Visitas ao Blog do GAIA

Mostrando postagens com marcador espaço de ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espaço de ciência. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de maio de 2015

350 livros técnicos e científicos para download gratuitamente




Você sabia que a base SciELO disponibiliza cerca de 350 livros técnicos e científicos para download gratuito?

Os livros estão disponíveis nos formatos PDF e ePUB e podem ser baixados integralmente ou lidos no próprio site.

Para download clique aqui.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Qual origem dos termos Aurora Boreal e Aurora Austral?



O nome “Aurora Boreal”, fenômeno visual que acontece em regiões próximas ao polo norte, pela interação entre o Vento Solar e o Campo Magnético da Terra, foi batizado por Galileu Galilei, em 1619, em referência à deusa romana do amanhecer, “Eos” (imagem 01) e ao seu filho “Bóreas”, representante desses ventos. Por sua vez, o nome “Aurora Austral” foi batizado por “James Cook” (imagem 02), como uma referência direta ao fato de ocorrer em latitudes do hemisfério sul.


Fonte: http://www.portuskale.org/images/eos.jpg

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/76/Captainjamescookportrait.jpg
Enviado pelo aluno de Fisiologia da Terra, Samuel Carlos Vieira de Oliveira.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Por que na costa do Chile não há praias como no Brasil?


O Chile está situado ao longo da região sudoeste do continente sul americano (América do Sul), tendo o deserto de Atacama (o mais árido de todo o planeta) localizado ao seu norte e fazendo divisa com o Peru.A leste faz divisa com a Bolívia e Argentina, sendo limitado pela Cordilheira dos Andes; ao sul faz divisa com o Polo Sul, e, a oeste, sua costa é banhada pelo Oceano Pacífico. Como podemos observar no mapa da América do Sul abaixo:


http://www.guiageografico.com/imagens/mapa-america-sul.jpg


 Um país que tem em sua geografia um relevo acidentado, com regiões montanhosas como a Cordilheira da Costa e a Cordilheira dos Andes, lagos e planícies, e, também Depressão Intermediária entre as cordilheiras. Algo que é notável em um país com uma costa de grande extensão com as cordilheiras com o término na costa, de norte a sul. Com isso na parte costeira não há praias como  na costa brasileira. Observe as fotos abaixo para ver um pouco mais de feições costeiras no Chile:







Fontes: Guia geográfico (www.guiageo-americas.com); Enciclopédia contemporânea da
América Latina e do Caribe. São Paulo: Boitempo Editorial, 2006; P@íses _ IBGE (www.ibge.gov.br/paisesat/).

http://chile8c.no.comunidades.net/index.php?pagina=1958330143 http://www.chile.travel/pt/sobre-o-chile/clima-e-geografia.html http://www.infoescola.com/chile/geografia-do-chile/ 

Texto enviado por Hilarina Machado, aluna de Fisiologia da Terra

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Relógio Solar de Garrafa Pet



Como você sabe, o Sol é a estrela da qual depende toda a vida na Terra e ele, felizmente, tem um comportamento extremamente regular em sua aparente trajetória diária no céu. Usaremos esta regularidade para construirmos um relógio de sol. Vamos orientá-lo para que construa um relógio, cujas horas serão lidas pela sombra de um barbante esticado dentro de uma garrafa PET ao redor da qual estão marcadas as horas.

Teoria: Você sabe que aparentemente o Sol gira ao redor da Terra e que gasta 24 horas para dar uma volta completa. Num círculo temos 360 graus, logo, dividindo 360 graus por 24 horas obtemos 15 graus para cada hora. Ou seja, o Sol “gira” 15 graus em cada hora ao redor da Terra. Nosso relógio será bem simples, pois terá só um ponteiro (o barbante dentro da garrafa) e somente as linhas das horas inteiras, ou seja, ele não vai marcar minutos e segundos.


Obs : Você pode imprimir o transferidor por esse link.


Materiais Necessários

1- Garrafa Pet com tampa
1- Tesoura
1- Rolo de fita Adesiva
1- Tubo de cola
1- vela
1- Caixa de fósforo
1- Prego
1- Alicate
1- pedaço de papelão
1- transferidor
1- Lápis
1- Caneta Hidrocor
1- Borracha
1- Folha de papel ofício
1 - Rolo de barbante





Garrafa Pet com tampa, Vela, Tesoura, Durex, Alicate, Cola, Fósforo, Prego, Papelão, Folha do transferidor, Lápis, Caneta Hidrocor, Borracha, Folha de papel ofício, Barbante e Régua.



Para medir o perímetro da garrafa, coloque um pedaço de barbante
ao redor da garrafa (na parte cilíndrica,fora de curvas) e depois meça o comprimento do barbante, em milímetros.






Medindo o perímetro da garrafa usando um barbante.




Divida o perímetro da garrafa(deve está em milímetros ) por 24 (porque o dia tem 24 horas ). Numa folha de papel, trace 13 linhas paralelas, separadas pela distância do resultado dessa divisão. O comprimento pode ser de 10 ou mais centímetros, não importa. Sobre cada reta, escreva as horas de 18 horas (à esquerda ) até as 6 horas (à direita ). Como mostra a figura.






Mostrador das horas.






ixe o mostrador das horas com pequenos pedaços de fita adesiva sobre a parede da garrafa, de forma que as linhas fiquem ao longo do comprimento da garrafa.



Foto da garrafa com o mostrador das horas.




Aqueça um prego numa vela e encoste-o no fundo da garrafa e depois na tampinha.



Furando o fundo da garrafa com um prego aquecido por uma vela.



Passe o barbante pelo furo do fundo da garrafa e da tampinha . Dê vários nós na ponta do fio que está no fundo da garrafa , para que possamos esticar o barbante dentro da Pet . Amarre a outra ponta na tampinha de forma que o barbante fique esticado dentro da garrafa .



Passando o barbante pelo fundo da garrafa e pela tampinha.



Nesta foto note que o barbante está esticado dentro da garrafa.


Descubra a Latitude da sua cidade (dica : www.aondefica.com/lat_3_.asp ou www.apolo11.com/latlon.php ). Estamos no Rio de Janeiro, a latitude daqui é 22° 54''. Depois, recorte do transferidor, um triângulo que tenha a abertura exata da Latitude da sua cidade (começando pelo zero, claro ) e cole-o sobre um pedaço de papelão. Depois, recorte o papelão do tamanho do transferidor recortado.




Nesta foto o transferidor está colado no pedaço de papelão.



Foto do papelão já recortado.


Recorte um retângulo de papelão com largura e comprimento silimar ao da própria Pet que está usando. Faça um traço no centro do papelão ao longo do seu comprimento, de ambos os lados dele. Cuidadosamente cole o centro deste papelão sobre o primeiro, o papelão do transferidor . Como mostra as figuras abaixo.



O retângulo de papelão e o transferidor, eles vão ser a base do relógio solar.



Base do Relógio Solar.




O Relógio Solar pronto!



Relógio Solar.


Para que o rélogio solar funcione é preciso que o dia esteja ensolarado e que o barbante que está dentro da garrafa fique sobre a linha NORTE-SUL. Além disso é necessário que a parte mais alta do relógio solar fique apontando para o Sul, se ele for usado neste hemisfério, ou para o Norte se usado naquele hemisfério.

Para determinar a direção Norte-Sul veja a atividade "Determinando os Pontos Cardeais".




Veja que o relógio solar está direcionado para o sul, porque estamos no hemisfério sul.



Fonte da Informação: http://pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=264#top












quinta-feira, 27 de junho de 2013

Como é possível descobrir o que há no interior de nosso planeta?



Um jovem e seu tio resolvem viajar ao centro da Terra. Dirigem-se, então, à cratera de um vulcão na Islândia, que acreditam ser a porta de entrada para o interior do planeta. Na incrível aventura, encontram um mundo subterrâneo repleto de surpresas que vão de oceanos a dinossauros. Parece fantástico? E é, mas trata-se apenas de uma história de ficção. O livroViagem ao centro da Terra, do francês Julio Verne, não se aproxima nem um pouco da realidade.

Até hoje, quase 150 anos depois do lançamento do livro, enveredar-se pelo interior do planeta é impossível para o homem e, ainda que a viagem se tornasse real, o que encontraríamos seria bem diferente.

A Terra é dividida em três partes principais: núcleo, manto e crosta. O núcleo é formado por ferro e níquel, metais que aparecem em estado sólido na parte mais interior e líquido na camada externa. Ao todo, o núcleo tem cerca de 7 mil quilômetros de diâmetro e corresponde a um terço da massa total do planeta.

“A segunda camada, que fica entre o núcleo e a crosta, é chamada de manto. Ela tem 2,9 mil quilômetros de espessura e é composta principalmente de silicato de magnésio e ferro”, conta o geólogo Roberto Cunha, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ao contrário do que muita gente pensa, o manto é sólido, e não líquido. “Em alguns locais, quando ocorre uma diminuição da pressão ou um aumento de temperatura – durante um terremoto, por exemplo –, uma pequena porção do manto pode se fundir, dando origem à lava dos vulcões”, explica o pesquisador.


A Terra tem, no total, 12,7 mil quilômetros de diâmetro. Sua estrutura está dividida em crosta (a parte mais externa), manto e núcleo (Imagem cedida pelo pesquisador)

Por fim, a última camada é a crosta terrestre, onde nós vivemos. Roberto explica que a espessura da crosta varia entre cinco quilômetros, no fundo dos oceanos, até mais de 80 quilômetros, nos continentes. É nessa camada que se encontram rochas como granito e basalto.

Investigação subterrânea

Você deve estar se perguntando: como podemos saber o que realmente há em todas essas camadas do planeta, se é impossível chegar até o interior da Terra?

Alguns aparelhos especiais tentam perfurar a crosta terrestre para alcançar camadas mais profundas e retirar amostras para análise. “A perfuração mais profunda foi feita na Península de Kola, na antiga União Soviética, nos anos 1970, e atingiu cerca de 12 quilômetros, mas o projeto foi encerrado”, conta Roberto. “Hoje, o navio japonês Chikyu está perfurando o fundo do Oceano Pacífico, perto da Nova Zelândia”.
O navio Chikyu (que quer dizer “Terra”, em japonês) tem como objetivo alcançar cerca de 7,5 quilômetros de profundidade, tentando atingir o manto da Terra. O projeto deve se estender até março de 2013 (Foto: Wikimedia Commons)


Perfurar a crosta terrestre é um projeto caro e trabalhoso, mas existem outras formas de descobrir os materiais que formam a Terra. “Quando ocorre um terremoto, as ondas de choque – também chamadas ondas sísmicas – atravessam todo o planeta, sendo detectadas por uma rede de sismógrafos espalhadas pelo mundo”, explica Roberto (saiba como funciona o sismógrafo na CHC 183). “A velocidade dessas ondas varia com o tipo de material que elas atravessam. Então, o atraso na velocidade de cada onda dá pistas sobre o material que foi atravessado”.

Além de ficar de olho nos terremotos, os cientistas usam simulações em computador para investigar o centro da Terra. “As simulações são importantes porque tentam representar as condições do interior do planeta, que são inacessíveis para nós”, ressalta o pesquisador. “Para fazer essas simulações, usamos dados das ondas sísmicas, do calor que emana da Terra e das lavas que são trazidas até a superfície pelos vulcões, entre outras informações”.

Fonte da Informação: Texto de Catarina Chagas, no site: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Qual a origem dos nomes dos continentes?




África, Ásia, Europa e Oceania são nomes emprestados de divindades gregas. Europa, segundo a mitologia grega, foi uma ninfa muito bela que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo. Arrebatado pela paixão, ele transformou-se em touro branco e raptou-a.

A Ásia e a Oceania não são continentes próximos apenas na geografia. As divindades que têm esse nome também são parentes. Oceano, o deus dos rios, deu origem à Oceama, e sua filha Asia, mãe das fontes e rios, ao continente de mesmo nome.

África é uma deusa com porte oriental que carrega um chifre numa mão e um escorpião na outra. Ao contrário dos outros continentes, a América e a Antártida têm origens pagãs. Nas cartas que o explorador Américo Vespúcio (1454-1512) enviou ao monarca italiano Lorenzo di Piero de Mediei (1492-1519), existe um mapa no qual as terras do nordeste brasileiro, supostamente descobertas por Vespúcio, são designadas Terra Ameriei, ou Terra de Américo.


Para harmonizar-se com os outros nomes femininos, Américo tomou-se América. Antártida deve a denominação a uma estrela. A palavra deriva do grego árktos, que significa ursa, usada para denominar as constelações da Ursa, no hemisfério norte. Como o continente está no hemisfério sul, acrescentou-se o prefixo anti. Antártida é, então, o antiártico.

Fonte: http://www.eb1-aldeia-bispo.rcts.pt/

Fonte da Informação: http://super.abril.com.br/

terça-feira, 25 de junho de 2013

GAIA-GIPE recebe visitas de alunos da Escola Estadual Leopoldo Miranda

Hoje, dia 25/06 de 2013, recebemos a turma do 9o ano  da Escola Estadual Leopoldo Miranda com seu professor João, de Geografia.

A turma do PIBID Geografia esteve presente com os alunos!

Pessoal, agradecemos muito a visita de voces e esperamos que voltem sempre!!!!






segunda-feira, 24 de junho de 2013

Fóssil de preguiça gigante da ‘Era do Gelo’ é encontrado no interior do Piauí



Pesquisadores encontraram um fóssil de uma preguiça gigante na cidade de Corrente, localizada no extremo Sul do Piauí, a 874 km de Teresina. De acordo com o paleontólogo e professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Juan Carlos Cisneros, o fóssil encontrado é incomum e pertence a um animal que media aproximadamente 5 metros e que viveu no período popularmente conhecido como a ‘Era de Gelo’.



Juan diz que a descoberta do fóssil vai ajudar a compreender melhor como era o ambiente do Nordeste no passado, no período da ‘Era de Gelo’. “Cada fóssil que é descoberto ajuda a reconstruir a história do nosso planeta”, completou.

Segundo o paleontólogo, o fóssil é de um animal que provavelmente pertence ao gênero Eremotherium. “A descoberta desse fóssil é inusual. A maioria de fósseis de animais que viveram no Brasil durante o Quaternário é encontrada no fundo de lagoas ou cacimbas, e no interior de grutas. O novo achado não se enquadra nessas categorias, ele foi encontrado na margem de um grotão, o que chama muito a atenção”, destacou.

As informações sobre o fóssil chegaram até o Prof. Dr. Paulo Auriccio dois anos atrás. Juan explica que na época o docente trabalhava na cidade de Bom Jesus, também na região Sul do estado e durante um congresso ouviu falar de uma pessoa que tinha encontrado um osso de grande porte em Corrente.



Pesquisador afirma que na região podem ser encontradas outras espécies de fósseis (Foto: Juan Cisneros)

“Ele decidiu investigar e entrou em contato com a pessoa que realizou esse achado. O fóssil era conhecido por alguns trabalhadores da região, pois no local do achado era realizada a extração de argila para a fabricação de telhas (agora desativada), no fundo desta argila jaziam os ossos da preguiça gigante. Ele foi até o local e constatou a ocorrência de fósseis”, contou.

Após a fase de limpeza e conservação dos fósseis no laboratório de Paleontologia da UFPI, que deve durar vários meses, serão apresentados resultados em congressos e em revistas técnicas. “Planejamos também exibir os fósseis no Museu de Arqueologia e Paleontologia da UFPI”, disse o professor.

A expedição na cidade de Corrente teve início na semana passada e contou com estudantes do curso de Arqueologia da Universidade Federal do Piauí e da Universidade Federal de Pernambuco. Ainda de acordo com o pesquisador, há possibilidades de mais espécies de fósseis na região e a equipe planeja outras expedições.


Fonte da Informação: http://g1.globo.com/

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Pintando com tinta de solo





Você sabia que, além de servir para o plantio de lavouras, os solos também podem ser usados para fazer tinta?


As rochas, sob ação do clima (chuva, vento, sol e temperatura) e com influência do relevo (planícies, morros, montanhas e vales), dos macro e microrganismos (animais e vegetais) e durante centenas, milhares ou milhões de anos, vão sofrendo transformações e diminuindo de tamanho.


Essa transformação, também chamada de intemperismo, continua até os grãos alcançarem tamanhos bem pequenos chamados de areia, silte e argila, que é a fração mineral do solo. A outra fração é a matéria orgância, que se origina pela decomposição dos organismos animais e vegetais, após sua morte. Dessa forma, são originados diversos tipos de solos, com muitas características diferentes entre si. Por exemplo, os solos podem ter várias cores como vermelho, amarelo, laranja, marrom, preto, cinza, branco e, algumas vezes, azulados ou esverdeados.

Também podem ser arenosos, argilosos ou de textura média, rasos ou profundos, com ou sem pedras/rochas no interior ou na superfície, secos ou alagados, férteis ou pobres em nutrientes, ou com diferentes teores de matéria orgânica (húmus), etc.


Os solos são muito importantes em nossa vida. Deles dependem todas as atividades agropecuárias, como a produção de alimentos, fibras, madeira, e criação de animais: grãos (milho, arroz, feijão, trigo, soja, amendoim), café, frutas, hortaliças e legumes, algodão, carne, leite, ovos, flores, árvores, etc. Sem falar na indústria da construção (areia, tijolo e telha) e na conservação das florestas, rios, lagos, enfim, toda a biodiversidade.


Além de sua importância na agricultura, na construção civil e para o meio ambiente, os solos também podem produzir arte como, por exemplo, as esculturas e cerâmicas em argila. Servem também como matéria-prima para a confecção de tinta. Isso mesmo, tinta de solo.


Vamos aprender a fazer a tinta de solo para pintar em papel? Pegar um pouco de terra com cores diferentes (1 kg de cada cor) e colocar para secar ao sol. Depois de seco, destorroar e peneirar. Não usar areia, pois ela não “solta” tinta.


Para preparar a tinta que será usada sobre papel, deve-se misturar 2 partes de terra peneirada, 2 a 3 partes de água e 1 parte de cola branca (escolar) – pode usar uma colher de sopa como medida. Mexer bem. Caso a tinta fique um pouco grossa, colocar mais um pouco de água. Depois de pintar é só colocar para secar. Agora é só escolher o motivo e colocar a mão na massa, isto é, no pincel. Boa diversão!!!






Informações mais detalhadas podem ser obtidas em:

http://www.cnps.embrapa.br/solosbr/pdfs/doc123_2010_tinta_de_solo.pdf









terça-feira, 30 de abril de 2013

Por que o céu na Lua é escuro?

A luz que vem do Sol é branca, ou seja, é composta por todas as cores. A atmosfera é transparente e permite a passagem de todas estas cores até a superfície. No entanto, uma parcela da luz branca pode ser espalhada pelas moléculas que compõem o ar. Espalhamento é o processo em que a luz sofre um desvio na sua direção original quando encontra partículas pequenas. 
Na atmosfera terrestre estas partículas são principalmente as moléculas de nitrogênio (N2) e de oxigênio (O2). A eficiência do espalhamento depende do comprimento de onda da luz, isto é, de sua cor. As moléculas do ar espalham muito mais a luz azul do que as de outras cores.
A luz que chega até nós pode vir diretamente do Sol, e neste caso ela é branca, ou pode ser resultado do espalhamento na atmosfera, e aí só veremos a luz azul espalhada. Por isso vemos o céu azul. Se a luz espalhada fosse de outra cor veríamos o céu de outra cor. Isto acontece, por exemplo, em Marte, onde a atmosfera é composta principalmente por dióxido de carbono (CO2) que espalha também comprimentos de onda maiores o que dá ao céu uma cor mais esverdeada. Acontece também no nascer e no pôr do Sol. Nestes momentos a luz do Sol atravessa grandes extensões da atmosfera mais baixa onde se encontra grande quantidade de partículas de sal e de poeira que são mais eficientes no espalhamento de luz de comprimento de onda maior, tornando o céu avermelhado.


E na Lua? Na Lua não existe uma atmosfera que espalhe a luz. Assim quando olhamos para o céu não vemos nenhuma luz, exceto quando olhamos para uma estrela ou outros objetos luminosos. E quando não vemos nenhuma luz vemos preto. Por isso o céu na Lua é escuro.

Fonte: http://fisicanossa.blogspot.com.br/

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Visita da Escola Municipal Casa da Criança Maria Antônia

Recebemos na segunda feira, dia 26/03/2013 a professora Telma Pio com alunos da E.M. Casa da Criança Maria Antônia no espaço GAIA.

Esperamos que voces tenham gostado e que voltem sempre!


Alunos na Sala da Paleontologia

Momento do Vulcão em Erupção

Entrada no Espaço GAIA


Momento final da visita no Túnel do Tempo Geológico

Crianças montando o quebra cabeça das regiões brasileiras

sábado, 16 de março de 2013

Sustentabilidade para crianças


Há tempos sabe-se da dificuldade em passar para as crianças a responsabilidade de cuidar do planeta.

Pais e professores tentam de várias formas introduzir termos “verdes” e estimular boas ações, mas muitas vezes isso torna-se pedante e a criança acaba sentindo-se culpada de uma coisa que provavelmente ela nem sabe como aconteceu.

Uma forma divertida de iniciar um ensinamento sustentável é através de jogos educativos.

Half na Floresta - libertar animais e fugir das armadilhas são objetivos do jogo.

Recentemente a Agência FAPESP divulgou (aqui) um novo jogo chamado Half na Floresta.

No jogo criado pelo Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (um dos centros da FAPESP), e pelo Instituto Nacional de Ciências dos Materiais em Nanotecnologia, com parceria da Aptor Games, a criança tem que cumprir objetivos para preservar o meio ambiente. Libertar animais presos, plantar árvores, entre outras coisas, são algumas das ações.

Quem tiver interesse por esse tipo de jogo pode acessar o site da Ludo Educa Jogos clicando aqui.

Fonte: http://www.ofitexto.com.br/home

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Projeto científico com cristais assustadores para crianças



Quando você começar a trabalhar com esse projeto, tenha cuidado. Você pode se sentir como um cientista maluco assim que chegar nos resultados!
Faça alguns cristais assustadores

Faça alguns cristais assustadores

Você vai precisar de:

Panela
Água
Copo e colher de medidas
Sulfato de magnésio (sal amargo ou sal de Epsom)
Colher
Corante alimentar verde
Tampinhas de garrafa de metal
Fôrma redonda de torta
Pedaços de 5 cm de barbante
Moedas de 10 centavos

Passo 1: 
peça a ajuda de um adulto para aquecer meia xícara de água na panela em fogo médio. Pegue meia xícara de sulfato de magnésio e vá adicionando a colheradas na água quente, até que ele não dissolva mais. Desligue o fogo.

Passo 2: adicione 2 gotas do corante alimentício verde e mexa. Deixe a mistura esfriar por 20 minutos ou mais.

Passo 3: coloque as tampinhas de garrafa na forma de torta. Com cuidado, despeje a mistura morna nas tampinhas até a borda delas. 

Passo 4: coloque os pedaços de barbante dentro das tampinhas. Use as moedas para impedir que o barbante flutue e segure-o no fundo.

Passo 5: coloque a forma em algum lugar onde a água evapore rapidamente. Lugares quentes e com uma boa corrente de vento aumentam a evaporação.

Passo 6: observe as tampinhas por algumas semanas para ver a formação dos cristais. Se formarem uma crosta na superfície da água, use um lápis para fazer um pequeno buraco.

O que aconteceu? O sulfato de magnésio dissolve na água. Esquentar a água faz com que mais sal se dissolva nela. Quando você faz isso, cria o que os químicos chamam de solução supersaturada.

Depois que você despeja a água nas tampinhas, ela começa a esfriar. Agora a água não consegue prender tanto sal, e os cristais começam a se formar. Enquanto a água evapora, os cristais continuam a crescer.

Examine bem e compare alguns grãos de sal comum com o sulfato de magnésio. Você pode ver que os cristais têm formas diferentes. Quando cristais grandes crescem, eles são feitos das mesmas formas repetidas.