Visitas ao Blog do GAIA

Mostrando postagens com marcador Estrelas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estrelas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Como diferenciar uma estrela de um planeta?


Olhando para o céu a noite, a maioria das pessoas acha que os astros presentes, além da Lua, são as estrelas. Ledo engano!
Além da Lua e das estrelas, estão presentes também os planetas do nosso sistema solar, sendo que os mais visíveis são Vênus e Marte.
Mas como diferenciar um planeta de uma estrela?
Ao olharmos o céu noturno com atenção, conseguimos observar: estrelas que parecem "piscar" e outras com brilho fixo. 

As estrelas "piscantes" são estrelas mesmo. A "estrelas" com brilho fixo são planetas.

O pisca-pisca das estrelas no céu noturno é causado por turbulências na atmosfera da Terra. 
A imagem de uma estrela é basicamente um ponto de luz no céu. Quando a atmosfera se agita, a luz emitida por uma estrela sofre um efeito de refração e é desviada em diversas direções. Por isso, a imagem da estrela sofre leves alterações de brilho e posição, e ela fica “piscando”.



Fonte: http://fisicanossa.blogspot.com.br/

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O que são estrelas cadentes? e Meteoros? e Meteoritos? e cometas?


É muito comum vermos, em noites estreladas, as chamadas “estrelas cadentes”, assim como é comum lembrarmos, que ao vermos estes corpos cruzando os céus, temos que fazer um pedido. Mas, o que são estrelas cadentes? 

Estrelas cadentes não passam de um fenômeno luminoso que acontece na atmosfera terrestre ocasionada pelo atrito entre corpos sólidos vindos do espaço, os chamados meteoros.

Os meteoros são rochas espaciais que entram na atmosfera a uma velocidade de 250 000 km/h e se incandescem devido ao atrito. Isso ocorre a uma altura de aproximadamente 50km, da superfície da Terra, e dura apenas alguns segundos. Alguns desses corpos se desintegram e ionizar o ar dando origem a um rastro luminoso, como vimos nos noticiários há poucos dias atrás,  que pode ser visto na Rússia.

Imagem do meteoro se desintegrando nos céus da Rússia. Fonte da Imagem:
http://www.oficinadanet.com.br//imagens/post/9894/td_meteorito_russia.jpg

Chuva de meteoros é um evento em que um grupo de meteoros é observado irradiando de um único ponto no céu (radiante). Esses meteoros são causados pela entrada de detritos na atmosfera a velocidades muito altas. Numa chuva de meteoros, esses detritos geralmente são resultado de interações de um cometa com a Terra, em que material do cometa é desprendido de sua órbita, ou quando a Terra cruza essa órbita. A maior parte dos meteoros são menores do que um grão de areia e por isso quase sempre se desintegram e não atingem a superfície do planeta. Chuvas intensas e incomuns de meteoros são também chamadas de surtos ou tempestades de meteoros, nas quais são vistos mais de mil meteoros por hora.

Chuva de meteoros. Fonte da imagem: http://info.abril.com.br/images/materias
/2012/12/chuva-meteoritos-20121212130253.jpg


Quando meteoros atingem a superfícies causando estragos em casas e automóveis, esses são chamados de meteoritos, e são de grande importância astronômica, pois ajudam os cientistas a entender a origem do Sistema Solar e a composição química dos corpos celestes e do planeta Terra quando foi formado, há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás.


Meteorito encontrado em propriedade rural de Varre-Sai, no estado do Rio de Janeiro
 em 2010. Wellinton Rangel/Divulgação. Fonte da imagem: http://www.estadao.com.br/noticias/
vidae,queda-de-meteorito-movimenta-a-cidade-de-varre-sai-(rj),584730,0.htm



Já o cometa é um corpo menor do sistema solar que quando se aproxima do Sol passa a exibir uma atmosfera difusa, denominada coma, e em alguns casos apresenta também uma cauda, ambas causadas pelos efeitos da radiação solar e dos ventos solares sobre o núcleo cometário. Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos, variando em tamanho de algumas centenas de metros até dezenas de quilômetros.

Cometa Halley. Fonte da imagem: http://3.bp.blogspot.com/
-UD1N3COp6Eo/T4G-yUlzusI/AAAAAAAAB-4/Z8JwYNJGU4U/s1600/halley.jpg

Em uma noite escura e sem nuvens, podemos observar, cerca de dez estrelas cadentes no intervalo de uma hora, algumas com um estrondo parecido ao de um trovão bem distante.

Fonte das informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

Descoberta a maior galáxia em espiral do Universo



Descoberta a maior galáxia em espiral do Universo
Foto © NASA's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS
Foi "por acidente" que um grupo de astrônomos internacionais se deparou com aquela que é a maior galáxia em espiral do Universo. A surpresa foi possível graças a imagens captadas por satélite que mostram uma explosão de luzes ultravioleta, resultado de uma colisão com uma galáxia menor.
Em comunicado, a NASA, agência espacial norte-americana, explica que a equipa, que contava também com elementos do Observatório Europeu do Sul, no Chile, e da Universidade de São Paulo, no Brasil, se encontrava à procura de dados sobre a formação de novas estrelas nas fronteiras da galáxia NGC 6872.
"Não estávamos à procura de uma espiral. Foi um presente", confessou Rafael Eufrásio, da Universidade Católica da América e membro do Goddard Space Flight Center da NASA, referindo-se às imagens registadas pelo satélite GALEX - Galaxy Evolution Explorer.
Porém, os astrônomos acabaram por se surpreender. A galáxia em causa, a NGC 6872, que fica a 212 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Pavo, já era conhecida por ter uma grande espiral, mas a sua dimensão aumentou, "provavelmente" devido à colisão com a galáxia vizinha IC 4970.
Segundo os cientistas, que já comunicaram a descoberta à American Astronomical Society, a NGC 6872 possui, em média, um tamanho cinco vezes superior ao da nossa galáxia, a Via Láctea, da qual faz parte o planeta Terra.
Eufrásio explicou que "a galáxia que colidiu com a NGC 6872 espalhou estrelas por toda a parte a 500 mil anos-luz de distância" de nós, acrescentando que este achado mostra a forma como as galáxias podem mudar radicalmente de tamanho em consequência de colisões. 
Além dos dados do GALEX, equipamento espacial especializado em descobrir novas estrelas, os cientistas serviram-se de informações obtidas a partir de outros telescópios, concluindo que as estrelas mais jovens, que se encontram nas "bordas" da espiral, se vão movendo em direção ao centro da galáxia à medida que envelhecem.

Para ler mais sobre Astronomia:






Fonte: http://boasnoticias.clix.pt/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Resquícios da formação do Sistema Solar

Encontramos este texto da Professora Sueli Viegas, da USP, no site CLICK CIENCIA. 
Como temos no GAIA o Observatório do Sistema Solar e gostamos de falar da origem do nosso sistema, postamos aqui a coluna da Professora, que explica a formação de uma forma bem bacana. 
Bom proveito na leitura!
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~



Há 4,5 bilhões de anos atrás, na periferia da Via Láctea, um processo tantas vezes repetido teve início mais uma vez: a formação do Sistema Solar. Numa nuvem gigante composta de moléculas e de grãos de poeira, uma parte mais densa que a sua vizinhança acumulou mais e mais matéria graças à atração gravitacional. Quando atinge massa suficiente, inicia a fase de contração, individualizando-se como a nebulosa solar primitiva. Sua rotação cria um achatamento e um disco se forma ao redor da zona central onde a grande concentração de matéria dará origem ao Sol. No disco, cujo raio atinge cerca de 300 vezes a atual distância Sol-Terra, nascerão os planetas a partir do acúmulo de matéria em diferentes pontos.

Esse nascimento não ocorre tranquilamente. Muito pelo contrário, durante cerca de 100.000 anos, o achatamento do disco provoca um aumento de sua densidade e da velocidade de suas moléculas e grãos de poeira. Esse movimento circular, que ocorre num ambiente turbulento e de densidade crescente, leva a colisões entre as partículas. Tudo isso, conjugado com a força gravitacional e efeitos do campo magnético, acaba facilitando a acréscimo de matéria no centro e o aparecimento de uma grande quantidade de condensações no disco – os embriões planetários. O crescimento desses embriões depende do resultado das colisões que continuam ocorrendo. Algumas colisões podem destruí-los. Outras colisões favorecem a aglutinação e o embrião cresce alguns centímetros por ano. Quanto maior o embrião, maior a chance de colidir com os menores e crescer, atingindo uma massa terrestre em cerca de alguns milhões de anos. 

Os planetas gigantes se formaram em 10 milhões de anos. Os maiores, Júpiter e Saturno, atingiram massas 317 e 95 vezes maiores que a da Terra e, provavelmente, ainda estão se movimentando numa órbita muito próxima daquela da época de formação. Já os dois outros planetas, Urano e Netuno, menos massivos , com 14 e 17 massas terrestres, foram mais suscetíveis a desvios da órbita devido às colisões com outros corpos em formação e à atração exercida pelos outros dois gigantes. Simulações numéricas confirmam que ambos devem ter crescido orbitando numa região do disco interna à órbita de Júpiter e nos milhões de anos seguintes, acabaram migrando para suas órbitas atuais, além de Saturno.

O tempo de formação dos planetas menores, Mercúrio, Venus, Terra e Marte, foi mais longo, entre 50 a 100 milhões de anos, com colisões e fusões com outros pré-planetas que cruzavam suas órbitas. A Lua foi formada numa dessas colisões.Nessa centena de milhões de anos, o Sol evoluiu e chegou à fase de fusão de hidrogênio no seu núcleo que garante o seu brilho desde então. Os planetas formados continuam sua translação ao redor do Sol nas órbitas bem estabelecidas. Tudo parece tranquilo. Será?

Vestígios da infância

Certamente o processo de formação das estruturas dos Sistema Solar, isto é, Sol, planetas e satélites, não foi 100% eficiente. Nem todo o material disponível acabou num dos grandes corpos. Parte dele foi expelido nas colisões da fase de formação e se perdeu no espaço. A outra parte dos detritos continua aprisionada pela força gravitacional do Sol e dos planetas. Esses detritos carregam na sua composição química os vestígios da infância do Sistema Solar. Vez por outra, algum desgarrado, cuja órbita intercepta a dos planetas internos, passa perto da Terra e vira notícia.

Esses resquícios, sem forma definida, têm tamanhos variáveis e podem atingir uma dimensão de dezenas de metros a centenas que quilômetros. Os chamados asteróides se localizam principalmente entre Marte e Júpiter, no chamado cinturão de asteróides. São agregados de minerais, gelo e metais, que resistiram ao aquecimento pela luz solar. Embora possam existir alguns milhões desses objetos, o total da massa nesse cinturão atinge apenas 4% da massa da Lua.

Mais distante, além da órbita de Netuno, encontra-se o chamado cinturão de Kuiper, astrônomo holandês que propôs em 1951 a possível existência de detritos nessa região, confirmada em 1977. Esses detritos são constituídos de substancias voláteis congeladas: água, metano e amônia, revelando que escaparam das regiões mais quentes e mais próximas do Sol, mas podem ter sua órbita modificada por colisões e voltar como cometas. O mais famoso é o Halley, que revisita a Terra a cada 76 anos.

Também na década de 1950, um outro astrônomo sugeriu a existência de uma de uma região esférica bem mais distante, envolvendo o Sistema Solar, que leva seu nome Nuvem de Oort. Esta seria também um berçário de cometas formada pelos detritos expelidos para além do cinturão de Kuiper na época das grandes colisões. Embora não haja uma confirmação observacional direta, essa hipótese é aceita pelos astrônomos como origem dos cometas de longo período, isto é, de 200 anos ou mais.



No painel acima, a distância ao Sol é indicada em minutos-, horas- ou anos-luz. A distância Sol–Terra e cerca de 8 minutos-luz. Para os dois cinturões, são dados o valor do raio das bordas interna e externa; e para a nuvem de Oort é listado seu raio.

Cometas, Asteróides e Meteoros

Os cometas, que trazem notícias de regiões mais distantes, são congelados mas ao se aproximarem mais e mais do Sol perdem parte do seu revestimento de poeira e gás,formando uma cauda. O aparecimento do cometa Halley foi registrado na antiguidade por chineses, babilônios; na Idade Média por europeus, e, na duas últimas passagens (1910 e 1985-1986) por muitos observadores. O painel ao lado mostra parte dos 70 metros da tapeçaria Bayeux, que conta a história da conquista da Inglaterra pelos normandos ocorrida no ano da visita do cometa. A visita de 1910 está representada num cartão postal sueco em 1910, mostrando a Lua e o Sol puxando o cometa que amedronta a Terra.

Na sua última passagem, o Halley pode ser estudado pela sonda espacial Giotto (ESA) cujas imagens revelaram um núcleo alongado com cerca de 15 quilômetros e uma cauda extensa que por efeito da pressão luz solar pode atingir milhões de quilômetros. Se o núcleo do cometa fosse do tamanho de uma cabeça humana, sua cabeleira teria cerca de uma dezena quilômetros!
A observação dos asteróides é dificultada pela distância e tamanho. Sem emitir luz própria, são vistos por telescópios ópticos quando refletem a luz solar em quantidade suficiente. A imagem do asteróide Eros é mostrada abaixo.


Amorfo, ele se aproxima da Terra, pois sua órbita cruza a de Marte. Com temperaturas baixas, sua observação é facilitada pelo uso de detetores de radiação infra-vermelha. Colocados em telescópios terrestres ou sondas espaciais fornecem dados mais detalhados desses objetos.

Já Ceres, mostrado abaixo,descoberto em 1801,foi considerado o maior asteróide conhecido. Entretanto, sua forma esférica (diâmetro de 950 km) lhe valeu a re-classificação como planeta anão ao lado de Plutão.



O efeito gravitacional do planetas, assim como perturbações geradas pela movimentação do Sol e sua corte no disco da Galáxia, podem induzir mudanças nas órbitas desses andarilhos, aproximando-os ou afastando-os da Terra. A aproximação facilita a observação. Por outro lado, podem ser atraídos pela Terra, entrar na atmosfera, aquecer por fricção e brilhar – são os meteoros, também conhecidos por estrelas cadentes. Sua luz permite estudar sua composição. Os pequenos queimam completamente, os maiores, reduzidos de tamanho pela queima, atingem a superfície (meteoritos) e são objeto de estudo.

Na vizinhança e muito mais distante

Um grupo de astrônomos do Observatório Nacional, chefiado pela Dra. Daniela Lazzaro, acaba de instalar um telescópio robótico no Sertão de Itaparica, PE, para observação remota e monitoramento de asteróides cuja órbita os aproxima da Terra.

O projeto IMPACTON, em parceria com instituições da França, Alemanha e Estados Unidos, conta com um telescópio de 1,0 metro de diâmetro com detetor operando em luz visível e infravermelha. Os resultados fornecerão informações sobre as propriedades físicas de muitos objetos, permitindo estudos estatísticos mais sólidos, assim como alvos para observação por telescópios maiores, consolidando resultados anteriores, além de prevenir encontros desagradáveis.

Desde a época em que cometas eram mensageiros de boas ou más notícias até hoje, muito se aprendeu sobre o Sistema Solar. Entretanto, a necessidade de acumular mais dados continua. Seja para aprofundar ainda mais o conhecimento do nosso entorno, seja para desvendar os mistérios dos novos sistemas estrela-planetas que tem sido descobertos.

De fato, recentemente foram detectados, pelo telescópio infravermelho espacial Spitzer/NASA, cometas bombardeando a estrela Eta Corvis, localizada a cerca de 60 anos-luz do Sol, além de disco de detritos relativamente, a menos de 25 minutos-luz da estrela, que deve ser resultado de colisões planetárias e cometárias. Esses resultados complementam observações com o satélite espacial IRAS na década de 1990, que indicaram a presença de de um disco mais distante, a cerca de 20 horas-luz – equivalente ao cinturão de Kuiper.

Nos próximos anos, descobertas desse tipo devem se acumular, alegrando os astrônomos e estimulando a curiosidade de jovens e adultos.



Fonte: http://www.clickciencia.ufscar.br/portal/edicao26/


A Professora Sueli Viegas é professora titular do Departamento de Astronomia da USP, é doutora em Astrofísica pela Universidade de Paris. Foi chefe do Departamento de Astronomia, assessora do CNPq e da Capes, pesquisadora visitante em várias universidades no exterior, representante brasileira na Rede Latino-americana de Astronomia, coordenadora do Núcleo de ExcelênciaGaláxias: Formação, Evolução e Atividade e do Núcleo de Pesquisa em Astrofísica da USP. Em 2005, foi agraciada com o prêmio Pesquisador Emérito do CNPq. Após sua aposentadoria, tem se dedicado à popularização da astronomia.

sábado, 4 de agosto de 2012

Imagem do Dia: A Galáxia Sombrero




Crédito da Imagem: NASA/STScI/AURA


O Telescópio Espacial Hubble treinou seu olho afiado em uma das galáxias mais imponentes e fotogênicas do Universo, a Messier 104. A indicação da galáxia é caracterizada pela cor  branco brilhante, o núcleo bulboso rodeado pelas faixas de poeira espessa que compõem a estrutura espiral da galáxia. Como visto da Terra, a galáxia é levemente inclinada. Pode ser vista a partir de  seis graus ao norte do seu plano equatorial. Esta galáxia brilhante foi nomeada  Sombrero, porque na luz visível se assemelha a um chapéu de amplas bordas mexicanas.



M104 está um pouco além do limite do olho nu, mas é facilmente vista por meio de pequenos telescópios. Encontra-se no extremo sul do aglomerado de Virgem. É um dos objetos mais maciços nesse grupo,  e equivale a 800 bilhões de estrelas do tamanho do nosso Sol!  A galáxia possui 50.000 anos-luz de diâmetro e está situada a 28 milhões de anos-luz da Terra.



Pelas imagens obtidas por Hubble e Spitzer acredita-se que a Messier 104 ou Sombrero  deva ser 10 vezes maior que a órbita de nossa galáxia, a Via Láctea. As idades dos grupos são semelhantes à Via Láctea, que varia de 10-13 bilhões de anos. 


O Hubble levou essas observações, em Maio-Junho de 2003 com câmera avançada do telescópio espacial para pesquisas. As imagens foram tomadas em três filtros (vermelho, verde e azul) para produzir uma imagem de cor natural.

Este texto foi traduzido a partir do texto em inglês que pode ser lido na íntegra pelo site:
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA15226


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Imagem do dia - Nascimento de uma estrela

Crédito da imagem:
NASA / ESA / STScI / J. Hester e P. Scowen (Arizona State University)


Eerie é o nome dado a estas estrelas recém nascidas, que se assemelham a bolsões de gás interestelar chamados glóbulos gasosos de evaporação (ovos). Hubble descobriu os "ovos" na Nebulosa da Águia, uma região de formação de estrelas perto de 7.000 anos-luz da Terra, na constelação Serpens.


Estas imagens impressionantes tem como características as salientes das colunas monstruosas de gás frio e poeira na Nebulosa da Águia (também chamada de M16). As colunas, apelidadas de "troncos de elefantes", se projetam da parede de uma vasta nuvem de hidrogênio molecular, como estalagmites aumento acima do chão de uma caverna. Dentro das torres de gases, que são anos-luz de comprimento, o gás interestelar é denso o suficiente para entrar em colapso sob seu próprio peso, formando jovens estrelas que continuam a crescer à medida que se acumulam mais e mais massa de seus arredores.

Esta imagem foi obtida em 1995 pelo Telescópio Espacial Hubble. A cor da imagem é construída a partir de três imagens separadas tomadas à luz de emissão dos diferentes tipos de átomos. A cor vermelha indica emissão de isoladamente ionizados átomos de enxofre. Verde mostra emissão de hidrogênio. Azul claro mostra emitida por átomos de oxigênio duplamente ionizadas.

Este texto foi traduzido e pode ser lido na íntegra no site: 
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA12108



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Imagem do Dia - A morte de uma estrela

Crédito da Imagem:  NASA/JPL-Caltech/ESA


Seiscentos e cinquenta anos-luz de distância, na constelação de Aquário, uma estrela morta que se recusa a desaparecer de forma pacífica. Na morte, ele está expelindo grandes quantidades de gás quente e intensa radiação ultravioleta, criando um objeto espetacular chamada de "nebulosa planetária".


Nesta imagem em falsa cor, obtida pelos telescópios espaciais Spitzer e Hubble da NASA, podemos observar a nebulosa Helix, em detalhes sem precedentes. A imagem composta é composta de dados visíveis do Hubble e dados de infravermelho do Spitzer.

A estrela morta, chamada anã branca, pode ser visto no centro da imagem como um ponto branco. Todo o material colorido gasoso visto na imagem fazia parte da estrela central, mas foi perdida nos estertores da morte da estrela em seu caminho para se tornar uma anã branca. A intensa radiação ultravioleta que está sendo lançado pela anã branca é o aquecimento e desestabilização das moléculas em seu ambiente circundante, a partir de dentro para fora.

Como um fogão elétrico lentamente a aquecer a partir do primeiro centro, as moléculas de gás mais quentes e mais instável pode ser visto no centro da nebulosa como tufos de azul. A transição para moléculas mais estáveis ​​e mais frio é claramente representado como a cor das alterações de gás a partir de muito quente (azul) para quente (amarelo) e quente (vermelho).



Uma característica marcante da Helix, revelado pela primeira vez por terrestres imagens, é a sua coleção de milhares de estruturas filamentosas, ou filamentos de gás. Nesta imagem, os filamentos podem ser vistos sob a gás azul transparente como linhas vermelhas irradiando para fora do centro. Astrônomos acreditam que as moléculas em estes filamentos são capazes de permanecer mais  estáveis pois grupos densos de materiais são protegidos contra a radiação ultravioleta.

O texto acima é uma tradução obtida a partir do texto que acompanha a imagem da NASA. Pode ser lido na íntegra no site: http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA03678

domingo, 22 de abril de 2012

Estrelas cadentes podem ser vistas até o dia 26 de Abril


Uma chuva de meteoros poderá ser vista entre os dias de 16 a 26 de Abril a partir da meia noite até o amanhecer na constelação de Lira (daí o nome da chuva de meteoros). Neste ano de 2012, as condições para a observação da chuva de meteoros serão favoráveis, pois a Lua está em Fase Minguante, passando para Lua Nova, e nascendo a cada dia mais tarde no céu.

Como bolas incandescentes, elas passam pelo céu, deixando rastros luminosos. Os bólidos maiores podem ser vistos inclusive de dia.

Para observar uma chuva de meteoros, não é necessário o uso de qualquer instrumento astronômico como lunetas, telescópios ou binóculos, basta um ambiente bem escuro, de preferência. Assim, procure um local escuro, se possível livre da poluição luminosa dos grandes centros; caso não seja possível, um quintal escuro onde pode-se observar o horizonte Norte livre. Fique pelo menos 30 min na escuridão antes do início da chuva de meteoros pois deste modo, sua pupila dilatará e você poderá detectar meteoros de brilho mais tênue.

A origem dos Lirídeos é a poeira cósmica que ficou da cauda do cometa Thatcher, que a Terra atravessa em abril de cada ano. O próprio cometa passou perto da Terra em 1861, e passará novamente, podendo ser visto em 415 anos. As partículas da cauda do cometa queimam, entrando na atmosfera terrestre, e é assim que aparecem as “estrelas cadentes”. O grupo dos Lirídeos é imprevisível.


A estrela cadente pode ser vista no centro da imagem como um rastro luminoso atravessando a atmosfera da Terra(Nasa / Ron Garan