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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Io, uma lua de Júpiter





Io, uma das luas de Júpiter, encontra-se à 778 milhões de quilômetros do Sol. Com exceção dos lugares com atividade vulcânica, a temperatura na superfície de Io é muito mais baixa do que o ponto de congelamento. 

Instrumentos à bordo da sonda espacial Galileo mediram a energia em infravermelho emitida pelas partes da lua com atividade vulcânica. Descobriu-se que Io possui pelo menos 12 vulcões ativos expelindo lava à temperaturas de mais de 1200 graus Celsius. 


Mosaico de imagens de Io feitas pela sonda Voyager 1 mostra a região polar sul da lua de Júpiter.
Nessa imagem podemos ver duas das dez maiores montanhas de Io: Euboea Montes na parte superior à esquerda, e Haemus Mons, na parte inferior central da foto. Créditos: NASA / JPL-Caltech


Cientistas acreditam que a lava em um desses vulcões atinge temperaturas de mais de 1700 graus Celsius. Esta temperatura é cerca de 3 vezes mais alta do que a temperatura mais alta da superfície de Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol. Dois dos satélites de Júpiter, Europa e Ganimedes, mantêm Io em uma órbita elíptica em torno de Júpiter. 

À medida em que a distância entre o planeta e Io varia, a força da atração gravitacional de Júpiter sobre Io também varia, causando mudanças no formato de Io. Cientistas acreditam que Io se aquece internamente quando muda de formato. Io então liberta seu calor interno na forma de erupções vulcânicas.

Fonte: http://heasarc.gsfc.nasa.gov/nasap/docs/solar2_p/io_p.html
http://www.galeriadometeorito.com/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O que é o Anel de Fogo do Pacífico?


O Anel de Fogo do Pacífico – também chamado de Círculo de Fogo do Pacífico ou, simplesmente, de Anel de Fogo – é uma área com elevada instabilidade geológica localizada no Oceano Pacífico, abrangendo o Oeste das Américas e o Leste da Ásia e da Oceania. 

Com uma extensão de 40 mil km, esse cinturão possui um formato que lembra uma ferradura ou um semicírculo. É basicamente constituído por cadeias ou cordilheiras de montanhas, fossas oceânicas (profundos vales) e arcos de ilhas vulcânicas.


Essa zona de instabilidade é responsável pela maioria dos terremotos que ocorrem sobre a superfície terrestre. Ela existe em virtude do atrito e movimento entre várias placas tectônicas. Enquanto as placas distanciam-se na região do Oceano Atlântico, na costa dos continentes americano e asiático, elas colidem-se, modificando o relevo e proporcionando abalos sísmicos e a proliferação de vulcões.


Fonte: http://domingos.home.sapo.pt/map_tect_plac_vulcoes_mund_3.gif




Texto enviado pela Aluna de Fisiologia da Terra, Paula Mirante.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Qual diferença entre os limites divergente e limites convergente das placas tectônicas?

Limite divergente ocorre quando duas placas se afastam uma da outra em direções opostas. Quando esse afastamento ocorre, o espaço é preenchido por um novo material da crosta oceânica, de origem magmática. O limite divergente é construtivo, uma vez que possibilita a expansão dos fundos oceânicos e consequente formação de uma nova litosfera. Como exemplo, temos o afastamento do continente americano, se afastando do continente africano.
Limite divergente de placas tectônicas. Fonte: http://files.geografandoaula.webnode.pt/200000038-c4c83c5c1b/abalos-sismicos-principais-placas-tectonicas4.gif



Limite convergente ocorre quando as placas movem-se uma contra a outra (colisão) e uma placa mergulha por baixo da outra. É um tipo de convergência que ocorre entre as placas dependendo do tipo de litosfera envolvida.


Limite convergente entre uma placa oceânica e uma placa continental. Fonte: http://espacociencias.com/site/wp-content/uploads/2012/10/subducção.jpg

Enviado pelo aluno de Fisiologia da Terra: Lucas Santana.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O que são as Montanhas Rochosas?

As Montanhas Rochosas constituem uma  cadeia de montanhas que se estende do Canadá até a área central do estado norte-americano do Novo México. São formas de relevo da superfície da Terra que, normalmente, se elevam para um topo estreito em forma de cume, originando escarpas. 

São vastas elevações e depressões. Podem apresentar-se segundo extensos alinhamentos de relevo , ou sob a forma de Montanhas Isoladas, estas normalmente associadas a fenómenos vulcânico As "Rockies" (como são carinhosamente chamadas pelos norte-americanos) estendem-se por mais de 4830 km desde o extremo norte da província da Colúmbia Britânica, no oeste do Canadá, até o estado do Novo México, no sudoeste dos Estados Unidos. 

O pico mais alto desta cadeia montanhosa é o Monte Elbert, que se localiza no estado do Colorado, a 4.401 m acima do nível do mar. Apesar de formar uma cadeia contínua de montanhas, a topografia revela na verdade uma série descontínua de serras com as mais distintas origens geológicas.


Fonte da Imagem: http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/09/montanhas-rochosas.jpg


Fonte da Imagem: http://www.portaleducarbrasil.com.br/UserFiles/P0001%5CFile%5CAnexo%201%20-%20Montanhas%20Rochosas.png

Texto de Camila Dayane Paulino, aluna de Fisiologia da Terra, BHu, UFVJM.

Islândia - Um país em uma ilha vulcânica



Hoje falaremos um pouco da Islândia, um país em uma ilha,  localizado no norte do Oceano Atlântico onde duas placas tectônicas se afastam uma da outra.  Entre essas placas há a erupção de lava que em contato com as águas do oceano se transforma em  rocha  e que preenche o espaço entre as placas.

A ilha é constituída pelas erupções vulcânicas.  Há diversos vulcões subterrâneos na Islândia; entre os vulcões destaca- se o HEKLA, que esteve em atividade em 2000.

A Islândia é a segunda ilha  do mundo em atividade vulcânica,  só perde para o Hawaí.

Mas existe o lado positivo de viver nesse país: segundo as autoridades nacionais de energia da Islândia um quarto da eletricidade usada no país provem de usinas geotérmicas. Outra vantagem é a beleza da paisagem que atrai visitantes do mundo inteiro.  

Se você quiser entender mais sobre a Islândia, faça uma viagem imaginação através de filmes ex:VIAGEM AO CENTRO DA TERRA pois assim você poderá entender mais sobre esse intenso e maravilhoso país.

Localização ad Islândia (centro da imagem)


FONTE DAS IMAGEM: http://graosdeareia.files.wordpress.com/2010/04/vulcao-eyjafjallajokull-islandia.jpg

Texto enviado por Valber dos Santos, aluno de Fisiologia da Terra, BHu, UFVJM.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Pompéia: a cidade enterrada pelas cinzas do Vesúvio


Pompéia foi uma cidade do Império Romano situada a 22km da cidade de Nápoles , na Itália.
A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C , que provocou uma intensa chuva de cinzas , que sepultou completamente a cidade. 


As cinzas, petrificadas, protegem até hoje as construções e objetos dos efeitos do tempo, também conservando os corpos das vítimas.

Pompéia se tornou um museu a céu aberto , proporcionando várias descobertas sobre a época.





( As imagens acima provém do Wikimedia commos).

Texto formulado por Karine Stefany, aluna do Fisiologia da Terra,  Bacharelado em Humanidades da UFVJM.

sábado, 21 de setembro de 2013

Existem vulcões no Brasil?


Os vulcões ativos são aberturas na crosta da Terra por onde escapam magma (rocha derretida) e gases. 

A superfície do planeta é quebrada em pedaços, chamados placas tectônicas, e sobre as bordas dessas placas está a maior parte dos vulcões.O Brasil não está perto da borda e por isso não temos vulcões. Mas, há milhões de anos, as placas estavam distribuídas de outra forma e havia muitos vulcões por aqui, que hoje estão extintos. 

A região amazônica abriga o vulcão mais antigo já descoberto, com cerca de 1,89 bilhão de anos. 

curiosidades-vulcoes

Fonte da Informação: http://www.recreio.com.br/fique-ligado/no-brasil-ha-vulcoes

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Maior vulcão da terra é descoberto no Oceano Pacífico



Um vulcão do tamanho do Novo México ou das Ilhas Britânicas foi identificado sob o Oceano Pacífico, cerca de 1.600 km a leste do Japão, tornando-se o maior vulcão da Terra. Chamado de Tamu Massif, pensava-se que este gigante era um composto de estruturas menores. Depois de estudar amostras de rochas, o grupo de cientistas da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, acredita que o vulcão é o responsável pela formação da cordilheira submarina Shatsky.

William Sager, professor do Departamento de Ciências Atmosféricas e da Terra da Universidade de Houston, começou a estudar o vulcão há 20 anos. Os cientistas já sabiam sobre a cadeia montanhosa submarina Shatsky desde o início do século 20, quando foi mapeada, segundo Sager: “Sabíamos que era uma grande cordilheira, mas nós não sabíamos o que a estrutura era e como se formou”. Até então os cientistas pensavam que a ascensão Shatsky era um composto de vários vulcões, em um processo similar à forma como a principal ilha do Havaí formada pela erupção de cinco vulcões separados que estavam nas proximidades.

 
Tamu Massif mede cerca 450 por 650 km ou mais de 100.000 quilômetros quadrados. Seu topo fica a cerca de 2.000 metros abaixo da superfície do oceano, enquanto a base se estende até cerca de 6,4 km de profundidade. Tamu Massif supera o maior vulcão ativo na Terra, Mauna Loa, no Havaí, que mede cerca de 200 quilômetros quadrados, ultrapassando até o famoso Monte Olimpo de Marte.

Megavulcões: Tamu Nassif não é tão alto quanto Mauna Loa, mas é o mais extenso vulcão da terra ultrapassando o Monte Olimpo em Marte.
Fonte: http://www.nature.com.
Além do tamanho, o Tamu Massif também se destaca por seu formato: é um vulcão-escudo, nome dado aos vulcões que têm forma de uma larga montanha, com o perfil de um escudo. Ele é relativamente baixo e amplo, o que indica que a lava expelida deve ter percorrido longas distâncias antes de resfriar, diferentemente da maioria dos vulcões, que costumam ser pequenos e verticais.

A inclinação no interior das camadas de lava do vulcão Tamu Massif indica que este se formou a partir de uma abertura vulcânica central.
Fonte: William Sager, University of Houston.


A equipe de pesquisadores estudou amostras de núcleo e constatou que a enorme massa de basalto que compõe o vulcão entrou em erupção a partir de uma única fonte. A equipe também realizou análises geoquímicas a partir de amostras do núcleo extraídas do maciço e descobriram que a enorme estrutura era composta da mesma rocha e da mesma idade.

Na descoberta publicada no jornal científico Nature Geoscience os cientistas da Universidade dizem, contudo, acreditam que possam ainda existir outros vulcões maiores, mas que simplesmente não foram encontrados. Até lá este será o maior do sistema solar.


Fonte da Informação: http://www.comunitexto.com.br/

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Como é possível descobrir o que há no interior de nosso planeta?



Um jovem e seu tio resolvem viajar ao centro da Terra. Dirigem-se, então, à cratera de um vulcão na Islândia, que acreditam ser a porta de entrada para o interior do planeta. Na incrível aventura, encontram um mundo subterrâneo repleto de surpresas que vão de oceanos a dinossauros. Parece fantástico? E é, mas trata-se apenas de uma história de ficção. O livroViagem ao centro da Terra, do francês Julio Verne, não se aproxima nem um pouco da realidade.

Até hoje, quase 150 anos depois do lançamento do livro, enveredar-se pelo interior do planeta é impossível para o homem e, ainda que a viagem se tornasse real, o que encontraríamos seria bem diferente.

A Terra é dividida em três partes principais: núcleo, manto e crosta. O núcleo é formado por ferro e níquel, metais que aparecem em estado sólido na parte mais interior e líquido na camada externa. Ao todo, o núcleo tem cerca de 7 mil quilômetros de diâmetro e corresponde a um terço da massa total do planeta.

“A segunda camada, que fica entre o núcleo e a crosta, é chamada de manto. Ela tem 2,9 mil quilômetros de espessura e é composta principalmente de silicato de magnésio e ferro”, conta o geólogo Roberto Cunha, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ao contrário do que muita gente pensa, o manto é sólido, e não líquido. “Em alguns locais, quando ocorre uma diminuição da pressão ou um aumento de temperatura – durante um terremoto, por exemplo –, uma pequena porção do manto pode se fundir, dando origem à lava dos vulcões”, explica o pesquisador.


A Terra tem, no total, 12,7 mil quilômetros de diâmetro. Sua estrutura está dividida em crosta (a parte mais externa), manto e núcleo (Imagem cedida pelo pesquisador)

Por fim, a última camada é a crosta terrestre, onde nós vivemos. Roberto explica que a espessura da crosta varia entre cinco quilômetros, no fundo dos oceanos, até mais de 80 quilômetros, nos continentes. É nessa camada que se encontram rochas como granito e basalto.

Investigação subterrânea

Você deve estar se perguntando: como podemos saber o que realmente há em todas essas camadas do planeta, se é impossível chegar até o interior da Terra?

Alguns aparelhos especiais tentam perfurar a crosta terrestre para alcançar camadas mais profundas e retirar amostras para análise. “A perfuração mais profunda foi feita na Península de Kola, na antiga União Soviética, nos anos 1970, e atingiu cerca de 12 quilômetros, mas o projeto foi encerrado”, conta Roberto. “Hoje, o navio japonês Chikyu está perfurando o fundo do Oceano Pacífico, perto da Nova Zelândia”.
O navio Chikyu (que quer dizer “Terra”, em japonês) tem como objetivo alcançar cerca de 7,5 quilômetros de profundidade, tentando atingir o manto da Terra. O projeto deve se estender até março de 2013 (Foto: Wikimedia Commons)


Perfurar a crosta terrestre é um projeto caro e trabalhoso, mas existem outras formas de descobrir os materiais que formam a Terra. “Quando ocorre um terremoto, as ondas de choque – também chamadas ondas sísmicas – atravessam todo o planeta, sendo detectadas por uma rede de sismógrafos espalhadas pelo mundo”, explica Roberto (saiba como funciona o sismógrafo na CHC 183). “A velocidade dessas ondas varia com o tipo de material que elas atravessam. Então, o atraso na velocidade de cada onda dá pistas sobre o material que foi atravessado”.

Além de ficar de olho nos terremotos, os cientistas usam simulações em computador para investigar o centro da Terra. “As simulações são importantes porque tentam representar as condições do interior do planeta, que são inacessíveis para nós”, ressalta o pesquisador. “Para fazer essas simulações, usamos dados das ondas sísmicas, do calor que emana da Terra e das lavas que são trazidas até a superfície pelos vulcões, entre outras informações”.

Fonte da Informação: Texto de Catarina Chagas, no site: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/