais antigos do nosso não passam de 3,45 bilhões de anos.

Estudos da última década sugerem que o campo de um planeta é uma proteção necessária contra a radiação solar intensa que pode eliminar a atmosfera, evaporar toda a água e acabar com qualquer chance de vida na superfície. Por isso, ele é um importante indício de vida presente ou passada. Algumas evidências indicam que Marte também foi cercado por magnetismo, mas o campo desapareceu há cerca de 4 bilhões de anos.

"Mercúrio é o planeta com o mais longo campo magnético ao menos no Sistema Solar. Ele teve magnetismo há 3,9 bilhões de anos e possui atualmente. Entretanto, ele pode ter sido 'desligado' e 'religado' em algum momento. A explicação mais simples é que ele esteve presente de alguma forma por esse tempo", afirmou ao site de VEJA a astrônoma canadense Catherine Johnson, professora da Universidade British Columbia, no Canadá, e líder do estudo. "É importante notar, contudo, que mesmo assim não há nenhuma evidência de uma atmosfera tão antiga por lá e as condições de sua superfície provavelmente sempre foram inóspitas para qualquer tipo de vida", completou.

Missão Messenger - As informações vieram da nave Messenger, missão da Nasa que foi encerrada na última semana com a queda da sonda no planeta. Voos muito próximos da superfície, com distâncias de no máximo 15 quilômetros, entre abril do ano passado e desde ano, forneceram os dados que permitiram a análise. Até então, a nave que deixou a Terra em 2004 ficava a uma altitude de 200 a 400 quilômetros de Mercúrio. As novas informações ajudaram os cientistas a descobrir a idade do campo magnético do planeta.

Com os sobrevoos perto da crosta, os pesquisadores coletaram detalhes sobre rochas que registram a força e a direção do magnetismo presente na formação do planeta. Os dados confirmaram que o campo magnético é fraco (cerca de 1% da força do da Terra), está deslocado próximo ao polo Norte (diferente do terrestre, irradiado a partir do centro) e se origina de seu núcleo repleto de ferro em estado líquido.

Magnetismo planetário - Até que os dados da missão Messenger chegassem aos cientistas, um campo magnético em atividade era tido como uma condição exclusiva da Terra no Sistema Solar. O fraco magnetismo de Mercúrio ainda intriga os cientistas. Não se sabe a causa de seu deslocamento para a parte norte do planeta, se ajudou a reter água no solo ou se ele se manteve constante em toda a sua história.

"Para fazer sentido como protetor da vida, não basta um planeta ter campo magnético, ele precisa manter esse campo de maneira estável na superfície por bilhões de anos. As evidências do estudo mostram que, em Mercúrio, o campo provavelmente diminuiu rápido sua força devido ao tamanho do planeta e seu resfriamento rápido, enquanto na Terra ele ainda perdura", explica o astrônomo brasileiro Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da USP. "O desafio lançado por esse artigo é para explicar a origem desse campo em Mercurio tão cedo em sua história, contradizendo muitos dos modelos atuais de evolução planetária. Um dado novo e não esperado que pode reformular a visão que temos do Sistema Solar", concluiu Galante.

Fonte: http://www.acritica.net/

domingo, 7 de setembro de 2014

Sunday (Domingo): Dia do Sol






Crédito da Imagem: ESA/NASA/SOHO

Extreme Ultraviolet Telescope Imaging  (IET) apresenta em detalhe a  enorme alça na porção direita superior da figura, tomada em setembro de 1999. Tais  proeminências são enormes nuvens de plasma relativamente frias densas suspensas na coroa do Sol, quente e  fina. Às vezes, elas podem entrar em erupção, escapando da atmosfera do Sol. Emissão nesta linha espectral mostra a cromosfera superior, a uma temperatura de cerca de 60.000 graus.  As áreas mais quentes aparecem quase branco, enquanto as áreas mais escuras vermelhas indicam temperaturas mais baixas.



Voce pode ler as informações que o GAIA possui em sua página do Observatório do Sistema Solar: http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/observatorio-do-sistema-solar_12.html 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Por que os ventos solares interferem nos meios de comunicação?





As intensidades das tempestades geomagnéticas (Auroras), desde fracas até muito fortes, podem causar diferentes danos elétricos, principalmente nas latitudes altas, onde se concentram seus efeitos. Os ventos solares podem provocar fortes ondas de descarga elétrica nos cabos de transmissão de força, causando: curtos-circuitos, queima de equipamentos, panes em sistemas elétricos e redes de distribuição de energia, prejudicando circuitos integrados, computadores de bordo, satélites, foguetes etc. Os sistemas de comunicação como TV a cabo e aparelhos celulares, que operaram por sinais de satélites, pode sofrer interferências. Nas tempestades geomagnéticas a ionosfera se altera, devido as correntes e as partículas de energia, afetando negativamente as comunicações. Algumas interferências geradas pelas ondas agem como ruído nas frequências e pode ser observada na tela da TV ou nas transmissões de rádio, isso prejudica os sinais utilizados pelo GPS e outros sistemas de navegação, que perdem o sinal e tem sua precisão comprometida.


Fonte: http://3.bp.blogspot.com/_tqnRHCtdwWM/TIUcz4PU_tI/AAAAAAAAAeQ/
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Texto enviado por Bruna Silvério da Silva, aluna de Fisiologia da Terra

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Qual a importância do Sol para o Planeta Terra?



O Sol  é a estrela mais próxima de nós, habitantes do Planeta Terra. A estrela é basicamente uma grande esfera de gás incandescente e praticamente todos os seres vivos que habitam a Terra dependem da luz liberada por ela. É a fonte de energia que mantém os ecossistemas aqui neste planeta. 

Nossa fonte primária de energia é o Sol. Vegetais, algas dentre outros seres vivos realizam  a fotossíntese - que transforma a energia luminosa do sol em glicose (açúcar) e é a fonte de energia utilizada pelas plantas e por outros seres vivos que a consomem. Estes,  posteriormente serão consumidos pelos decompositores. Sendo assim, o Sol é essencial para a cadeia alimentar. 



Cadeia alimentar. Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ecologia/Cadeiaalimentar2.php 

Outro ciclo que necessita do sol para ocorrer é o ciclo da água. Neste, o  Sol  aquece a água e faz com que ela evapore.

Ciclo da água. Fonte: http://www.escolakids.com/o-ciclo-da-agua.htm 



O Sol também é essencial para manter a temperatura da Terra...

Autora: Thamiles MArtins, Aluna de Fisiologia da Terra do Bacharelado em Humanidades da UFVJM

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Como é possível medir a temperatura do Sol?


Você sabia que o Sol tem diferentes temperaturas? Por exemplo, a fotosfera, que é a parte mais fria da nossa estrela central, chega a 4.027 graus Celsius. Achou muito quente? Pois saiba que, em seu interior, o Sol chega a 14.999.727 graus Celsius!



(Ilustração: Ivan Zigg)



É claro que é impossível ir até lá com um termômetro para medir isso – mesmo a parte mais fria da estrela é capaz de fazer qualquer equipamento de medição virar torrada. Nossa leitora Ana Luísa, então, perguntou: afinal, como os cientistas descobrem a temperatura do Sol?

Quem responde é o astrofísico Ramiro de La Reza, do Observatório Nacional. Ele explica que existem diferentes maneiras de calcular a temperatura do Sol. Uma delas é usar um espectrômetro, instrumento que separa a luz emitida pela estrela em várias linhas. Cada linha corresponde a um elemento químico presente no Sol. Como cada elemento químico absorve calor de uma maneira diferente, é possível usar cálculos matemáticos para descobrir quão quente é a estrela.

Outra forma de medir a temperatura do Sol é verificar a radiação emitida pelos raios solares. O método consiste em posicionar uma placa de metal para receber luz diretamente do Sol e ver quanto calor ela absorve. Depois, os cientistas usam essa informação em um cálculo complexo que também leva em conta a distância entre a Terra e o Sol, entre outros dados. “Assim é possível conhecer a temperatura do Sol com uma margem de erro de apenas 1%”, conta Ramiro.

Fonte de Informação: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Terra: uma história climática


O geólogo alemão Ulrich Glasmacher foi um dos grandes destaques da 65ª Reunião Anual da SBPC

Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/

O debate climático tem se tornado tão monótono - ou, mesmo, enfadonho - que o leitor pode até desanimar diante de mais um texto sobre a questão. Mas vale a pena ouvir UlrichGlasmacher, geólogo da Universidade de Heidelberg (Alemanha) - nem que seja para discordar. Sua conferência sobre mudanças climáticas foi um dos grandes momentos da 65ª Reunião Anual da SBPC. A abordagem lúcida e informada - sem espaço para alarmismos ou discursos politizados - rendeu elogios ao conferencista. Pois, segundo os participantes, sua fala foi marcada por precisão e austeridade.

A conferência de Glasmacher foi, na verdade, uma aula. Ele narrou a história geológica do planeta e explicou aos ouvintes quais são os principais fatores que determinam o clima da Terra.

Breve iniciação: o beabá da climatologia

"O principal condicionante do clima na Terra é o Sol", esclareceu o geólogo. Nosso astro rei segue ciclos bem definidos - o principal deles respeita a periodicidade de 11 anos, aproximadamente. A cada um desses ciclos, a atividade solar aumenta sua intensidade. Resultado: mais energia, na forma de luz e calor, é emitida para a Terra. Um notável pico de intensidade solar referente a esse ciclo aconteceu por volta do ano 2000. "Naquele ano, o Sol irradiou muito calor", lembrou. Um novo pico, menos intenso, foi registrado por volta de 2010 - Glasmacher, sempre muito didático, mostrou interessantes gráficos para ilustrar esses dois momentos.

Outro condicionante climático destacado pelo pesquisador foi o chamado ciclo de Milankovitch - os movimentos planetários que alteram as distâncias e os ângulos entre a Terra e o Sol. E, como bom geólogo, não esqueceu de mencionar o papel do vulcanismo e das atividades sísmicas - que também são importantes variáveis a interferir em nosso sistema climático. "Mas, infelizmente, nem sempre nos lembramos disso: esses dois elementos não costumam fazer parte das modelagens do clima." (Falando em modelos, a CH On-line já publicou um pequeno vídeo didático sobre a questão).

Naturalmente, Glasmacher também falou acerca da influência dos gases de efeito estufa, como o metano (CH4), o dióxido de nitrogênio (NO2), o dióxido de carbono (CO2), entre tantos outros, sobre o clima. Preferindo não oxigenar as polêmicas, o pesquisador lembrou que debates a esse respeito costumam ser exaustivos. "Mas nós, sozinhos, não causamos aquecimento; essa é uma afirmação que faço como cientista", ressaltou, referindo-se à variedade e à complexidade dos mecanismos reguladores do sistema climático.

Outros momentos da história do clima da Terra, como a 'pequena idade do gelo' e o 'ótimo climático medieval', também foram explicados durante a palestra - reafirmando seu caráter didático. Até aí, teria sido uma excelente aula, e ficaria por isso mesmo. Mas Glasmacher foi além, lançando uma instigante reflexão: "quem tem o direito de decidir que clima queremos?"

"Um esquiador na Alemanha vai adorar ver mais neve no inverno; alguém no Brasil pode querer mais Sol e calor, enquanto o vizinho pode desejar mais chuvas para suas plantas", exemplificou o pesquisador. "Quem deve opinar sobre isso? As Nações Unidas? Os Estados Unidos? A União Europeia? Governos? Indivíduos? Que temperatura queremos manter?", questionou. "Esse não é um problema trivial, e deve ser devidamente tratado pela sociologia, pela política, pela geografia..."

O geólogo lembrou que costumamos dizer que o degelo da Groenlândia, por exemplo, nos traria resultados catastróficos; mas, para os vikings, foi ótimo ter encontrado lá um clima aprazível e um continente sem gelo. "Entre os anos 900 e 1000, as condições climáticas por lá eram bem mais amenas que hoje."

Em tempo: Glasmacher não deixou de falar sobre os desvairados projetos de geoengenharia, propostos em várias ocasiões por diversos cientistas - tema que já rendeu boas reflexões na CH On-line. São iniciativas que visam controlar o clima da Terra por meio de megaempreitadas do tipo espelhos gigantes no espaço, captura de carbono em depósitos subterrâneos, fertilização do oceano, fabricação de nuvens artificiais e por aí vai. "Não tenho nenhuma simpatia por esse tipo de ideia", declarou.

Perspectivas e reflexões

O pesquisador afirmou que, ao contrário do que esperávamos, a temperatura média do planeta não está aumentando. "Por quê? Não sabemos." O que se observa, segundo ele, é o aumento da frequência de eventos extremos, como enchentes, por exemplo, que castigaram a Alemanha em 2013.

"Sempre tivemos, na Terra, alternância entre períodos de clima quente e períodos de clima frio", disse o geólogo. "Em termos geológicos, nosso planeta caminha para um resfriamento." Esse processo teria se iniciado por volta de 35 milhões de anos atrás, quando a Antártica passou a ser coberta por gelo. "Mas também há muita incerteza sobre essa questão", confessou.

Certeza, segundo ele, é que as atividades antrópicas estão alterando a composição química da atmosfera. Glasmacher mencionou ainda que "preocupante mesmo é o fato de, em muitos países, pessoas continuarem a ocupar áreas inapropriadas, áreas de risco, suscetíveis a eventos climáticos rigorosos".

"Nós precisamos do planeta; mas o planeta não precisa de nós", disse o geólogo. "A Terra continuará sua evolução e, ao longo dos próximos milhões de anos, a vida certamente seguirá se perpetuando, com ou sem a presença humana no planeta", profetizou. "Quem diz o contrário, só quer gerar medo."

Fonte da Informação: (Henrique Kugler, Ciência Hoje On-line) http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/reuniao-anual-da-sbpc-2013/terra-uma-historia-climatica

terça-feira, 23 de julho de 2013

A energia que vem dos átomos



Albert Einstein
Albert Einstein
Você sabia que foi Albert Einstein quem descobriu o conceito no qual se baseia a produção de energia nuclear? Ele deu a dica quando formulou o princípio da equivalência de energia e massa. Depois, outros cientistas (Otto Hahn, Fritz Strabmann e Lisa Meitner) observaram que, durante reações nucleares, ocorre transformação de massa em energia.
Mas é preciso diferenciar: reações nucleares não são a mesma coisa do que reações químicas. Nas reações químicas há mudanças na eletrosfera, quebra e formação de ligações e uma reorganização dos átomos, mas os núcleos continuam os mesmos e os elementos são preservados. Já nas reações nucleares, o núcleo do átomo sofre alterações e, no final do processo, esse elemento químico se transformou em outro.
Fissão e fusão nuclear
Existem dois tipos de reações nucleares que liberam energia: a fissão nuclear e a fusão nuclear.
Na fissão nuclear, o núcleo atômico se subdivide após ser bombardeado por um nêutron, provocando uma reação em cadeia que libera mais nêutrons, emite radiação e produz uma enorme quantidade de energia em frações de segundos. Na fissão, são usados isótopos de urânio ou plutônio, dois elementos bastante pesados, ou seja, que possuem muitos prótons e nêutrons. Com seus reatores, as usinas nucleares controlam esse processo e aproveitam o calor liberado para produzir energia elétrica.
Usina de Angra dos Reis. Foto: Rodrigo Soldon
Usina de Angra dos Reis. Foto: Rodrigo Soldon
Já na fusão ocorre o inverso: dois ou mais núcleos se unem para formar um só. Para provocar esse tipo de reação, usa-se como combustível os gases deutério e trítio, duas formas de apresentação do hidrogênio, o mais leve dos elementos químicos. Na fusão, uma grande quantidade de energia é produzida. No entanto, é muito difícil provocar essa reação, pois, para que os núcleos se choquem, as temperaturas precisam estar muito, muito altas mesmo.
Sol. Foto: Nasa.
Sol. Foto: Nasa.
Essa tecnologia está em desenvolvimento e ainda não existem reatores capazes de controlar a fusão de maneira segura. Os reatores de fusão ganharam grande destaque na imprensa porque oferecem importantes vantagens em relação a outras fontes de energia. Eles utilizarão fontes de combustível abundantes, não apresentarão fuga de radiação acima dos níveis normais e produzirão menos lixo radioativo. No momento, os reatores de fusão estão em estágio experimental em vários laboratórios pelo mundo. Mas, por enquanto, nós, da Terra, aproveitamos a energia proveniente da fusão nuclear de apenas um grande e potente reator: o sol!
Como quase todas as coisas, a utilização de energia nuclear apresenta vantagens e desvantagens. Dentre as vantagens, está o fato de ser pouco poluente, não depender de condições climáticas e produzir muita energia em um espaço pequeno. Além disso, a instalação de usinas perto dos centros consumidores reduz o custo de distribuição de energia.
No entanto, o processo de geração de energia nuclear é caro e envolve muitos riscos. A radioatividade pode causar danos irreparáveis ao homem e à natureza, e as consequências de um acidente nuclear serão sentidas por várias gerações, já que os elementos demoram muito tempo até que deixem de ser radioativos. Além disso, o que sobra das reações nucleares é um resíduo altamente tóxico e difícil de ser armazenado.
Energia solar. Foto: Marcelo Braga
Energia solar. Foto: Marcelo Braga
Todas essas questões estão sendo bastante discutidas e o assunto é o que se pode chamar de polêmico: algumas pessoas são a favor do uso da energia nuclear e apóiam a construção de novas usinas e o investimento em pesquisas nesse ramo; outras acreditam que deve-se investir em novas formas de energia alternativa consideradas mais seguras, como a eólica e a solar. E você, o que acha?

Consultoria científica:
Luís Victorino – Museu da Vida

Para saber mais:
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/nuclear/verdades-e-perigos-da-energia.pdfhttp://www.cnen.gov.br/ensino/apostilas/energia.pdf

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Sol, nossa estrela do sistema

O Sol está no centro do Sistema Solar e todos os planetas giram a seu redor, cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento da luz e da energia necessárias para a existência de vida na Terra.



Ele é uma estrela, como todas as outras que vemos no céu à noite. Só que as outras estão a muitos anos-luz e, por isso, que parecem pontinhos no céu. Já o Sol está milhares de vezes mais próximo (a apenas oito minutos-luz de distância).

Conheça outros fatos incríveis sobre a grande estrela do Sistema Solar.

FOGO? NADA DISSO
Ele parece sempre em chamas, mas não existe qualquer sinal de fogo no Sol. O que acontece lá é que a atmosfera solar é formada por gases que causam explosões e geram calor e luz.

MUITOS GASES
O Sol tem uma massa 332.900 vezes maior do que a da Terra e um volume 1.300.000 vezes maior que o do nosso planeta. Ele é composto basicamente de hidrogênio (74% de sua massa, ou 92% de seu volume) e hélio (24% da massa solar, 7% do volume solar), a outros elementos, incluindo ferro, níquel, oxigênio, silício, enxofre, magnésio, néon, cálcio e crômio.

LÁ LONGE
O Sol está tão distante, mas tão distante da Terra, que a sua luz demora oito minutos e 18 segundos para chegar aqui. O astro-rei, aliás, é só mais uma estrela no meio de outras 200 bilhões que existem na nossa galáxia.

BEM VELHINHO
O Sol tem cerca de 4,5 bilhões de anos de idade e, como toda estrela, um dia ele vai apagar. Calma, aí, isso só vai acontecer daqui uns 4,5 bilhões de anos. Aí, ele vai se tornar uma nebulosa, depois uma anã-branca até virar uma estrela anã-negra. Ou seja, sua luz vai ficar tão fraca que o calor que ele emite não vai chegar mais em nosso planeta e toda a vida por aqui vai desaparecer.

QUEM APAGOU A LUZ?
Quando a Lua fica entre a Terra e o Sol, ocorre um eclipse solar. Nessa hora, a Lua vai cobre parcialmente ou totalmente o Sol, podendo escurecer o céu e o dia fica parecendo noite. Esse fenômeno pode ocorrer de duas a cinco vezes por ano. Para os povos do passado, as eclipses eram um sinal de que os deuses estavam zangados com os humanos.

SAI DE BAIXO!
Quando o Sol chegar ao final de sua vida, sua temperatura aumentará bastante e as camadas exteriores irão se crescer de tamanho. Essa expansão provavelmente engolirá os planetas Mercúrio e Vênus - e possivelmente até a Terra. Mesmo se nosso planeta mudar sua órbita e conseguir escapar de ser engolido, ele ficará tão, tão gelado que não haverá chance de ter vida por aqui.

TEMPESTADE SEM CHUVA
Há épocas em que as explosões na superfície do Sol são bem fortes, as chamadas de tempestades solares. O grande astro libera muita energia e radiação, causando desastres como destruição de satélites artificiais em órbita da Terra, interferência nos serviços de telefonia e até queda de energia elétrica.

GRAVIDADE EM AÇÃO
O Sol também como função manter o Sistema Solar em ordem. Ele tem uma gravidade 28 vezes maior do que a Terra e é essa força que atrai os planetas, luas e asteroides, mantendo cada corpo celeste em seu devido lugar.

NA MEDIDA CERTA
A distância entre a Terra e o Sol é um fator fundamental, pois permite criar um ambiente de temperatura e luminosidade adequado para a manutenção da vida. Nenhum outro planeta do Sistema Solar, com exceção de Marte, possui as condições ideais de vida semelhante às da Terra; uns são muito quentes, outros muito frios. Por falar em temperatura, também fica óbvio que sem o Sol, a Terra seria um lugar incrivelmente gelado.

CORES MÁGICAS
Partículas de material solar lançadas no espaço causam o vento solar, um fenômeno que forma arcos luminosos nos polos da Terra, conhecido como aurora boreal (região norte) ou aurora austral (região sul).

SUPERPODEROSO
Os antigos consideravam o Sol um deus. Para os gregos, por exemplo, ele era Hélios, que percorria o céu em sua carruagem e levando calor e luz para os humanos. Hoje sabemos que ele é uma estrela, mas tem como negar poder: sem ele, não existiria vida no planeta Terra.



AS CAMADAS DO SOL
- Núcleo (1) - Há grande concentração de gases como hidrogênio e hélio, responsáveis pelas reações químicas que produzem a energia solar.
- Zona de radiação (2) - As reações químicas continuam e a energia é transportada para fora.
- Zona de convecção (3) - Os gases se movem e liberam muita energia para a superfície.
- Fotosfera (4) - É a superfície visível do Sol. A olho nu, ela parece bem uniforme. Na verdade, ela é formada pequenas estruturas hexagonais, os grânulos, separadas por zonas mais escuras.
- Cromofesra (5) - Região que fica para fora da superfície solar, formada por gases.
- Corona (6) - Camada gasosa, também externa, onde acontecem os ventos solares.


VOCÊ SABIA QUE...
- O Sol tem 1.390.000 quilômetros de diâmetro? É tão grande que, dentro dele, caberiam um milhão de planetas do tamanho da Terra. E, acredite, existem no universo estrelas muito maiores do que o nosso astro.
- A Nasa e a Agência Espacial Europeia tem monitorado constantemente as atividades do Sol? Esses estudos e observações têm por objetivo aumentar os conhecimentos sobre essa importante estrela e melhorar a vida em nosso planeta.
- Em várias línguas, a palavra domingo significa "dia do sol"? Por exemplo, em inglês (Sunday) e em alemão (Soontag).
- Não se deve olhar diretamente para o Sol? A luz é tão forte que pode machucar os olhos. Além disso, alguns de seus raios podem queimar a pele e causar doenças.
- A luz solar viaja mais ou menos 150 milhões de quilômetros em apenas 8 minutos para chegar à Terra? Velocidade turbo!

Fonte da Informação: http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que a Lua tem fases?


Se você observar a lua durante o decorrer de um mês, irá verificar que ela muda de forma com o passar dos dias. Ou, parece mudar. As formas que a lua assume enquanto está “mudando” de forma, são as chamadas “fases da lua”.


Na verdade a lua nunca muda. O que muda é apenas a porção da lua que permanece iluminada pela luz do sol e visível para nós. Como a lua possui os movimentos de rotação e translação sincronizados nós sempre vemos a mesma face dela voltada para nós e só quando esta face está iluminada pelo sol é que conseguimos vê-la.

Explicando melhor: as fases da lua ocorrem porque ela não possui luz própria. Nós só a vemos quando ela é iluminada pelo sol e reflete a luz dele. E, como a lua está em órbita da Terra, durante alguns momentos dessa trajetória a face dela que permanece voltada para nós não recebe luz do sol, ficando totalmente no escuro. 

Conforme ela vai progredindo em sua órbita em torno da Terra, pouco a pouco sua face voltada para nós vai recebendo iluminação do sol.
Tradicionalmente usamos quatro denominações para descrever as fases principais da lua: lua nova, quarto minguante, quarto crescente e lua cheia.

Lua nova é a denominação dada para fase da lua quando a sua face visível não recebe luz do sol. Ou seja, a lua encontra-se entre o sol e a terra, portanto, como sua face visível está voltada para nós e de costas para o sol, não podemos vê-la.

Em seguida a esta fase, temos a fase da lua “quarto crescente”, quando a parte visível da lua começa a receber a luz do sol e, para nós, ela fica com uma forma de semicírculo apontando para leste. Esta fase culmina com apenas metade da parte visível da lua recebendo a luz do sol (por isso chama-se “quarto”, porque apenas ¼ da lua está iluminado, metade da metade).



Após o quarto – crescente, temos a fase de lua cheia, quando seu lado visível da terra encontra-se totalmente iluminado pelo sol (a terra está entre o sol e a lua, porém não confunda com a ocorrência de um eclipse lunar. Neste caso de que falamos, a órbita da lua está com certa inclinação que permite que ela receba a luz do sol).

O último estágio, ou fase da lua, é a fase de quarto – minguante. Nesta fase, a parte iluminada da face visível da lua vai diminuindo. Durante este período ela assume novamente o aspecto de um semicírculo até culminar com apenas ¼ da lua iluminado pelo sol novamente, só que desta vez no sentido inverso da fase quarto – crescente.

Este ciclo todo, dura cerca de 29 dias 12 horas 44 minutos e é chamado de período sinódico da lua. Ele difere do tempo em que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra (período sideral) em cerca de 2 dias. Isso por que o período sinódico (das fases) é determinado de acordo com a posição da lua com relação ao sol e o período sideral (translação) é determinado de acordo com a posição da lua em relação às estrelas. Como a terra também se movimenta em torno do sol, toda vez que a lua chega perto de concluir seu ciclo sinódico o sol já sofreu um deslocamento de alguns graus sendo necessários mais alguns dias para que a lua assuma uma posição em relação ao sol que caracterize suas fases.

Fonte da Informação: http://www.infoescola.com/sistema-solar/fases-da-lua/

terça-feira, 28 de maio de 2013

O que é o eclipse solar e lunar?





O eclipse solar é um fenômeno que ocorre quando a Lua se posiciona entre o Sol e o planeta, fazendo com que esse perca a iluminação dada pelo Sol. Ao contrário desse, ocorre a eclipse lunar quando o planeta se coloca em linha reta sobre o Sol e a Lua.

Geometria do Eclipse Solar

Geometria do Eclipse Lunar


Os eclipses podem ocorrer de forma total quando toda a luz solar é bloqueada, de forma parcial quando somente uma parte da luz solar é bloqueada e ainda anular quando uma pequena faixa de luz se faz visível ao redor do eclipse. Para que os eclipses ocorram, a Lua deve estar na fase cheia ou nova, fase em que o Sol se mantém na Linha dos Nodos, linha de intersecção entre o plano da órbita lunar e a órbita solar.

Ao ocorrer um eclipse independente de ser solar ou lunar não se deve olhar para tal com os olhos despidos de proteção, pois podem ocorrer algumas lesões na retina e comprometer seriamente a visão, já que em face da escuridão do eclipse a pupila tende a ficar dilatada tornando-se vulnerável à luz. Diferente do que pensamos, os óculos escuros não oferecem proteção para os olhos quando esses são submetidos ao sol diretamente não podendo ser usados para a verificação do eclipse.

As faixas que permitem a visibilidade do eclipse são denominadas penumbra, localizada nas laterais da região por onde ocorre o eclipse e umbra localizada de frente ao eclipse. Somente as pessoas que se localizam na área da umbra é que conseguem visualizar o eclipse solar de maneira total em sua plenitude. É calculado que ocorra em média dois eclipses por ano.




Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/eclipse-solar.htm
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola




Para saber mais:

http://astro.if.ufrgs.br/eclipses/

http://ciencia.hsw.uol.com.br/eclipse-lunar1.htm

terça-feira, 30 de abril de 2013

Por que o céu na Lua é escuro?

A luz que vem do Sol é branca, ou seja, é composta por todas as cores. A atmosfera é transparente e permite a passagem de todas estas cores até a superfície. No entanto, uma parcela da luz branca pode ser espalhada pelas moléculas que compõem o ar. Espalhamento é o processo em que a luz sofre um desvio na sua direção original quando encontra partículas pequenas. 
Na atmosfera terrestre estas partículas são principalmente as moléculas de nitrogênio (N2) e de oxigênio (O2). A eficiência do espalhamento depende do comprimento de onda da luz, isto é, de sua cor. As moléculas do ar espalham muito mais a luz azul do que as de outras cores.
A luz que chega até nós pode vir diretamente do Sol, e neste caso ela é branca, ou pode ser resultado do espalhamento na atmosfera, e aí só veremos a luz azul espalhada. Por isso vemos o céu azul. Se a luz espalhada fosse de outra cor veríamos o céu de outra cor. Isto acontece, por exemplo, em Marte, onde a atmosfera é composta principalmente por dióxido de carbono (CO2) que espalha também comprimentos de onda maiores o que dá ao céu uma cor mais esverdeada. Acontece também no nascer e no pôr do Sol. Nestes momentos a luz do Sol atravessa grandes extensões da atmosfera mais baixa onde se encontra grande quantidade de partículas de sal e de poeira que são mais eficientes no espalhamento de luz de comprimento de onda maior, tornando o céu avermelhado.


E na Lua? Na Lua não existe uma atmosfera que espalhe a luz. Assim quando olhamos para o céu não vemos nenhuma luz, exceto quando olhamos para uma estrela ou outros objetos luminosos. E quando não vemos nenhuma luz vemos preto. Por isso o céu na Lua é escuro.

Fonte: http://fisicanossa.blogspot.com.br/

segunda-feira, 11 de março de 2013

Alemanha bate recorde em energia solar



Segundo dados da Associação da Indústria Solar Alemã (BSW, na sigla em alemão), publicados no início de janeiro de 2013, a produção de energia elétrica por meio de placas fotovoltaicas aumentou 45% no ano passado em comparação com 2011.

Em 2012 a Alemanha gerou aproximadamente 28 bilhões de quilowatt-hora (kWh), utilizando 1,3 milhões de sistemas fotovoltaicos e fornecendo energia elétrica para oito milhões de casas. Isso significa que a parcela no fornecimento energético do país quadruplicou nos últimos três anos.

Entre os benefícios do investimento em energia solar estão a queda dos custos na compra de painéis em até 50%, e a possibilidade de incrementar o uso de baterias para o armazenamento, além de sistemas de administração, deixando esta forma de energia disponível durante todo o dia.

A associação também estabeleceu a meta de aumentar a participação no mercado de energia solar para 10% até 2020 e pelo menos 20% até o ano de 2030.

Apesar dos investimentos, o consumidor alemão deverá pagar mais pela energia elétrica este ano. Para financiar o custo da mudança energética do país para uma matriz renovável, cada quilowatt-hora passou de 3,59 para 5,30 centavos de euro, que custará por ano aproximadamente 185 euros a mais para cada família do País.




Enquanto isso, no Brasil…

Embora tenha sido considerado o 10° país com maior potencial para investir em energias renováveis, o Brasil ainda tem poucos projetos no setor. Apesar da recente regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que permite o pleno funcionamento do sistema fotovoltaico conectado à rede, assim como o sistema de compensação energético, poucos consumidores adotaram esses métodos para produzir energia. Uma das vantagens oferecidas pela empresa foi a permissão para os pequenos produtores pagarem apenas uma taxa mínima em sua conta de luz, referente a acessibilidade a rede de distribuição elétrica. Até 2011, a produção energética por meio de sistemas fotovoltaicos era de 40 e 60 MWh, dos quais 50% destinados para os sistemas de telecomunicações e 50% para os sistemas de energia rural, segundo dados da ANEEL.

Fontes: Energy Market Price/Terra

Fonte: http://www.ofitexto.com.br

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Como Fazer um relógio de Sol ?


Relógio de Sol com garrafa PET:

É fácil de montar esse super relógio de sol usando uma garrafa de pet!





Mas pra começar, vocês conhecem um relógio de sol?

Dizem que essa invenção foi criada na Noruega há muito, muito tempo atrás! É um instrumento que não precisa de nenhuma bateria ou corda para funcionar. A gente consegue ver que horas são através da posição do sol! Não é demais? É bem simples! A sombra que o sol projeta vai nos indicar a hora!

Pra construir esse relóginho de garrafa, que foi ensinado pelo físico Adalberto de Oliveira, instrutor da Estação Ciência da USP, a gente vai precisar de:

-tesoura sem ponta
-fita adesiva
-um pedaço de papel
-régua
-garrafinha pet
-barbante

Olha lá o desenho que eu fiz do meu relógio!

Eu primeiro fiz um furo na base da garrafa e na tampinha para passar o barbante, na verdade, meu pai me ajudou, porque é bem duro. Peça pra um adulto te ajudar! Aí, passei o fio e fiz um nó de cada lado para ficar bem preso. Pronto! É a sombra do barbante que vai marcar as horas! Agora pra saber onde a sombra está, a gente precisa marcar os números. Estão vendo aí embaixo esse quadro? Eu dividi um retângulo em 12 partes iguais, cada uma tem 0,9cm. A gente tem que marcar os números de 6 a 17, começando do lado direito, porque é assim que o sol caminha. Cada espaço vai marcar uma hora, das 6h da manhã às 6h da tarde!



Já tá quase pronto! É só colar na garrafa com o lado escrito para dentro. Oba! Vamos testar!

Mas onde a gente coloca o relógio?
Para ele funcionar direitinho, a tampa da garrafa deve apontar para o norte! Eu sempre gosto de saber como me localizar, então desenhei esse esquema no meu diário para nunca esquecer onde estão os pontos cardeais!



Em um lugar que dê pra ver o horizonte, como em uma praça ou como aqui no bosque, é só abrir os braços, o braço direito deve marcar onde o sol nasce, o esquerdo onde ele se põe. Desse jeito, o norte está na nossa frente e o sul nas nossas costas! A garrafa deve apontar pro norte!


Um relógio de sol para ser construído no chão

Objetivo

Construir um relógio de sol. Inferir a posição do Sol através do estudo da forma e tamanho das sombras. Experimento que permite observar a passagem do tempo a partir da construção de um relógio de sol, sendo possível marcar a mudança do tempo pela posição do sol e modificação de suas sombras. Dessa forma, observando a sombra de um objeto nota-se que esta muda ao longo do dia. Assim, observando a sombra do objeto podemos inferir a posição aparente do sol no céu.

Conteúdo

Conceitos de astronomia e física com crianças das séries iniciais do Ensino Fundamental.

Duração

Todo o ano letivo.

Nível da turma

Séries iniciais do Ensino Fundamental.

Desafios propostos pelo professor

· Imagine: Todos os relógios do mundo desapareceram. O rádio e a TV não
informam mais as horas. Como você faria para combinar a hora de
encontrar seus amigos?
· Uma pessoa que ficasse sozinha, por alguns dias numa caverna escura e
silenciosa, perceberia o tempo passar?
· Em um relógio-de-sol, o que funciona como ponteiro?

Material


· Um cabo de vassoura
· Uma lata vazia de tamanho médio
· Um pouco de massa preparada com cimento, areia e água.
· Uma garrafa PET cheia de areia
· Uma vareta de bambu ou outro material
· Um pedaço de papel cartão do tamanho de uma folha de papel A4 e um
pedaço de barbante de cerca de 50 cm.
· Um pedaço de madeira e um pedaço de barbante de cerca de 50 cm.


Procedimento: Construindo um relógio de sol

Com o material acima temos 4 opções diferentes para construir relógios -de
–sol:
1- Use a massa para fixar o cabo de vassoura dentro dela, mantendo o
cabo na vertical.
2- Fixe a vareta de bambu ou qualquer outra vareta dentro da
garrafa PET cheia de areia.
3- Dobre o papel cartão no sentido do comprimento, formando
um “L”. Amarre o barbante em um buraquinho feito em cada
uma das extremidades do papel , dando um nó nas partes
externas do barbante evitando que ele se solte. Abra agora o
papel formando um ângulo de 90 graus.
4- Construa com madeira uma estrutura em forma de “L” e
amarre o barbante como no modelo de papel.



Utilizando o relógio- de- sol

Coloquem a montagem numa área ensolarada do pátio.
· Observem a sombra do cabo de vassoura ou da vareta projetada no chão.
· Marquem o no chão o contorno da lata e da sombra do cabo de vassoura
ou da vareta.
· Repitam a marcação da sombra de 1 em 1 hora.
· De acordo com as sombras, aponte no céu o caminho que o Sol parece
percorrer.
· Para o relógio-de-sol de madeira ou de papel, você deverá posicionar o
relógio de maneira que as laterais da folha ou da madeira fiquem na direção
leste e oeste respectivamente. Assim, a parte vertical do relógio deve
permanecer à sua frente e você ficará de frente para a direção norte.
Marque as sombras projetadas pelo barbante


Sugestões

As atividades devem ser praticadas por todos os alunos, em sistema de revezamento, sempre auxiliados pelo professor de ciências.


Atividades extra classe

Passeio ao Planetário ou ao Observatório Astronômico Local, para uma visita-guiada com professores de física e astronomia.


Registrando

· Os alunos podem registrar as atividades através de diários, contendo desenhos e fotografias do experimento, em conjunto ou não com o professor de artes.

· Montar gráfico de acordo com os dados coletados, em conjunto ou não com o professor de matemática.

· Redigir as observações, em conjunto ou não com o professor de português.

· Exposição dos registros no mural da escola, em um dia de visitação aberto à toda comunidade escolar.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O que é um relógio de Sol?



Relógio de sol corresponde a um método ou procedimento utilizado para medir a sucessão das horas ou do tempo por meio da visualização do modo como a luz solar incide na terra em diferentes posições e é justamente essa variação que fornece as horas. 


O relógio de sol pode ser como, por exemplo, um relógio de jardim, constituído por um mostrador que é confeccionado em uma superfície plana na qual são indicadas as respectivas horas, dessa forma, a sombra projetada no mostrador funciona como uma espécie de relógio convencional. Assim, a luz do sol ao variar resulta nas sucessões das horas. 






Existem relógios de sol com funcionamento mais difícil de compreender, pois possuem mostradores do tipo inclinado. 


A necessidade de conhecer as horas é algo especificamente social, uma vez que animais e plantas não necessitam de tais informações. O indício mais antigo da divisão do dia é proveniente de um relógio de sol egípcio, datado de 1.500 a.C. 

Os seres humanos têm utilizado dos relógios para marcar o tempo e assim facilitar o agendamento dos compromissos e atividades, assim como encontro entre pessoas, como reuniões, festas e outros, desse modo o homem com sua capacidade intelectual conseguiu dominar tal recurso, mesmo em tempos remotos.

 Apesar de ser uma tecnologia antiga, o relógio de sol ainda é utilizado nos dias de hoje em praias e áreas abertas.

Fonte: Eduardo de Freitas, no site: http://www.brasilescola.com/

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Imagem do Eclipse anular de 20 de maio

O Eclipse anular do domingo, visto do outro lado do planeta, no hemisfério norte, foi imageado pela Hinode, uma missão internacional para estudar a nossa estrela mais próxima, o sol. Para isso, a missão Hinode inclui um conjunto de três instrumentos científicos - o Telescópio Solar Optical, Telescópio de raios-X e Imaging Spectrometer Extreme Ultraviolet. Juntos, esses instrumentos vão estudar a geração, transporte e dissipação de energia magnético da fotosfera para a coroa e vai gravar como a energia armazenada no campo magnético do Sol é liberada, gradualmente ou de forma violenta, como o campo se eleva na atmosfera externa do Sol .
Fonte: NASA



Para saber mais sobre o eclipse:

Para saber mais sobre outros eclipses que poderão ser vistos da Terra: