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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Convenção da Diversidade Biológica






A Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) é um tratado da Organização das Nações Unidas e um dos mais importantes instrumentos internacionais relacionados ao meio ambiente.

A Convenção foi estabelecida durante a notória ECO-92 – a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), realizada no Rio de Janeiro em junho de 1992 – e é hoje o principal fórum mundial para questões relacionadas ao tema.

Mais de 160 países já assinaram o acordo, que entrou em vigor em dezembro de 1993.

A Convenção está estruturada sobre três bases principais – a conservação da diversidade biológica, o uso sustentável da biodiversidade e a repartição justa e equitativa dos benefícios provenientes da utilização dos recursos genéticos – e se refere à biodiversidade em três níveis: ecossistemas, espécies e recursos genéticos.

A Convenção abarca tudo o que se refere direta ou indiretamente à biodiversidade – e ela funciona, assim, como uma espécie de arcabouço legal e político para diversas outras convenções e acordos ambientais mais específicos, como o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança; o Tratado Internacional sobre Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e a Agricultura; as Diretrizes de Bonn; as Diretrizes para o Turismo Sustentável e a Biodiversidade; os Princípios de Addis Abeba para a Utilização Sustentável da Biodiversidade; as Diretrizes para a Prevenção, Controle e Erradicação das Espécies Exóticas Invasoras; e os Princípios e Diretrizes da Abordagem Ecossistêmica para a Gestão da Biodiversidade.

A Convenção também deu início à negociação de um Regime Internacional sobre Acesso aos Recursos Genéticos e Repartição dos Benefícios resultantes desse acesso; estabeleceu programas de trabalho temáticos; e levou a diversas iniciativas transversais.

Saiba mais em: www.cbd.int


Fonte: Ministério do Meio Ambiente – Convenção da Diversidade Biológica

terça-feira, 13 de maio de 2014

O controverso conceito de Degradação Ambiental







Os diversos ramos da ciência desenvolveram terminologia própria, procurando dar às palavras um significado o mais exato possível, eliminar ambiguidades e reduzir a margem para interpretações de significado.


A gestão ambiental, ao contrário, utiliza vários termos do vocabulário comum. Palavras como “impacto”, “avaliação” e mesmo a própria palavra “ambiente” ou o termo “meio ambiente” não foram cunhadas propositadamente para expressar algum conceito preciso, mas apropriadas do vernáculo, e fazem parte do jargão dos profissionais desse campo. Por essa razão, é preciso estabelecer, com a maior clareza possível, o que se entende por expressões como “impacto ambiental”, entre outras.


Degradação ambiental é outro termo de conotação claramente negativa. Seu uso na moderna literatura ambiental científica e de divulgação é quase sempre ligado a uma mudança artificial ou perturbação de causa humana – é geralmente uma redução percebida das condições naturais ou do estado de um ambiente.


A degradação de um objeto ou de um sistema é muitas vezes associada à ideia de perda de qualidade. Degradação ambiental seria, assim, uma perda ou deterioração da qualidade ambiental. A Lei da Política Nacional do Meio Ambiente define degradação ambiental como “alteração adversa das características do meio ambiente” (art. 3°, inciso II), definição suficientemente ampla para abranger todos os casos de prejuízo à saúde, à segurança, ao bem-estar das populações, às atividades sociais e econômicas, à biosfera e às condições estéticas ou sanitárias do meio, que a mesma lei atribui à poluição.


Em outras palavras, degradação ambiental corresponde a impacto ambiental negativo. A degradação refere-se a qualquer estado de alteração de um ambiente e a qualquer tipo de ambiente.


O ambiente construído degrada-se, assim como os espaços naturais. Tanto o patrimônio natural como o cultural podem ser degradados, descaracterizados e até destruídos. Vários desses termos descritivos serão utilizados para caracterizar impactos ambientais. Assim como a poluição se manifesta a partir de um certo patamar, também a degradação pode ser percebida em diferentes graus.


O grau de perturbação pode ser tal que um ambiente se recupere espontaneamente; mas, a partir de certo nível de degradação, a recuperação espontânea pode ser impossível ou somente se dar a prazo muito longo, desde que a fonte de perturbação seja retirada ou reduzida. Na maioria das vezes, uma ação corretiva é necessária.


Fonte da Informação: http://www.comunitexto.com.br/

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A importância das matas ciliares



A água é uma substância essencial à sobrevivência de todos os seres vivos e sua produção e manutenção está diretamente relacionada à floresta. Precisamos entender melhor o papel das florestas para sabermos por que preservá-las, pois a nossa sobrevivência e de todos os outros seres vivos dependem disso.

A mata ciliar funciona como os cílios para os nossos olhos. Os cílios limpam e lubrificam os olhos e também permitem que os mesmos se fechem diante de uma luz muito forte ou uma ameaça qualquer (cisco de poeira, por exemplo). 

Da mesma maneira a Mata Ciliar ou Áreas de Preservação Permanente - APP protegem os rios e córregos, impedindo que sujeiras sólidas como terra, restos de inseticidas, herbicidas, fungicidas e adubos cheguem aos rios, lagoas e córregos.

Esse importante papel das florestas normalmente não é valorizado, mas o tratamento de água onde a floresta foi bem preservada custa 100 vezes menos que nas áreas que foram desmatadas, tais como nas bacias hidrográficas. 



Além disso, a floresta, por ter um ciclo de vida longo (mais de 7 anos) e um sistema radicular profundo (até 10 m de profundidade), captura os nutrientes advindos das chuvas e do ar. As copas das árvores protegem melhor o solo dos impactos da chuva, deposita restos culturais (folhas, galhos, frutos e sementes) na superfície do solo protegendo-o melhor que qualquer cultura agrícola dos impactos da chuva, além de reciclar os nutrientes, e deste modo, recuperam solos degradados. O sistema radicular possui boa arquitetura para estruturar o solo, e assim, evita os desmoronamentos ou deslizes de terra nas encostas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Por que pilhas e baterias não devem ser jogadas no lixo comum?


As pilhas e as baterias são uma mini-usina portátil, que transformam energia química em energia elétrica. 
Elas possuem determinadas substâncias químicas que, quando reagem entre si, produzem energia elétrica, ou seja, fazem funcionar o relógio, o celular, o brinquedo, etc.

O problema é que essas substâncias químicas presentes nas pilhas e baterias são altamente tóxicas, e podem fazer mal aos seres humanos e animais. 
Uma pilha comum contém pelo menos três metais pesados: zinco, chumbo e manganês. A pilha alcalina contém ainda o mercúrio. Além dos metais pesados, as pilhas e baterias possuem ainda elementos químicos perigosos, como o cádmio, cloreto de amônia e negro de acetileno.
As pilhas são classificadas de acordo com seussistemas químicos, podendo haver em cada um deles mais de uma categoria. As categorias são representadas por letras, que normalmente vêm impressas nas pilhas. Além disso, as pilhas podem ser recarregáveis ou não.

O perigo ocorre quando se joga uma pilha ou bateria no lixo comum, pois há o risco desses elementos químicos perigosos entrarem na cadeia alimentar, causando sérios danos à saúde. As duas formas mais comuns de destinação final do lixo são aterro sanitário e usina de compostagem.

A pilha, quando descartada no lixo comum, vai para o aterro sanitário, que fica à céu aberto. Uma vez exposta ao sol, vento, chuva e umidade, as pilhas e baterias se oxidam e rompem o invólucro de proteção. Os metais pesados e elementos químicos perigosos saem misturados a um líquido que acaba contaminando todo o lixo ao redor, podendo atingir o lençol freático local.
Além disso, muitos aterros sanitários ficam próximos de rios e córregos, que também acabam sendo contaminados por essas substâncias químicas tóxicas. Portanto, essas substâncias químicas tóxicas chegam à cadeia alimentar via irrigação da agricultura ou pela ingestão da água ou alimento contaminado.



Na usina de compostagem, as pilhas são misturadas no composto orgânico que está sendo formado, girando no biodigestor por 48 horas. Algumas são amassadas e moídas, e se rompem, despejando os metais pesados por todo o composto. Na saída do tubo giratório do biodigestor há uma rede que impede a passagem das pilhas. O lixo moído é disposto em montes a céu aberto, sendo remexido semanalmente, por três meses. Neste período, ocorrem novosvazamentos e os metais pesados e outras substâncias químicas tóxicas se misturam ao composto, que será usado como adubo depois.

Existem usinas de compostagem em algumas cidades do interior de São Paulo que utilizam trituradores, aumentando substancialmente as chances de contaminação, pois todo o conteúdo da pilha mistura-se ao composto orgânico.
Portanto, não descarte suas pilhas e baterias usadas no lixo comum. Leve-as a um posto de coleta de resíduos tecnológicos.

Fonte: http://fisicanossa.blogspot.com.br/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Preservação do oceano: questão de sobrevivência



As águas, especialmente os oceanos, estão cada vez mais esgotadas pela pesca excessiva e pelos altos índices de poluição, e apesar de serem as responsáveis pelo funcionamento do planeta, produzindo 70% do oxigênio atmosférico, são altamente negligenciadas nos estudos referentes a mudanças climáticas e não contam com políticas de proteção e conservação.

Proporcionalmente, o mundo passou de dois bilhões para sete bilhões de habitantes em um período de aproximadamente 80 anos, no entanto, nenhum estudo ou lei evoluiu na mesma intensidade para proteger os oceanos, rios e lagos de forma a suprir as necessidades desses cinco bilhões a mais sem prejudicar os maiores provedores de oxigênio do mundo.

O oceano é como o ar, um bem comum, e para a continuação da existência da espécie humana, é imprescindível que permaneça intacto. O plâncton presente nas águas, que faz a captura do carbono e gera oxigênio é incomparável em termos de produção de O2, no entanto, nos últimos 60 anos, o plâncton oceânico foi reduzido em 40%. O mesmo acontece com os peixes, especialmente com o tubarão e o atum, que estão ameaçados, e com as grandes barreiras de corais. No Caribe, por exemplo, 80% desses corais já desapareceram (o armazenamento de dados como esse começou no ano de 1950, ou seja, em 62 anos sobraram apenas 20% dos corais caribenhos). Infelizmente, o tamanho do oceano e sua grandiosidade não serão capazes de evitar um colapso.

Apesar do cenário ruim, ainda há providências a serem tomadas, capazes, ao menos, de reduzir as proporções das consequências da ação do homem sobre o planeta Terra, como por exemplo, a criação de uma rede global de áreas marinhas protegidas, proteção da biodiversidade em águas internacionais, pesquisas coordenadas sobre a acidificação dos oceanos e seus efeitos, expansão e implementação de acordos institucionais para a proteção do ambiente marinho, estabelecimento de procedimentos de manejo nas áreas de pesca – com base no respeito aos ecossistemas e aos pescadores artesanais.


Fonte: Revista Planeta Sustentável

quinta-feira, 21 de março de 2013

Mini-glossário de Sustentabilidade

Você ouve todo o tempo diversos termos relacionados ao meio ambiente e sua preservação, mas sabe o que realmente significam? Veja abaixo alguns deles e como o Brasil está colaborando com o planeta.


Ecologicamente correto: é o produto que tem como características principais o uso de matérias-primas naturais renováveis, a possibilidade de ser reciclado ou reutilizado e que causem os menores danos possíveis ao ambiente em seu processo de fabricação.

Ecossistema: sistema onde se vive, no qual se inclui a interação entre pessoas e meio ambiente.

Reciclável: material que pode ser reaproveitado como matéria-prima para outro produto.

Recursos renováveis: um recurso é considerado renovável quando pode ser utilizado infinitamente, ou seja, quando não se esgota, pois há uma maneira de renová-lo.

Responsabilidade Social: frequentemente confundida com filantropia, a responsabilidade social faz cumprir as obrigações com a sociedade em geral. No caso de uma empresa, isso se faz sendo transparente; não construindo um empreendimento em um local de preservação ambiental, por exemplo; ou mesmo compensando o prejuízo que qualquer ação da empresa tenha causado à sociedade.

Reutilizado: material que ganha novo uso, sem necessariamente, ser matéria-prima. Uma lata de refrigerante pode virar, depois de estilizada, um porta-lápis, por exemplo.

Sustentabilidade: é o processo que permite se sustentar de uma mesma maneira (ou com poucas mudanças) por um determinado tempo. Esse termo está ganhando status de princípio, no qual empresas e pessoas devem se planejar e agir de modo que não prejudiquem o planeta – inclusive em situações futuras. Para se considerar sustentável, é necessário ser: ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente diverso.

O que está sendo feito de novo no Brasil para ajudar o planeta?

Felizmente, ao mesmo tempo que temos muitas empresas que não se preocupam com o futuro do planeta, há milhares de pessoas correndo atrás e tentando minimizar os efeitos devastadores do consumo desenfreado.

Carteira feita com embalagem de salgadinho

Uma empresa que está fazendo um trabalho super bacana é a TerraCycle (o site da empresa às vezes está saindo do ar), que recicla produtos de difícil reaproveitamento, como embalagens de salgadinhos, sucos e chocolates, transformando-as em bolsas, carteiras, cadernos e até mesmo guarda-chuvas! Depois de prontos, os objetos são vendidos em algumas grandes lojas do Brasil. Uma forma criativa de evitar que muitos materiais acabem indo para os aterros já superlotados do País.

Outra boa notícia é que, segundo informações de estudo da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield, quase metade dos lançamentos de novos imóveis no Rio de Janeiro serão “verdes”, com consumo menor de energia e água, e uso de materiais reciclados, entre outras características.

Essas são tendências que devem se alastrar por um bom tempo. Vamos torcer.




Fonte do mini- glossário: http://www.ofitexto.com.br/home

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aquecimento ou Esfriamento Global?


Muita gente se confunde com os termos Aquecimento Global e Efeito Estufa, por isso montamos um texto explicativo abordando também o Protocolo de Quioto e um contraponto científico.

O efeito estufa é um fenômeno natural que tem por função evitar a fuga do calor da radiação solar. Os responsáveis em desempenhar esse papel são os chamados “gases estufa”: o vapor d’água, o CO2 e o metano da atmosfera. Apesar de o nitrogênio e o oxigênio ocuparem um volume de 99% na atmosfera, eles não atuam nessa “manta” de calor.

O Aquecimento Global, por sua vez, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) seria o aumento do efeito estufa causado por ações humanas, como as emissões desenfreadas de CO2. Para frear as emissões, foi criado em 1997 o Protocolo de Quioto, cujo objetivo é o compromisso dos países na redução desses de gases, mas só em fevereiro de 2005 o projeto começou a vigorar.

Durante o mês de dezembro de 2011, houve diversas reuniões para discussão do protocolo e os representantes de 194 países concordaram em renová-lo, pelo menos até 2017, e iniciaram um novo pacto global sobre o clima, que deve valer apenas a partir de 2020. O novo protocolo terá a participação reduzida de países, com a saída da Rússia, do Japão e do Canadá.




Foi aprovada também a estrutura que possibilitará projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação, o chamado REDD – Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal. A proposta permite que países possam captar verbas pelas emissões evitadas graças à preservação de florestas. O desmatamento de florestas em todo o planeta destrói aproximadamente 7 milhões de hectares ao ano.

Como tudo isso foi descoberto? No que é baseado?

Para explicar e prever futuros acidentes e fenômenos ecológicos, em 2007 o IPCC lançou o documento Climate Change, que traz avaliações de mudanças climáticas no mundo. Nos relatórios do documento constam informações de como os gases atuam forte e negativamente no aquecimento global.

Afirmando que a probabilidade dos processos climáticos naturais influenciarem esse fenômeno é menor que 5%, os relatórios foram amplamente divulgados pela mídia como verdade absoluta, e a população começou a se preocupar com as consequências dos gases estufa.


Um contraponto, porém, foi levantado por cientistas: como pode o dióxido de carbono – CO2, ser o grande vilão do aquecimento se, por exemplo, fenômenos naturais como o aumento das nuvens, também fazem ocorrer uma variação na temperatura?

Entre as principais causas conhecidas das mudanças climáticas da Terra estão a intensidade da atividade solar, o campo geomagnético, os raios cósmicos, a mecânica celeste, o vulcanismo e os gases estufa.

Segundo o cientista Shigenori Maruyama, autor do livro “Do not be taken in by the global warming theory”, traduzido brilhantemente pelo fundador da Associação Brasileira de Geologia do Quartenário, Kenitiro Suguio, e publicado pela Editora Oficina de Textos, “o aumento da atividade do Sol aquece a Terra, mas a diminuição do campo magnético enfraquece a função de bloqueio dos raios cósmicos, o que provoca o aumento da nebulosidade e causará o esfriamento”.

Por esse e outros motivos, cientistas afirmam que, na verdade, o que deve acontecer é um esfriamento global. E que mesmo que haja derretimento de geleiras, por exemplo, ele não acontecerá desenfreadamente e na velocidade que dizem. Houve um sensacionalismo muito grande em torno do assunto e as pessoas acreditaram em tudo sem questionar. Por volta de 2035 deveremos ver essas mudanças.

As montanhas do Himalaia são exemplos de que derretimento ocorre, mas não tão rapidamente, e que não é causado somente pelas mudanças climáticas ocasionadas por humanos, pois se sabe que a influência das nuvens sobre a temperatura é muito maior que a dos gases estufa. Apesar de algumas geleiras menores terem diminuído de tamanho ou terem sido extintas, isso dificilmente ocorrerá com todas, pois o fenômeno depende principalmente de sua altitude e de outros fatores naturais.


Assim como o oceano, as geleiras respondem às variações climáticas de maneira atrasada, podendo demorar até décadas para sofrer um efeito. A inconstância e a falta de fundamentação científica dificultam qualquer previsão e considerando ainda o caso do Himalaia, é mais difícil, porque as condições variam em todo o eixo horizontal e vertical.

No fim, o maior risco é para a população, principalmente as que vivem em altitudes médias. No Nepal, apesar de suas grandes altitudes, as constantes e incertas mudanças acabam prejudicando a agricultura local das pequenas comunidades. Sem data para chover, por exemplo, programar a plantação é uma tarefa árdua, e muitas vezes, perdida.

Fonte: http://www.ofitexto.com.br/home

segunda-feira, 11 de março de 2013

Alemanha bate recorde em energia solar



Segundo dados da Associação da Indústria Solar Alemã (BSW, na sigla em alemão), publicados no início de janeiro de 2013, a produção de energia elétrica por meio de placas fotovoltaicas aumentou 45% no ano passado em comparação com 2011.

Em 2012 a Alemanha gerou aproximadamente 28 bilhões de quilowatt-hora (kWh), utilizando 1,3 milhões de sistemas fotovoltaicos e fornecendo energia elétrica para oito milhões de casas. Isso significa que a parcela no fornecimento energético do país quadruplicou nos últimos três anos.

Entre os benefícios do investimento em energia solar estão a queda dos custos na compra de painéis em até 50%, e a possibilidade de incrementar o uso de baterias para o armazenamento, além de sistemas de administração, deixando esta forma de energia disponível durante todo o dia.

A associação também estabeleceu a meta de aumentar a participação no mercado de energia solar para 10% até 2020 e pelo menos 20% até o ano de 2030.

Apesar dos investimentos, o consumidor alemão deverá pagar mais pela energia elétrica este ano. Para financiar o custo da mudança energética do país para uma matriz renovável, cada quilowatt-hora passou de 3,59 para 5,30 centavos de euro, que custará por ano aproximadamente 185 euros a mais para cada família do País.




Enquanto isso, no Brasil…

Embora tenha sido considerado o 10° país com maior potencial para investir em energias renováveis, o Brasil ainda tem poucos projetos no setor. Apesar da recente regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que permite o pleno funcionamento do sistema fotovoltaico conectado à rede, assim como o sistema de compensação energético, poucos consumidores adotaram esses métodos para produzir energia. Uma das vantagens oferecidas pela empresa foi a permissão para os pequenos produtores pagarem apenas uma taxa mínima em sua conta de luz, referente a acessibilidade a rede de distribuição elétrica. Até 2011, a produção energética por meio de sistemas fotovoltaicos era de 40 e 60 MWh, dos quais 50% destinados para os sistemas de telecomunicações e 50% para os sistemas de energia rural, segundo dados da ANEEL.

Fontes: Energy Market Price/Terra

Fonte: http://www.ofitexto.com.br