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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Reia: Uma Lua de Saturno







Reia é o maior satélite de Saturno sem ar. Foi descoberto em 1672 por Giovanni Cassini. Reia é um corpo gelado com uma densidade de 1.33 gm/cm3. A baixa densidade indica que é composto por um núcleo rochoso que ocupa menos de um terço da massa da lua, sendo o resto composto por água gelada. Reia é semelhante a Dione na composição, albedo, terreno variado e rotações síncronas. A temperatura de Rea é de -174°C na zona iluminada pelo Sol e entre -200°C e -220°C (-328°F e -364°F) na sombra.

Reia está intensamente crivado de crateras com faixas brilhantes. A sua superfície pode ser dividida em duas áreas geologicamente diferentes baseado na densidade de crateras. A primeira área contém crateras que têm mais de 40 quilômetros (25 milhas) de diâmetro. A segunda área, em partes das regiões polar e equatorial, tem crateras com menos de 40 quilômetros (25 milhas) de diâmetro. Este fato sugere que ocorreu algum acontecimento que refez a superfície em algum momento durante a sua formação.

Fonte: http://solarviews.com/portug/rhea.htm

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dione: Importante Lua de Saturno



Dione foi descoberto em 1684 por Giovanni Cassini. É um corpo gelado semelhante a Tétis e Rea. A sua densidade é 1.43 gm/cm3, o que o faz a lua mais densa de Saturno além de Titan. Dione é provavelmente composto por um núcleo rochoso que corresponde a um terço da massa total da lua, sendo o resto água gelada. A sua cobertura de gelo é menor do que a de Tétis e Rea.

A superfície gelada de Dione inclui terreno com grande quantidade de crateras, planícies com quantidade moderada de crateras, planícies com poucas crateras e matéria dispersa em feixes. No terreno com mais quantidade de crateras, muitas delas têm mais de 100 quilómetros de diâmetro. As áreas planas tendem a ter crateras com menos de 30 quilômetros de diâmetro. Algumas das planícies têm muitas crateras ao contrário de outras. Uma grande parte do terreno com muitas crateras está localizado no hemisfério de trás, estando os terrenos com menos crateras localizados no hemisfério da frente. Este facto é oposto ao esperado por alguns cientistas. Shoemaker e Wolfe criaram um modelo de crateras para um satélite gravitalmente bloqueado com a maior parte das crateras no hemisfério da frente e a menor parte no hemisfério de trás. Este modelo sugere que durante o período de bombardeamento intenso, Dione estava bloqueado gravitalmente a Saturno na orientação oposta. Por Dione ser relativamente pequeno, um impacto que tenha causado uma cratera de 35 quilômetros (21 milhas) pode ter provocado uma rotação do satélite. Por haver muitas crateras com mais de 35 quilómetros (21 milhas), Dione pode ter sido rodado várias vezes.

Dione provavelmente foi bloqueado gravitalmente na sua posição atual desde há vários bilhões de anos. Este facto está reflectido no albedo médio da superfíciedos hemisférios da frente e de trás.O albedo da superfície diminui do hemisfério da frente para o de trás devido a uma poeira de micrometeoritos mais abundante no hemisfério da frente.

A origem da matéria brilhante dispersa em feixes é obscura. Aparentemente, é material com um albedo elevado e é uma camada suficientemente fina para não escurecer a superfície que cobre. Pode ter sido formado de erupções ao longo de falhas na superfície de Dione que caíram na superfície em forma de neve ou de cinzas.




Fonte: https://upload.wikimedia.org
http://solarviews.com/portug/dione.htm

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Tétis: uma das luas de Saturno



Tétis foi descoberto por Giovanni Cassini em 1684. É um corpo gelado semelhante na natureza a Dione e a Rea. A densidade de Tétis é 1.21gm/cm3, indicando que é composto quase totalmente por água gelada. A superfície gelada de Tétis está intensamente crivada de crateras e contém gretas causadas por falhas no gelo. O terreno é composto por regiões com muitas crateras, com uma cintura escura com poucas crateras que se estende ao longo do satélite. 

As poucas crateras indicam que Tétis já foi internamente activa, provocando a reformação da superfície em partes do terreno antigo. A causa exacta da cintura escura é desconhecida, mas conseguiu-se uma interpretação possível das imagens recentes da Galileo das luas de Júpiter, Ganimedes e Calisto. Ambos os satélites mostram calotes polares feitas de depósitos de gelo brilhante nas encostas das crateras viradas para os polos. A distância, as calotes parecem mais brilhantes devido à névoa provocada por milhares de pedaços de gelo nas crateras mais pequenas. A superfície de Tétis pode ter sido formada num modo semelhante, consistindo de calotes polares com pedaços de gelo brilhantes com uma zona mais escura no meio.

Há uma enorme trincheira em Tétis, chamada Ithaca Chasma com cerca de 65 quilómetros (40 milhas) de largura e vários quilômetros de profundidade. Cobre três quartos da circunferência de Tétis. A fissura tem aproximadamente a dimensão que os cientistas tinham previsto para o caso de Tétis ter sido fluido e a crusta endurecido antes do interior. Outra formação proeminente é uma enorme bacia de impacto com 400 quilômetros chamada Odysseus. 

cratera de impacto Odysseus


A cicatriz do impacto estende-se por mais de dois quintos do satélite com um diâmetro ligeiramente maior do que a lua de Saturno, a Mimas. Quando Odysseus foi criada, a cratera deve ter sido profunda com uma cordilheira montanhosa elevada e um pico central alto. Ao longo do tempo, o chão da cratera adaptou-se à forma esférica da superfície de Tétis, e o anel da cratera e o pico central colapsaram. A temperatura à superfície de Tétis é de -187°C (-305° F).

Fonte: http://solarviews.com/portug/tethys.htm

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MIMAS: Uma das Luas de Saturno



Mimas é uma das luas mais internas de Saturno. Recebeu o seu nome de um dos Titans que foi morto por Hércules. William Herschel descobriu a lua em 1789. A superfície é gelada e com muitas crateras. Mimas tem uma densidade baixa, significando que provavelmente é constituído principalmente por gelo. Por Mimas ter uma temperatura tão baixa, cerca de -200° C (-328°F), as formações de impacto podem datar da criação da lua.


Uma das crateras, com o nome de Herschel, é surpreendentemente grande em comparação com a dimensão da lua. A cratera tem cerca de 130 quilómetros (80 milhas) de largura, um terço do diâmetro de Mimas. Herschel tem 10 quilômetros (6 milhas) de profundidade, com uma montanha central quase tão alta como o Monte Evereste na Terra. Este pico central eleva-se a 6 quilômetros (4 milhas) acima da superfície interior da cratera. Este impacto provavelmente quase desintegrou a lua. Encontram-se sinais de fraturas no lado oposto de Mimas.


Apesar de Mimas ter muitas crateras, estas não são uniformes. Uma grande parte da superfície está coberta com crateras com mais de 40 quilômetros (25 milhas) de diâmetro mas na região polar sul, há uma ausência de crateras com mais de 20 quilômetros (12 milhas). Este fato sugere que algum processo removeu as maiores crateras destas áreas.

Fonte:http://solarviews.com/portug/mimas.htm

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Missão Cassini confirma a presença de oceano subsuperficial na lua Enceladus de Saturno





A equipe da missão Cassini confirma: um oceano subsuperficial reside embaixo da crosta criogênica da lua geologicamente ativa de Saturno, Enceladus, conforme o relatório fornecido da nova pesquisa realizada usando dados dessa longa missão da NASA.

Os pesquisadores descobriram que a magnitude da pequena deformação orbital (0,120 ± 0,014°) que a lua Enceladus sofre ao orbitar Saturno só pode ser causada se a concha externa de gelo não for sólida no seu interior. Isto sugere que um oceano de água líquida subsuperficial deve que estar presente.

A descoberta explica que os jatos e gêiseres de vapor d´água, partículas congeladas e moléculas orgânicas simples, que a sonda Cassini tem observado em Enceladus, são provenientes de fraturas localizadas perto do polo sul da lua. Assim, estes processos têm sido alimentados por esse vasto reservatório de água líquida. A pesquisa foi apresentada em artigo publicado na revista Icarus.

FONTE: http://www.megacurioso.com.br/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Encelado: Umas das Luas de Saturno




Encelado é uma das luas mais interiores de Saturno.É semelhante em dimensão a Mimas, outra lua,  mas tem uma superfície mais suave e brilhante. 

Encelado reflete quase 100 por cento da luz do Sol que o atinge. Ao contrário de Mimas,Encelado mostra pelo menos cinco tipos diferentes de terreno. 

Algumas partes de Encelado mostram crateras com menos de 35 km de diâmetro. Outras áreas mostram regiões sem crateras indicando casos de superfície refeita no passado geológico recente. Existem fissuras, planícies, terreno enrugado e outras deformações da crusta. 

Tudo isto indica que o interior da lua pode ser actualmente líquido, mesmo tendo congelado há eras. Afirma-se que Encelado se encontra aquecido por um mecanismo de marés semelhante à lua de Júpiter Io.É perturbado na sua órbita pelo campo gravitacional de Saturno e pelos grandes satélites vizinhos Tétis e Dione.Por Encelado reflectir tanta luz, a temperatura à superfície é apenas de -201° C (-330° F).


Fonte: http://solarviews.com/portug/enceladu.htm

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Imagem inédita mostra Saturno em suas cores naturais


Nasa divulga primeira fotografia de Saturno na qual aparecem, além de todas as suas luas e anéis, os planetas Terra, Vênus e Marte







A Terra aparece logo abaixo de Saturno, como um pequeno ponto brilhante. No momento da foto, a Nasa pediu para que diversas pessoas ao redor do planeta olhassem para o céu, na direção da sonda Cassini, e sorrissem para a foto(NASA/JPL-Caltech/SSI/VEJA)

A Nasa divulgou nesta terça-feira uma fotografia inédita de Saturno, capturada pela sonda Cassini, em suas cores naturais. Essa é a primeira vez em que os pesquisadores conseguem mostrar em uma única imagem Saturno, suas luas e anéis, e o brilho longínquo dos planetas Terra, Vênus e Marte. O panorama cobre 651.591 quilômetros e é, na verdade, um mosaico composto por 141 fotografias tiradas durante quatro horas no dia 19 de julho.

Imagens da Terra capturadas a partir de regiões tão distantes são muito raras - essa é a terceira foto do tipo já divulgada até hoje. É que, visto a longa distância, o planeta aparece muito perto do Sol. Se a Cassini, por exemplo, tentar fotografar o planeta sob condições normais, corre o risco de danificar os seus sensíveis equipamentos. Por isso, a equipe responsável pela sonda esperou por um momento em que o Sol estivesse escondido atrás de Saturno, e a Terra continuasse visível. Isso foi possível no dia 19 de julho, quando a Nasa criou a campanha "Acene para Saturno". A agência pediu para que pessoas de todo o mundo olhassem em direção ao planeta no mesmo instante em que a sonda estivesse fotografando a Terra.

"Com essa vista magnífica, a Cassini nos entregou um universo de maravilhas. E fez isso justamente em um dia em que pessoas de todo o mundo, em uníssono, sorriram em comemoração à alegria de estar vivo em um pálido ponto azul", disse Carolyn Porco, líder da equipe de imagens da Cassini.

O pálido ponto azul citado pela pesquisadora é a própria Terra, que aparece como um ponto brilhante abaixo de saturno. A fotografia também mostra Vênus, à esquerda, e Marte como um ponto tênue um pouco mais distante. Além deles, são vistas brilhando no espaço escuro sete luas de Saturno. A imagem pode ser vista em todos os detalhes no site da Nasa.

NASA/JPL-Caltech/SSI
Imagem de Saturno vista do espaço(NASA/VEJA)

Com o Sol escondido atrás de Saturno, a sonda Cassini capturou na mesma imagem, Saturno, Terra, Marte e Vênus

Anéis - A imagem deve ajudar os cientistas a estudar o planeta e seus anéis, principalmente o anel E, o mais externo na imagem. "Este mosaico fornece uma notável quantidade de dados de alta qualidade sobre os anéis difusos de Saturno, revelando todos os tipos de estruturas intrigantes que estamos tentando entender. O anel E mostra determinados padrões que provavelmente refletem distúrbios vindos de fontes tão diversas como a luz solar e a gravidade da lua Encélado", diz Matt Hedman, cientista da Universidade de Idaho, nos Estados Unidos, que participa da missão.

Lançada em 1997, a Cassini tem explorado a região de Saturno há cerca de nove anos. Segundo a Nasa, a missão deve durar até 2017. "Com uma dança longa e intrincada em torno de Saturno, a Cassini tem como objetivo estudar o planeta a partir de todos os ângulos possíveis", diz Linda Spilker, cientista do projeto Cassini instalada no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, na Califórnia.

"Além de nos mostrar a beleza do planeta, dados como esse também melhoram a nossa compreensão sobre a história dos anéis em torno de Saturno e a forma como os discos se formam em torno dos planetas. São pistas sobre como o próprio Sistema Solar se formou em torno do Sol", diz a pesquisadora.

Fonte da Informação: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/em-nova-imagem-de-saturno-terra-aparece-brilhando-ao-fundo/

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

NASA divulga imagens inéditas de Encélado, lua de Saturno


IMAGEM MOSTRA DETALHES DO TERRENO DE ENCÉLADO, LUA GELADA DE SATURNO (FOTO: NASA)

A nave Cassini da NASA começou a enviar a primeira leva de imagens captadas dos extremos do norte de Encélado, lua de Saturno. Os registros foram tirados na última quarta-feira (14) a uma distância de 1839 quilômetros acima da superfície do satélite. Segundo a agência espacial americana, podemos esperar mais dados e imagens da lua nos próximos dias

Os cientistas esperavam que a região polar de Encélado fosse cheia de crateras, mas as imagens da Cassini mostram que a superfície é complexa e possui vários constrastes. "A região norte é entrecortada por rachaduras tão finas quanto teias de aranha e elas passam pelas crateras", diz Paul Helfenstein, da Universidade de Cornell, em Nova York, nos Estados Unidos. "Essas rachaduras finais são onipresentes em Encélado, e agora vemos que elas se estendem pelos terrenos do polo norte também."

A nave da NASA ainda tem mais dois encontros marcados com Encélado. O próximo será no dia 28 de outubro, quando Cassini ficará a 49 quilômetros de distância da região polar do satélite. O objetivo é que sejam colhidas informações a respeito do oceano que se encontra por baixo do gelo da superfície da lua. O último voo nas proximidades de Encélado será a 4,9 quilômetros de distância e ocorrerá no dia 19 de dezembro, quando a nave calculará a quantidade de calor vinda do interior do satélite.



DETALHES INCRÍVEIS DO POLO NORTE DA LUA (FOTO: NASA)


Via NASA
Fonte da Informação: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/10/nasa-divulga-imagens-ineditas-de-encelado-lua-de-saturno.html

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Sonda espacial mostra enormes tempestades em Saturno


Quando você está com viagem marcada para passar um final de semana na praia com a família, é sempre bom dar uma olhadinha na previsão do tempo, não é? Se as tardes forem de chuva, você já leva na bagagem o jogo de tabuleiro favorito para passar o tempo…

Pois bem. Já pensou se, em um futuro distante, fosse possível viajar pelo espaço e conhecer outros planetas? Olhar a previsão do tempo ia ser mais importante ainda!

Por exemplo, se o destino fosse Saturno, o turista espacial teria muito com que se preocupar. É que, atualmente, o clima do planeta é bastante instável nas áreas próximas aos polos, e a previsão é de enormes furacões – quem dá o aviso é a sonda espacial Cassini, que orbita o planeta desde 2004.






A imagem mostra uma enorme tempestade próxima ao polo norte de Saturno (Foto: Cassini Imaging Team, SSI, JPL, ESA, NASA)



Para você ter uma ideia, o olho da tempestade chega a cerca de dois mil quilômetros de extensão e as nuvens externas atingem a velocidade de 500 quilômetros por hora. Aqui na Terra, nunca se viu nada igual…

Já em Saturno, furacões gigantescos parecem comuns. Em 2006, a Cassini também registrou um enorme sistema de tempestade no sul do planeta. Os cientistas estimam que ele esteja em atividade há bilhões de anos, já imaginou? Pelo visto, o clima por lá não é muito convidativo para os turistas…


Fonte da informação: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/previsao-furacoes/
Texto de Marcelo Garcia

sábado, 13 de abril de 2013

Anéis e luas de Saturno têm a mesma idade que o Sistema Solar


 

Imagem da sonda Cassini captando três das luas de Saturno / Créditos: NASA/JPL/Space Science Institute

De acordo com informações da sonda Cassini, que monitora o planeta Saturno, tanto os anéis do planeta, bem como as luas que o orbitam teriam a mesma idade que o Sistema Solar.

Cassini foi lançada ao espaço em outubro de 1997 e entrou na órbita de Saturno em 2004 e desde então vem monitorando o planeta.

De acordo com os pesquisadores, a partir das análises e pesquisas em Saturno, é possível compreender a evolução física e química de todo o Sistema Solar. Por meio dos dados obtidos pela sonda, com o mapeamento dos espectros infravermelhos, identificou-se que a coloração vibrante dos anéis e das luas é apenas superficial e, de fato, todos são bastante avermelhados. A explicação para essa coloração provavelmente é oriunda da oxidação de ferro devido a uma chuva de meteoros de fora do Sistema Solar. Ou seja, sua composição data mais de 4 bilhões de anos atrás. 

Estudos também detectaram água na forma de gelo em abundância no anéis e nas luas. Este gelo, por sua vez, teria se formado durante o nascimento do Sistema Solar. As análises dos pesquisadores revelam que o gelo não vem apenas de depósitos feitos por cometas, mas sim da formação do Sistema, pois Saturno orbita na linha da neve ("snow line"). 

Como se sabe, Saturno é um dos maiores planetas do Sistema e só perde em tamanho para Júpiter. O maior anel do Saturno estende-se em até 200 vezes o diâmetro total do planeta. Pelas observações científicas, uma das luas teria sido formada a partir do material dos anéis.

Fonte: Via Nasa, Galileu

sábado, 11 de agosto de 2012

Imagens do Dia: Saturday (Sábado), Dia de Saturno

Crédito:NASA
Saturno é o sexto planeta do Sol e é o segundo maior no sistema solar com um diâmetro equatorial de 119.300 quilômetros. Muito do que se sabe sobre o planeta é devido às explorações da Voyager em 1980-81. 
A imagem abaixo de Saturno, obtida pela Voyager 2 em 11 de agosto de 1981, a uma distância de 14,7 milhões de quilômetros , mostra norte está no canto superior direito do disco. Pontos claros no fundo escuro fora  planeta são os satélites Dione  e Enceladus. Uma mancha de amarelo brilhante na parte superior do planeta marca a região onde ocorrem nuvens convectivas que aparecem em tons de rosa e verde . Aqui, as menores estruturas visíveis medim cerca de 270 km (170 milhas). 
O projeto Voyager é gerenciada para a NASA pelo Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena, Califórnia.


Crédito da Imagem: NASA/Projeto Voyager





Voce pode ler as informações que o GAIA possui em sua página do Observatório do Sistema Solar: http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/observatorio-do-sistema-solar_12.html