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sábado, 1 de março de 2014

Em quais períodos do ano se vê mais as Auroras?



As Auroras Boreal e Austral são fenômenos visuais que ocorrem nas regiões polares do nosso planeta. Podem ser vistas no final da tarde e a noite á olho nu, nas regiões onde ocorrem em função dos ventos solares com o campo magnético do planeta. Em momentos de tempestades solares, a terra é atingida por grandes quantidades de luzes, são nesses períodos que as auroras são mais visíveis. 

 Estes fenômenos são mais comuns entre os meses de fevereiro, março, abril, setembro e outubro. Quando a aurora ocorre no polo norte é chamada de Boreal, quando é no polo sul é chamada de Austral. As cores podem variar muito, podendo ser vermelha, laranja, azul, verde e amarela. Efeitos visuais magníficos, pela beleza e atração.

http://img.wallpapergang.com/91processed/aurora%20borealis.jpg
Texto enviado por Daniel Gomes, aluno de Fisiologia da Terra.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O que é o campo magnético da Terra?


O campo magnético terrestre assemelha-se a um dipolo  magnético com seus polos próximos aos polos geográficos da terra. Uma linha imaginária traçada entre os polos sul e norte magnéticos apresenta uma inclinação de aproximadamente 11,3º relativa ao eixo de rotação da Terra. A teoria do dínamo é a mais aceita para explicar  a origem do campo. Um campo magnético, genericamente, se estende infinitamente. Um campo magnético vai se tornando mais fraco com o aumento da distância da sua fonte. Como o efeito do campo magnético terrestre se estende por várias dezenas de milhares de quilômetros, no espaço ele é chamado de magnetosfera da Terra. 

http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/03/campo-magnetico-terra.jpg       

http://sec.gsfc.nasa.gov/popscise.jpg

O campo é semelhante ao de um ímã de barra, mas essa semelhança é superficial.
localização dos polos não é estática, chegando a oscilar vários quilômetros por ano. Os dois polos oscilam independentemente um do outro e não estão em posição diretamente opostas no globo. Atualmente o polo sul magnético distancia-se mais do polo norte geográfico que o polo norte magnético do polo sul geográfico.


Texto de Paulo Henrique M.S.; Fisiologia da Terra, UFVJM

terça-feira, 30 de abril de 2013

Por que o céu na Lua é escuro?

A luz que vem do Sol é branca, ou seja, é composta por todas as cores. A atmosfera é transparente e permite a passagem de todas estas cores até a superfície. No entanto, uma parcela da luz branca pode ser espalhada pelas moléculas que compõem o ar. Espalhamento é o processo em que a luz sofre um desvio na sua direção original quando encontra partículas pequenas. 
Na atmosfera terrestre estas partículas são principalmente as moléculas de nitrogênio (N2) e de oxigênio (O2). A eficiência do espalhamento depende do comprimento de onda da luz, isto é, de sua cor. As moléculas do ar espalham muito mais a luz azul do que as de outras cores.
A luz que chega até nós pode vir diretamente do Sol, e neste caso ela é branca, ou pode ser resultado do espalhamento na atmosfera, e aí só veremos a luz azul espalhada. Por isso vemos o céu azul. Se a luz espalhada fosse de outra cor veríamos o céu de outra cor. Isto acontece, por exemplo, em Marte, onde a atmosfera é composta principalmente por dióxido de carbono (CO2) que espalha também comprimentos de onda maiores o que dá ao céu uma cor mais esverdeada. Acontece também no nascer e no pôr do Sol. Nestes momentos a luz do Sol atravessa grandes extensões da atmosfera mais baixa onde se encontra grande quantidade de partículas de sal e de poeira que são mais eficientes no espalhamento de luz de comprimento de onda maior, tornando o céu avermelhado.


E na Lua? Na Lua não existe uma atmosfera que espalhe a luz. Assim quando olhamos para o céu não vemos nenhuma luz, exceto quando olhamos para uma estrela ou outros objetos luminosos. E quando não vemos nenhuma luz vemos preto. Por isso o céu na Lua é escuro.

Fonte: http://fisicanossa.blogspot.com.br/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Preservação do oceano: questão de sobrevivência



As águas, especialmente os oceanos, estão cada vez mais esgotadas pela pesca excessiva e pelos altos índices de poluição, e apesar de serem as responsáveis pelo funcionamento do planeta, produzindo 70% do oxigênio atmosférico, são altamente negligenciadas nos estudos referentes a mudanças climáticas e não contam com políticas de proteção e conservação.

Proporcionalmente, o mundo passou de dois bilhões para sete bilhões de habitantes em um período de aproximadamente 80 anos, no entanto, nenhum estudo ou lei evoluiu na mesma intensidade para proteger os oceanos, rios e lagos de forma a suprir as necessidades desses cinco bilhões a mais sem prejudicar os maiores provedores de oxigênio do mundo.

O oceano é como o ar, um bem comum, e para a continuação da existência da espécie humana, é imprescindível que permaneça intacto. O plâncton presente nas águas, que faz a captura do carbono e gera oxigênio é incomparável em termos de produção de O2, no entanto, nos últimos 60 anos, o plâncton oceânico foi reduzido em 40%. O mesmo acontece com os peixes, especialmente com o tubarão e o atum, que estão ameaçados, e com as grandes barreiras de corais. No Caribe, por exemplo, 80% desses corais já desapareceram (o armazenamento de dados como esse começou no ano de 1950, ou seja, em 62 anos sobraram apenas 20% dos corais caribenhos). Infelizmente, o tamanho do oceano e sua grandiosidade não serão capazes de evitar um colapso.

Apesar do cenário ruim, ainda há providências a serem tomadas, capazes, ao menos, de reduzir as proporções das consequências da ação do homem sobre o planeta Terra, como por exemplo, a criação de uma rede global de áreas marinhas protegidas, proteção da biodiversidade em águas internacionais, pesquisas coordenadas sobre a acidificação dos oceanos e seus efeitos, expansão e implementação de acordos institucionais para a proteção do ambiente marinho, estabelecimento de procedimentos de manejo nas áreas de pesca – com base no respeito aos ecossistemas e aos pescadores artesanais.


Fonte: Revista Planeta Sustentável

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aquecimento ou Esfriamento Global?


Muita gente se confunde com os termos Aquecimento Global e Efeito Estufa, por isso montamos um texto explicativo abordando também o Protocolo de Quioto e um contraponto científico.

O efeito estufa é um fenômeno natural que tem por função evitar a fuga do calor da radiação solar. Os responsáveis em desempenhar esse papel são os chamados “gases estufa”: o vapor d’água, o CO2 e o metano da atmosfera. Apesar de o nitrogênio e o oxigênio ocuparem um volume de 99% na atmosfera, eles não atuam nessa “manta” de calor.

O Aquecimento Global, por sua vez, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) seria o aumento do efeito estufa causado por ações humanas, como as emissões desenfreadas de CO2. Para frear as emissões, foi criado em 1997 o Protocolo de Quioto, cujo objetivo é o compromisso dos países na redução desses de gases, mas só em fevereiro de 2005 o projeto começou a vigorar.

Durante o mês de dezembro de 2011, houve diversas reuniões para discussão do protocolo e os representantes de 194 países concordaram em renová-lo, pelo menos até 2017, e iniciaram um novo pacto global sobre o clima, que deve valer apenas a partir de 2020. O novo protocolo terá a participação reduzida de países, com a saída da Rússia, do Japão e do Canadá.




Foi aprovada também a estrutura que possibilitará projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação, o chamado REDD – Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal. A proposta permite que países possam captar verbas pelas emissões evitadas graças à preservação de florestas. O desmatamento de florestas em todo o planeta destrói aproximadamente 7 milhões de hectares ao ano.

Como tudo isso foi descoberto? No que é baseado?

Para explicar e prever futuros acidentes e fenômenos ecológicos, em 2007 o IPCC lançou o documento Climate Change, que traz avaliações de mudanças climáticas no mundo. Nos relatórios do documento constam informações de como os gases atuam forte e negativamente no aquecimento global.

Afirmando que a probabilidade dos processos climáticos naturais influenciarem esse fenômeno é menor que 5%, os relatórios foram amplamente divulgados pela mídia como verdade absoluta, e a população começou a se preocupar com as consequências dos gases estufa.


Um contraponto, porém, foi levantado por cientistas: como pode o dióxido de carbono – CO2, ser o grande vilão do aquecimento se, por exemplo, fenômenos naturais como o aumento das nuvens, também fazem ocorrer uma variação na temperatura?

Entre as principais causas conhecidas das mudanças climáticas da Terra estão a intensidade da atividade solar, o campo geomagnético, os raios cósmicos, a mecânica celeste, o vulcanismo e os gases estufa.

Segundo o cientista Shigenori Maruyama, autor do livro “Do not be taken in by the global warming theory”, traduzido brilhantemente pelo fundador da Associação Brasileira de Geologia do Quartenário, Kenitiro Suguio, e publicado pela Editora Oficina de Textos, “o aumento da atividade do Sol aquece a Terra, mas a diminuição do campo magnético enfraquece a função de bloqueio dos raios cósmicos, o que provoca o aumento da nebulosidade e causará o esfriamento”.

Por esse e outros motivos, cientistas afirmam que, na verdade, o que deve acontecer é um esfriamento global. E que mesmo que haja derretimento de geleiras, por exemplo, ele não acontecerá desenfreadamente e na velocidade que dizem. Houve um sensacionalismo muito grande em torno do assunto e as pessoas acreditaram em tudo sem questionar. Por volta de 2035 deveremos ver essas mudanças.

As montanhas do Himalaia são exemplos de que derretimento ocorre, mas não tão rapidamente, e que não é causado somente pelas mudanças climáticas ocasionadas por humanos, pois se sabe que a influência das nuvens sobre a temperatura é muito maior que a dos gases estufa. Apesar de algumas geleiras menores terem diminuído de tamanho ou terem sido extintas, isso dificilmente ocorrerá com todas, pois o fenômeno depende principalmente de sua altitude e de outros fatores naturais.


Assim como o oceano, as geleiras respondem às variações climáticas de maneira atrasada, podendo demorar até décadas para sofrer um efeito. A inconstância e a falta de fundamentação científica dificultam qualquer previsão e considerando ainda o caso do Himalaia, é mais difícil, porque as condições variam em todo o eixo horizontal e vertical.

No fim, o maior risco é para a população, principalmente as que vivem em altitudes médias. No Nepal, apesar de suas grandes altitudes, as constantes e incertas mudanças acabam prejudicando a agricultura local das pequenas comunidades. Sem data para chover, por exemplo, programar a plantação é uma tarefa árdua, e muitas vezes, perdida.

Fonte: http://www.ofitexto.com.br/home

sábado, 5 de janeiro de 2013

O que são as Auroras Austral e Boreal?

A aurora boreal (luzes do norte) e a aurora austral (luzes do sul) sempre fascinaram a humanidade. Algumas pessoas chegam a viajar milhares de quilômetros apenas para observar o espetáculo de luzes brilhantes na atmosfera terrestre. As auroras que circundam o pólo magnético norte (boreal) e o pólo magnético sul (austral) ocorrem quando elétrons de carga elevada provenientes do vento solar interagem com elementos da atmosfera terrestre. Os ventos solares fluem escapando do Sol com velocidades de cerca de 1,6 milhões de quilômetros por hora. Quando alcançam a Terra cerca de 40 horas depois de deixarem o Sol, seguem linhas de força magnética geradas pelo núcleo da Terra, fluindo através da magnetosfera por uma área com formato de lágrima constituída de campos magnéticos e elétricos de alta carga.



Os elétrons, quando penetram na atmosfera terrestre superior, encontram átomos de oxigênio e de nitrogênio em altitudes de 32 a 320 quilômetros acima da superfície terrestre. A cor da aurora depende do átomo que colide com o elétron e da altitude em que se dá essa colisão.

Oxigênio - verde, até 240 quilômetros de altitude
Oxigênio - vermelha, até 240 quilômetros de altitude
Nitrogênio - azul, até 96 quilômetros de altitude
Nitrogênio - púrpura/violeta, acima de 96 quilômetros de altitude.

Todas forças elétricas e magnéticas reagem entre si, em combinações constantemente mutáveis. Essas mudanças e fluxos se apresentam como a "dança" das auroras, movendo-se ao longo de correntes atmosféricas e podendo alcançar 20.000.000 amperes a 50.000 volts (como comparação, os disjuntores de uma residência são desconectados quando a corrente ultrapassa 15-30 amperes a 120 volts).



As auroras geralmente ocorrem ao longo das "auroras ovais" que têm centros nos pólos magnéticos e não nos pólos geográficos. De uma forma aproximada, correspondem aos círculos ártico e antártico. Em certas ocasiões, entretanto, as luzes ficam ao Sul, mais distantes, geralmente quando ocorrem muitas manchas solares. A atividade das manchas solares segue um ciclo de 11 anos. O próximo pico ocorrerá em 2012 e 2013, com boa probabilidade de ocorrência de auroras fora da faixa usual.

Através das histórias, as pessoas vêm escrevendo e falando sobre sons que estariam associados às auroras, embora nada tenha sido registrado nesse sentido. Os cientistas não conseguiram ainda chegar a um acordo sobre o que produz sons durante a aurora.






Para ver mais:

Link do Fantástico - Planeta Extremo
1ª Parte - http://www.youtube.com/watch?v=4-c_ULWQ9vk&feature=player_embedded#at=12

2ª Parte - http://www.youtube.com/watch?v=_6kegB8yG9s&feature=player_embedded
(http://www.sogeografia.com.br/Curiosidades/?pg=5)

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Por que o céu é azul?

Vista para SE na Estrada Real,  trecho entre Diamantina e Vau, Pico do Itambé ao fundo.


Quando você observa o céu à noite, ele é negro, e as estrelas e a Lua formam pontos de luz naquele imenso fundo escuro. Então como é que, durante o dia, ele não continua negro e com o Sol aparecendo como mais um ponto de luz? Por que o céu fica azul claro e as estrelas desaparecem durante o dia?

Bem, a primeira coisa a saber é que o Sol é uma fonte de luz extremamente brilhante, já a Lua apenas reflete parte dessa luminosidade. A segunda é que os átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera exercem um efeito sobre a luz solar que passa por eles.

Existe um fenômeno físico chamado espalhamento Rayleigh, que faz com que a luz se espalhe ao passar através de partículas com diâmetro igual a um décimo do comprimento de onda (cor) da luz. A luz solar é composta de luz de todas as diferentes cores, mas devido aos elementos presentes na nossa atmosfera, a cor azul é espalhada de maneira muito mais eficiente do que as outras.

Por isso é que você pode ver o Sol como um disco brilhante quando olha o céu em um dia claro. O azulado que você enxerga no resto do céu são todos os átomos da atmosfera espalhando a luz azul na sua direção (como as luzes vermelha, amarela, verde e de outras cores quase não são espalhadas na sua direção, você vê o céu azul).

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Por que as nuvens são brancas?



nuvem tipo cumulus. Fonte: Infoescola
As nuvens são compostas por gotas de água de diferentes tamanhos, e não de vapor d’água como algumas pessoas pensam. O vapor se condensa na forma de gotas em torno de partículas de poeira, fumaça e sal, suficientemente leves para permanecerem suspensas no ar. A grande maioria das gotas tem dimensões microscópicas (na ordem de um milésimo de milímetro). Como há uma grande diversidade de tamanhos, cada gota espalha a luz proveniente do Sol de uma maneira diferente. A luz solar é composta por todas as freqüências do chamado espectro visível (que vai do vermelho ao violeta). Dependendo do seu tamanho, a gota de água espalha uma determinada freqüência. As gotas maiores espalham as baixas freqüências (vermelho, amarelo etc) enquanto as gotas menores espalham as de altas freqüências (azul, violeta etc). A combinação do espalhamento de todas as cores tem como resultado a cor branca. Pode-se verificar isso, quando misturamos tintas com todas as cores do arco-íris.
A “espuma” que aparece na crista das as ondas no mar também é branca devido ao efeito do espalhamento da luz por partículas de água com diferentes tamanhos.
A nuvem fica escura quando as gotas de água se tornam maiores. Neste caso ocorre a absorção da luz incidente e o espalhamento é menor. Quanto mais escura for a nuvem, maiores são as gotas e, portanto, maior a chance de chover.

Fonte da informação: http://pordentrodaciencia.blogspot.com.br