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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Fóssil de pássaro de 115 milhões de anos é descoberto no Ceará


Ave do tamanho de beija-flor viveu no antigo supercontinente de Gondwana.
Trata-se de um dos fósseis de pássaro mais antigos da América do Sul.


Fóssil de pássaro de 115 milhões milhões de anos foi encontrada na região que hoje equivale ao Nordeste brasileiro (Foto: Ismar Carvalho/Nature Communications)

Pesquisadores descobriram, no Nordeste do Brasil, um fóssil de pássaro excepcionalmente completo do período Cretáceo Inferior. A ave foi encontrada em uma rocha de 115 milhões de anos. Trata-se de um dos fósseis de pássaro mais antigos na América do Sul.



Concepção artística mostra como seria a ave encontrada fossilizada (Foto: Gabriel Lio/
Nature Communications)

O espécime, encontrado na região da Chapada do Araripe, no Ceará, tem o tamanho de um beija-flor. O fóssil ainda conserva grandes penas na cauda, que ainda apresentam traços das cores originais, e plumas ao longo do corpo. Os autores sugerem que as longas penas tinham função sexual ou de reconhecimento de espécie, e não estavam relacionadas ao equilíbrio ou ao voo.

"Apesar de ser um pássaro jovem e pequeno, esse novo fóssil é uma descoberta muito importante para a compreensão da evolução dos pássaros no paleocontinente de Gondwana. Este fóssil é uma verdadeira jóia da paleontologia brasileira", diz o pesquisador Ismar de Souza Carvalho, diretor do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos autores da pesquisa, que foi publicada nesta terça-feira (2) na revista "Nature Communications"

Os pesquisadores observam que, apesar da juventude do pássaro, a estruturas de suas penas são parecidas com as dos pássaros adultos modernos.

A maioria dos fósseis de pássaros do período Cretáceo já descobertos até hoje, segundo os pesquisadores, foram encontrados no nordeste da China.

Foi a partir deles que se obteve o conhecimento sobre como evoluiram as penas dos pássaros. Agora, com o novo fóssil brasileiro, o conhecimento sobre a estrutura e função das penas pode ser ampliado.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/06/fossil-de-passaro-de-150-milhoes-de-anos-e-descoberto-no-brasil.html

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Uma entrevista da Ercília Torres ao Comunitexto - O frio das montanhas



Quem já fez uma viagem para regiões montanhosas ou praticou escalada, já deve ter percebido que nestas regiões é muito mais frio. Por exemplo, em locais como o Everest, que possui 8.848 metros de altitude, a temperatura atinge 30 graus Celsius negativos.




Everest. Fonte: Wikipedia.org


Isso ocorre por diferentes fatores atmosféricos, especialmente a pressão do ar, a composição molecular e a pouca absorção dos raios solares. Para falar um pouco mais sobre o tema, convidamos a Ercília Torres, doutora em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), professora e pesquisadora do Departamento de Geografia da mesma instituição, e autora do livro Climatologia Fácil. Confira a entrevista completa abaixo!

Comunitexto: Os topos de montanhas e regiões mais distantes do nível do mar são muito frias. Segundo o seu livro Climatologia Fácil, uma série de fatores como os elementos da atmosfera são os causadores deste clima. Conte um pouco sobre o papel dos gases neste sentido.

Ercília Torres: Para se ter uma ideia do papel dos gases na distribuição vertical da temperatura do ar, é necessário falar um pouco sobre a atmosfera, que é a camada de gases e material particulado que envolve a Terra.

A composição da atmosfera não é constante nem no tempo, nem no espaço. Contudo, se removêssemos as partículas suspensas, vapor d’água e certos gases variáveis presentes em pequenas quantidades, encontraríamos uma composição muito estável sobre a Terra, até uma altitude de, aproximadamente, 80 km, com nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono, entre outros.

O nitrogênio e o oxigênio ocupam até 99% do volume do ar seco e limpo. A maior parte do restante, 1%, é ocupada pelo gás argônio. Embora estes elementos sejam abundantes, eles têm pouca influência sobre os fenômenos do tempo. A importância de um gás ou aerossol atmosférico não está relacionada à sua abundância relativa. Por exemplo, o dióxido de carbono, o vapor d’água, o ozônio e os aerossóis ocorrem em pequenas concentrações, mas são importantes para os fenômenos meteorológicos ou para a vida.

Embora constitua apenas 0,03% da atmosfera, o dióxido de carbono (CO2) é essencial para a fotossíntese e por ser um eficiente absorvedor de energia radiante (de onda longa) emitida pela Terra, ele influencia o fluxo de energia através da atmosfera, fazendo com que a baixa atmosfera retenha o calor, tornando a Terra própria à vida e à medida que subimos esse calor vai diminuindo.

O vapor d’água é um dos mais variáveis gases na atmosfera e também tem pequena participação relativa. Nos trópicos úmidos e quentes constitui não mais que 4% do volume da baixa atmosfera, enquanto sobre os desertos e regiões polares pode constituir uma pequena fração de 1%. Contudo, sem vapor d’água não há nuvens, chuva ou neve. Além disso, o vapor d’água também tem grande capacidade de absorção, tanto da energia radiante emitida pela Terra (em ondas longas), como também de alguma energia solar. Portanto, junto com o CO2, o vapor d’água atua como uma manta para reter calor na baixa atmosfera. Como a água é a única substância que pode existir nos três estados (sólido, líquido e gasoso) nas temperaturas e pressões existentes normalmente sobre a Terra, suas mudanças de estado absorvem ou liberam calor latente. Desta maneira, calor absorvido em uma região é transportado por ventos para outros locais e liberado. O calor latente liberado, por sua vez, fornece a energia que alimenta tempestades ou modificações na circulação atmosférica.

O ozônio (O3), tem presença relativamente pequena e distribuição não uniforme, concentrando-se entre 10 e 50 km (e em quantidades bem menores, no ar poluído de cidades), com um pico em torno de 25 km. Sua distribuição varia também com a latitude, estação do ano, horário e padrões de tempo, podendo estar ligada a erupções vulcânicas e atividade solar. A formação do ozônio na camada entre 10-50 km é resultado de uma série de processos que envolvem a absorção de radiação solar. A concentração do ozônio nesta camada deve-se provavelmente a dois fatores:

(1) a disponibilidade de energia ultravioleta e;
(2) a densidade da atmosfera é suficiente para permitir as colisões necessárias entre oxigênio molecular e oxigênio atômico.

A presença do ozônio é vital devido a sua capacidade de absorver a radiação ultravioleta do Sol. O átomo livre restante (na formação do ozônio) recombina-se novamente para formar outra molécula de ozônio, liberando calor. Na ausência da camada de ozônio a radiação ultravioleta seria letal para a vida.

Além de gases, a atmosfera terrestre contém pequenas partículas, líquidas e sólidas, chamadas aerossóis. Embora a concentração dos aerossóis seja relativamente pequena, eles participam de processos meteorológicos importantes. Alguns aerossóis funcionam como núcleos de condensação para o vapor d’água e são importantes para a formação de nevoeiros, nuvens e precipitação. Outros podem absorver ou refletir a radiação solar incidente, influenciando a temperatura do ar. Assim, quando ocorrem erupções vulcânicas com expressiva liberação de poeira, a radiação solar que atinge a superfície da Terra pode ser sensivelmente alterada.

CT: A absorção de calor nos diferentes níveis da atmosfera varia. A senhora pode falar um pouco mais sobre os motivos pelos quais isto ocorre?

ET: A atmosfera é subdividida em camadas, de acordo com o perfil vertical médio de temperatura. A camada inferior, onde a temperatura decresce com a altura, em função da diminuição da quantidade de gases, é a troposfera, que se estende a uma altitude média de 12 km. Nesta camada a taxa de variação vertical da temperatura tem valor médio de 6,5°C/km. Na troposfera as propriedades atmosféricas são facilmente transferidas por turbulência de grande escala e mistura. O seu limite superior é conhecido como tropopausa.

A camada seguinte, a estratosfera, se estende até aproximadamente 50 km. Inicialmente, por uns 20 km, a temperatura permanece quase constante e depois cresce até o topo da estratosfera, a estratopausa. Temperaturas mais altas ocorrem na estratosfera porque é nesta camada que o ozônio está concentrado. O ozônio absorve radiação ultravioleta do sol. Consequentemente, a estratosfera é aquecida.

Na mesosfera a temperatura novamente decresce com a altura (não há ozônio presente) até seu limite superior, a mesopausa, que está em torno de 80 km, onde atinge -90°C. Acima da mesopausa, e sem limite superior definido, está a termosfera, onde a temperatura é inicialmente isotérmica e depois cresce rapidamente com a altitude, como resultado da absorção de ondas muito curtas da radiação solar por átomos de oxigênio e nitrogênio. Embora as temperaturas atinjam valores muito altos, estas não podem ser comparadas àquelas experimentadas próximas a superfície da Terra. Temperaturas são definidas em termos da velocidade média das moléculas. Como as moléculas dos gases da termosfera se movem com velocidades muito altas, a temperatura é obviamente alta. Contudo, a densidade é tão pequena que muito poucas destas moléculas velozes colidiriam com um corpo estranho; portanto, só uma quantidade insignificante de energia seria transferida. Portanto, a temperatura de um satélite em órbita seria determinada principalmente pela quantidade de radiação solar que ele absorve e não pela temperatura do ar circundante.

Entre as altitudes de 80 a 900 km (na termosfera) há uma camada com concentração relativamente alta de íons, a ionosfera. Nesta camada a radiação solar de alta energia de ondas curtas (raios X e radiação ultravioleta) tira elétrons de moléculas e átomos de nitrogênio e oxigênio, deixando elétrons livres e íons positivos. A maior densidade de íons ocorre próximo a 300 km. A concentração de íons é pequena abaixo de 80 km porque nestas regiões muito da radiação de ondas curtas necessária para ionização já foi esgotada. Acima de 400 km a concentração é pequena por causa da extremamente pequena densidade do ar, possibilitando a produção de poucos íons. A ionosfera tem pequeno impacto sobre o tempo, porém, é nela que ocorre o fenômeno das auroras. As auroras estão relacionadas com o vento solar, um fluxo de partículas carregadas, prótons e elétrons, vindas do Sol com alta energia. Quando estas partículas se aproximam da Terra, elas são capturadas pelo campo magnético da Terra e descrevem trajetórias espiraladas ao longo das linhas de indução do campo magnético terrestre, movendo-se para frente e para trás entre os pólos magnéticos sul e norte, onde são “refletidas” devido ao aumento do campo magnético. Estes elétrons e prótons aprisionados constituem os chamados “cinturões radioativos de Van Allen”. Algumas partículas acompanham o campo magnético da Terra em direção aos pólos geomagnéticos, penetrando na ionosfera, onde colidem com átomos e moléculas de oxigênio e nitrogênio, que são temporariamente energizados. Quando estes átomos e moléculas retornam do seu estado energético excitado, eles emitem energia na forma de luz, o que constitui as auroras.

CT: Existem exceções em relação a estas regiões, por exemplo, alguma que seja mais quente do que outras montanhas?

ET: Desconheço algum caso em que, naturalmente, o topo de uma montanha apresente temperatura mais elevada.

CT: Quando se começou a estudar estes diferentes tipos de temperatura conforme a altitude?

ET: O nome da ciência Meteorologia tem origem em uma obra escrita por Aristóteles c. 340 a.C., “Meteorológica”, que reunia o conhecimento da época sobre clima e tempo. O desenvolvimento científico da meteorologia ocorreu a partir do século 16, com o desenvolvimento de equipamentos de medição como o termômetro e o barômetro. Porém, as investigações sobre variação de parâmetros meteorológicos ao longo da atmosfera começaram com os irmãos Montgolfier, inventores franceses, do século XVIII, dos balões de ar aquecido. Depois de terem feito sua famosa volta sobre Paris, em 1783, muitos outros balconistas subiram aos céus com aparelhos meteorológicos rudimentares para medir a temperatura da atmosfera. A diminuição gradual da temperatura do ar e da pressão atmosférica foi experimentada e relatada pelas primeiras vezes. Em seguida, James Glaisher, meteorologista inglês, juntamente com o balonista Henry Coxwel, escreveu “Travels in the Air” (1871), sobre suas pesquisas sobre a atmosfera a bordo de balões. A partir daí, o conhecimento sobre a atmosfera foi só aumentando.

CT: Por fim, a senhora acredita que ainda existam muitos fatores a serem descobertos ou estudados em relação às temperaturas conforme altitudes?

ET: Em minha opinião, apesar de já se ter avançado muito sobre o conhecimento da atmosfera terrestre, ainda há muito que investigar, pois a dinâmica relação entre Terra e atmosfera é muito complexa e nem todos os fatores envolvidos nessa relação são bem compreendidos ou até mesmo conhecidos.

Fonte da Informação: http://www.comunitexto.com.br/

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tsunami

Tsunami é um nome derivado do japonês, que tem o significado de onda de porto, que corresponde a ondas gigantescas com grande concentração de energia. Estas são provocadas por um grande deslocamento de água que acontece após fenômenos geológicos como maremotos, vulcões ou uma movimentação das placas tectônicas que se encontram abaixo dos oceanos. Os tsunamis ocorrem nos oceanos e tem tido ocorrência freqüente no Oceano Pacifico.

A diferença entre um tsunami e uma onda normal é a freqüência. Enquanto, as ondas possuem intervalos de segundos os tsunamis podem durar horas e até semanas. O primeiro registro de tsunami foi em 1692 na Jamaica, e embora já tenham ocorrido outros tsunamis no mundo, os cientistas consideram o de 2004 na Indonésia como o mais devastador, pois na escala Richter que vai de 2 a 9 graus, ele alcançou grau máximo.

Como forma de prevenção, atualmente vários países adquiriram equipamentos com capacidade de identificar a formação e propagação de tsunamis. Tendo dados desse tipo, os governos podem adotar medidas para deslocar a populações das áreas de riscos, que possam vir a serem atingidas por estas ondas gigantes.

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Texto enviado por Cleuber Silva, Aluno do BHu.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O QUE É UMA FOSSA OCEÂNICA?

As fossas oceânicas são grandes depressões que se formaram em consequência dos movimentos convergentes das placas tectônicas (encontro entre diferentes placas). Nessas regiões há uma grande pressão atmosférica, pouca quantidade de vegetais, ausência total de luz e baixas temperaturas.Essas características dificultam o desenvolvimento e a presença de espécies marinhas. 


As bactérias heterotróficas, esponjas, anêmonas-do-mar, peixes cegos e os seres necrófagos (espécies que se alimentam de restos orgânicos) são os únicos habitantes das fossas oceânicas. A Fossa das Marianas, localizada no oceano Pacífico, é a fossa oceânica mais profunda. Outras fossas de grande destaque são: Fossa de Kermadec , Fossa de Porto Rico , Fossa de Java e Fossa Sandwich.

http://4.bp.blogspot.com/-SgRCBng9W6Y/T9n78xDU96I/AAAAAAAAC3E/
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Texto enviado por Raiane Soares, Aluna do BhU.

O Mar Mediterrâneo irá desaparecer um dia?


O Mar Mediterrâneo é um mar do Atlântico oriental compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África  setentrional com aproximadamente 2,5 milhões de km².

É o maior mar interior continental do mundo.

Um dia a África irá colidir com o continente europeu o que fará com que o Mar Mediterrâneo desapareça.

O Mediterrâneo é um mar residual que irá desaparecer dentro de alguns milhões de anos. Quando isso acontecer, a cadeia  alpina será uma faixa contínua desde a Península Ibérica até a extremidade da Ásia.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2c/Mediterranean_Relief.jpg/1024px-Mediterranean_Relief.jpg
Texto enviado por Marinalva Espindola, Aluna do Bacharelado em Humanidades.

Como reconhecer os limites das Placas tectônicas?


Podemos considerar três tipos principais de limites entre as placas tectônicas: convergentes, divergentes e transformantes.



Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/img/veja-sala-aula/mapa-placas-tectonicas.jpg


Limites Convergentes

As placas juntam-se e uma delas é reciclada, retornando ao manto ( a área da placa diminui). 
Limites Divergentes
As placas afastam-se e uma nova litosfera ( camada mais externa e resistente da terra) é criada ( a área da placa aumenta).

Limites Transformantes
As placas deslizam horizontalmente uma em relação a outra ( a área da placa permanece constante). 

Referência Bibliográfica: Livro Para Entender a Terra  

Discente: Adalgisa de Fátima Santos, 
Fisiologia da Terra 





quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Onde fica o Mar Vermelho?

O Mar Vermelho é um golfo do Oceano entre a áfrica e a Ásia. Ao sul, o mar Vermelho comunica com o oceano Índico pelo estreito de Bal el Mandeb e o golfo de Áden. A norte se encontram a península do Sinai, o golfo de Aqaba e o canal de Suez (que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo ). 

O mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1900 km, por uma largura máxima de 300 km e uma profundidade máxima de 2500 metros na fossa central, com uma profundidade média de 500 m, sua água tem um percentual de salinidade de aproximadamente 4% (ou 40‰). A configuração do mar Vermelho é devido à separação das placas tectônicas da África e da península arábica. 

O movimento começou há cerca de trinta milhões de anos e continua atualmente, o que explica a existência de uma atividade vulcânica nas partes mais profundas e nas margens. Admite-se que o mar Vermelho transformar-se-á em um oceano. Ao contrário do que possa parecer, o Mar Vermelho, braço do Oceano Índico entre a costa da África e a Península Arábica, não tem esse nome por causa de sua cor. De longe suas águas têm um aspecto azulado. Normalmente são também bastante límpidas, o que faz que a região seja utilizada para atividades de mergulho. 
A mais provável origem do nome são as bactérias trichodesmium erythraeum, presentes na superfície da água. Durante sua proliferação elas deixam o mar com manchas avermelhadas em alguns lugares. Outra possibilidade são as montanhas ricas em minerais na costa arábica, apelidadas de "montanhas de rubi" por antigos viajantes da região.

Fonte: http://www.paises-asia.com/fotos/oriente-medio.jpg
Texto enviado por Gilberto Sebastião, aluno de Fisiologia da Terra

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Falha de San Andreas

Também Referida Como Falha de Santo André, é uma Falha geológica de Tipo Tangencial de Quase 1300 km Situada na Califórnia. Ela é a Marca Natural de um Limite Transformante Existente entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana. É Conhecida por Gerar Terremotos de Grandes Intensidades como o Registrado em São Francisco em 1906; O Histórico Terremoto que Abalou a Cidade de São Francisco.

Fonte: http://www.apolo11.com/imagens/etc/mapa_falha_san_andreas.jpg
Texto enviado por Francyellle Faustino.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O QUE É ARCO DE ILHA?



Os arcos de ilhas são, na sua maior parte, de origem vulcânica. São também acidentes geológicos e a maior parte da atividade sísmica e vulcânica mundial encontra-se concentrada nestes arcos, pois se se definem também como faixas tectônicas com grande atividade sísmica e margeadas por fossas submarinas.

Água liberada da placa subductante causa a fusão da astenosfera. Este magma move-se para cima para formar um ARCO DE ILHAS VULCÂNICO. Parte do oceano entre o arco de ilha vulcânico e o prisma acrescionário é chamado de bacia de FOREARC (pós-arco). O oceano atrás do arco de ilhas é chamado de bacia de retro arco (BACKARC).



Referencia da imagem: http://ufrr.br/lap


Texto enviado por Crislaine da Silva Gonçalves.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O que são os Alpes?

Os Alpes fazem parte de uma extensa cadeia montanhosa que se estende pelo Sul da Europa, Ásia Menor(Turquia), India, Rússia, e Norte da China. Podemos considerar os Apeninos (Itália), a cordilheira Dinárica/Pindárica (Ex-Iugoslávia e Grécia) e os Cárpatos (Romênia e Ucrânia) como "ramos" da Cadeia Alpina.


Os Alpes foram levantados devido à pressão exercida sobre sedimentos da bacia do mar de Tétis, à medida que os seus estratos mesozoico e cenozoico foram empurrados de encontro à estável massa euro-asiática pela massa africana, que se movia na direção norte. Isto ocorreu durante as épocas oligocena e miocena. A pressão formou grandes dobras, chamadas "nappes", que subiram do que era o mar de Tétis e pressionaram na direção norte, com frequência partindo-se e deslizando umas sobre as outras. O monte Branco, o Matterhorn e os picos elevados dos Alpes Peninos e Hohe Tauern são formados por rochas cristalinas.


A paisagem vista hoje foi formada principalmente por glaciação ao longo dos últimos dois milhões de anos. Pelo menos cinco eras glaciais atuaram para alterar a região, ao formar os lagos e arredondar as colinas de calcário na franja setentrional. As geleiras (glaciares) têm recuado ao longo dos últimos 10 mil anos. Crê-se que, com o término da última era glacial, o clima foi alterado de maneira tão súbita que as geleiras recuaram para as montanhas num período de cerca de 200 a 300 anos.

http://www.glitztv.com.br/wp-content/uploads/2012/08/alpesSuizos.jpg

Texto enviado pela aluna de Fisiologia da Terra: Izabel Fernandes

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O que é o Anel de Fogo do Pacífico?


O Anel de Fogo do Pacífico – também chamado de Círculo de Fogo do Pacífico ou, simplesmente, de Anel de Fogo – é uma área com elevada instabilidade geológica localizada no Oceano Pacífico, abrangendo o Oeste das Américas e o Leste da Ásia e da Oceania. 

Com uma extensão de 40 mil km, esse cinturão possui um formato que lembra uma ferradura ou um semicírculo. É basicamente constituído por cadeias ou cordilheiras de montanhas, fossas oceânicas (profundos vales) e arcos de ilhas vulcânicas.


Essa zona de instabilidade é responsável pela maioria dos terremotos que ocorrem sobre a superfície terrestre. Ela existe em virtude do atrito e movimento entre várias placas tectônicas. Enquanto as placas distanciam-se na região do Oceano Atlântico, na costa dos continentes americano e asiático, elas colidem-se, modificando o relevo e proporcionando abalos sísmicos e a proliferação de vulcões.


Fonte: http://domingos.home.sapo.pt/map_tect_plac_vulcoes_mund_3.gif




Texto enviado pela Aluna de Fisiologia da Terra, Paula Mirante.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Porque há tantos terremotos no Japão?


O motivo por Japão ter tantos terremotos é que, próximo a este há um encontro de três placas tectônicas, quando elas se chocam causam tremores mais intensos que em outros lugares. Esse constante encontro faz com que no Japão tenha tantos tremores. 

Se não bastassem os terremotos, quando essas placas se colidem também são formados ondas gigantes no mar, conhecidos como Tsunamis. 

Embora muitas tecnologias tenham sido criadas pelos japoneses, com intuito de prever o momento exato desses tremores, nem sempre é possível que aconteça com antecedência e a catástrofe se torna ainda maior, levando consigo várias vítimas.



Imagens:

1: http://pensargeo.wordpress.com/2011/03/12/japao-esta-localizado-entre-tres-placas-tectonicas/

2, 3 e 4: http://www.mestredicas.com/terremotos-no-japao-tragedia/

Texto enviado pela aluna de Fisiologia da Terra: Sônia Pereira

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Como estarão os continentes daqui alguns milhões de anos?


Os continentes, grandes blocos de terra,estão em constante movimento,devido a Teoria da Tectônica de Placas.
É esperado que daqui alguns milhões de anos, as massas atuais da terra já terão se movimentado o suficiente para que se tenha um novo mapa global.
No futuro nosso planeta será constituído por um único supercontinente, que os cientistas deram o nome de Amásia.
Esse processo é reflexo do comportamento natural das placas tectônicas, que tende unir e separar as massas em ciclos constantes.

http://astropt.org/blog/wp-content/uploads/2010/03/Future250.jpg


Texto enviado pela Aluna de Fisiologia da Terra,  Elaine dos Santos Archanjo.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O QUE É UMA CORDILHEIRA MESO-OCEÂNICA OU DORSAL OCEÂNICA?


“

Cordilheiras ou Dorsais Meso-oceânicas” são nomes atribuídos às grandes cadeias montanhosas que existem ao longo dos oceanos. Essas cordilheiras dividem a crosta submarina em duas partes, representando uma ruptura ou cicatriz, produzida durante a divergência entre placas tectônicas e são marcadas por intensa atividade sísmica (tremores) e vulcânica.


A “Dorsal Mesoatlântica” é um exemplo de estrutura no fundo do mar, que se formou pela expansão do assoalho oceânico, através da divergência entre as placas Norte-Americana e Eurasiana.














Fonte: http://domingos.home.sapo.pt/idatla_1.jpg
Enviado por Keyla Sabrina, aluna de Fisiologia da Terra.