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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

5 Minerais Mais Raros do que os Diamantes


Os diamantes são muito valiosos, mas, apesar de sua raridade, há uma confortável oferta dessa pedra preciosa para a confecção de belas joias. No entanto, esse não é o caso de outros minerais, que podem ser muito escassos. Alguns estão em vias de esgotamento.

Painita



A painita foi descoberta em 1950 por Arthur C. D. Pain. Em 2005, o Guiness Book of World Records declarou a painita o mineral mais raro do mundo. Até então, só existiam 25 exemplares no mundo.

No entanto, foram descobertas novas minas de painita, onde foram encontrados milhares de exemplares. Apesar disso, o mineral ainda é um dos mais raros do mundo.

Alexandrita



A Alexandrita é uma gema incrível, já que muda de cor de acordo com luz. Sob a luz do sol ela parece verde, ao passo que sob uma lâmpada incandescente a gema fica avermelhada.

Acredita-se que o filandês Nils Gustaf Nordenskiöld tenha descoberto a alexandrita. Ele batizou a gema em homenagem ao futuro Czar Alexandre II da Rússia.

Tanzanita



Se um dia você for comprar uma joia com tanzanita, provavelmente ouvirá a seguinte frase: “as tanzanitas são mil vezes mais raras do que um diamante”. Talvez isso seja verdade, já que a oferta de tanzanita é muito limitada. Ela só é encontrada em algumas regiões próximas ao Monte Kilimanjaro.

A tanzanita é o apelido de um mineral chamado zoisite azul. A Tiffany & Co teve papel fundamental no batismo da gema. Buscando explorar a raridade da pedra preciosa, a Tiffany & Co começou a fabricar joias com o mineral. No entanto, como zoisite azul não soava muito bem, passou a comercializar a gema como tanzanita, já que, na época, só era encontrada na Tanzânia.

Esmeralda Vermelha



O berilo vermelho ou esmeralda vermelha foi descrito pela primeira vez em 1904. Embora faça parte do mesmo grupo químico da água marinha e da esmeralda, é considerada bem mais rara.

A esmeralda vermelha pode ser encontrada em poucas partes de Utah e do Novo México. É um mineral extremamente difícil de se explorar. Assim, alguns cientistas estimam que a esmeralda vermelha seja 8000 vezes mais rara do que os rubis de melhor qualidade.

Turmalina Paraíba



Em 1989, foi descoberta, em São José da Batalha, Paraiba, a turmalina Paraíba, com uma cor verde ou verde-azulada, bem diferente das variedade conhecidas de turmalina. Hoje, a turmalina paraíba é variedade mais cara de todas e encanta o mundo com seu aspecto neon.

Mais rara do que os diamantes, a turmalina paraíba tem oferta limitada e as jazidas estão em vias de esgotamento. Ela pode ser encontrada em São José da Batalha, no Rio Grande do Norte, Moçambique e Nigéria.

Fonte: http://blog.poesie.com.br/

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O que são quilates?

Foto de mais de quinhentos quilates de pequenos diamantes da região de Diamantina,
MG. Fotografia de Juvenal Pereira do Livro Minerais e Pedras Preciosas do Brasil.


Um quilate é uma unidade de peso para diamantes e outras pedras preciosas. Um quilate é igual a 200 miligramas (0,200 grama, o que equivale a dizer que 1 grama = 5 quilates). Além disso, é importante saber que no mercado de diamantes, principalmente, o termo “ponto” é muito utilizado. 1 quilate equivale a 100 pontos (1ct = 100 pontos ou 1 ponto = 0,01 ct).



Por outro lado, o quilate simbolizado pela letra “K” tem outro sentido. Ele é utilizado como medida de pureza para o ouro. Nesse caso, o quilate expressa a quantidade de ouro em determinada liga. O ouro 24K é o ouro puro – ouro fino –, ou seja, 24 de 24 partes são ouro. Como o ouro puro é muito frágil e mole, ele geralmente é fundido a outros metais. Então, o ouro 18K, por exemplo, é composto por 18 partes de ouro e 6 partes de outros metais (75% de ouro e 25% outros metais). Portanto, 24K é a medida referência, que significa, teoricamente, um produto com 100% de ouro.
O termo em inglês para o quilate como medida de pureza é o karat.

Em suma:
Quilate = carat = ct Nesse caso, o quilate é uma medida de peso.
Quilate = karat = K  Nesse caso, o quilate é uma medida relativa de pureza do ouro.


De onde veio essa unidade de pureza tão engraçada? Acontece que uma moeda de ouro alemã chamada marco era comum há cerca de mil anos. Ela pesava 24 quilates (4,8 gramas). A pureza do ouro na moeda foi expressa com o número de quilates de ouro presente nessa moeda de 24 quilates.


Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br
http://blog.poesie.com.br/diamantes/o-que-e-quilate/

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Como as ostras fazem as pérolas?

A maioria das jóias são confeccionadas usando-se metais preciosos e pedras preciosas encontradas no solo, porém as pérolas são encontradas dentro de uma criatura viva, a ostra. As pérolas são resultado de um processo biológico - é a maneira da ostra se proteger de substâncias estranhas.

As ostras não são os únicos moluscos que podem produzir pérolas: mexilhões e amêijoas (espécies de mariscos) também produzem pérolas, mas esta é uma ocorrência muito mais rara. A maioria das pérolas são produzidas pelas ostras, tanto em ambientes de água doce quanto de água salgada. Para entender como as pérolas são formadas nas ostras, você deve primeiro entender a anatomia básica de uma ostra...

Ostras são bivalves, o que significa que suas conchas são formadas de duas partes, as valvas. As valvas das conchas são mantidas juntas por um ligamento elástico. Este ligamento é posicionado onde as valvas se juntam, e usualmente as mantém abertas para que as ostras possam se alimentar.

Essas são as partes de uma ostra dentro da concha:
boca (palpus)
estômago
coração
intestinos
guelras
ânus
músculo abdutor
manto

Como a ostra cresce de tamanho, sua concha também deve crescer. Omanto é um órgão que origina a concha da ostra, usando os minerais dos alimentos. O material criado pelo manto é chamado madrepérola. A madrepérola alinha o interior da concha.

A formação de uma pérola natural começa quando uma substância estranha desliza para dentro da ostra, entre o manto e a concha, o que irrita o manto. A reação natural da ostra é cobrir esta irritação para se proteger. O manto cobre a irritação com camadas da mesma substância de madrepérola, que é usada para criar a concha. Isto eventualmente forma uma pérola.

Portanto, uma pérola é uma substância estranha coberta com camadas de madrepérola. A maioria das pérolas que vemos nas joalherias são objetos bem redondos, e são as mais valiosas. Nem todas as pérolas se saem tão bem assim. Algumas pérolas possuem um formato irregular - estas são chamadas pérolas barrocas. As perolas, como você provavelmente já notou, possuem grande variedade de cores, incluindo branca, preta, cinza, vermelha, azul e verde. A maioria das pérolas podem ser encontradas por todo o mundo, mas as pérolas pretas são nativas do sul do Pacífico.

As pérolas cultivadas são criadas pelo mesmo processo que as pérolas naturais, mas claro, com uma mãozinha dos criadores. Para criar uma pérola cultivada, o criador abre a concha da ostra e faz uma pequena fenda no tecido do manto. Pequenas irritações são então inseridas por baixo do manto. Em pérolas cultivadas em água doce, cortar o manto da ostra é o suficiente para induzir a secreção de madrepérola que produz uma pérola sem que para isso um corpo estranho tenha que ser inserido.

Apesar das pérolas cultivadas e naturais serem consideradas de igual qualidade, pérolas cultivadas tem geralmente um valor menor, já que não são tão raras.

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br