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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O que é um relógio de Sol?



Relógio de sol corresponde a um método ou procedimento utilizado para medir a sucessão das horas ou do tempo por meio da visualização do modo como a luz solar incide na terra em diferentes posições e é justamente essa variação que fornece as horas. 


O relógio de sol pode ser como, por exemplo, um relógio de jardim, constituído por um mostrador que é confeccionado em uma superfície plana na qual são indicadas as respectivas horas, dessa forma, a sombra projetada no mostrador funciona como uma espécie de relógio convencional. Assim, a luz do sol ao variar resulta nas sucessões das horas. 






Existem relógios de sol com funcionamento mais difícil de compreender, pois possuem mostradores do tipo inclinado. 


A necessidade de conhecer as horas é algo especificamente social, uma vez que animais e plantas não necessitam de tais informações. O indício mais antigo da divisão do dia é proveniente de um relógio de sol egípcio, datado de 1.500 a.C. 

Os seres humanos têm utilizado dos relógios para marcar o tempo e assim facilitar o agendamento dos compromissos e atividades, assim como encontro entre pessoas, como reuniões, festas e outros, desse modo o homem com sua capacidade intelectual conseguiu dominar tal recurso, mesmo em tempos remotos.

 Apesar de ser uma tecnologia antiga, o relógio de sol ainda é utilizado nos dias de hoje em praias e áreas abertas.

Fonte: Eduardo de Freitas, no site: http://www.brasilescola.com/

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Como construir seu Kit de teste para minerais


Os caçadores de minerais vão adorar montar esse kit simples para identificar os minerais e testar suas propriedades.
Faça seu próprio kit para testar minerais
©2007 Publications International, Ltd.
Faça seu próprio kit para testar minerais

Primeiro, faça uma bolsa bem reforçada para poder carregar seu kit:

Passo 1: corte dois pedaços de lona ou qualquer tecido resistente de 15cm x 20 cm e junte-os, com o lado errado de fora.
Passo 2: costure três lados juntos.
Passo 3: na parte aberta, dobre 1cm do tecido para formar uma casa. Costure essa parte e deixe os cantos abertos.
Passo 4: passe um cordão dentro da casa, de forma que ele feche o saco quando você o puxar, formando uma bolsa.

Você vai precisar de:
  1. Moeda de 5 centavos 
  2. Um pequeno pedaço de vidro 
  3. Um pedaço de azulejo não-envidraçado 
  4. Lixa ou canivete de bolso 
  5. Uma garrafa pequena de vinagre 
  6. Conta gotas 
  7. Minerais 
  8. Livro de referência para minerais 


Depois de reunir todos esses materiais, veja como você pode usar seu kit para testar rochas e minerais:

Passo 1: com o azulejo,  faça várias listras raspando-o contra a pedra. Veja qual a cor dos arranhões, que no seu livro de referência é chamado de cor do traço.



Figura mostrando diferentes cores de traço em placa de azulejo para os seguintes minerais (da esquerda para direita): pirita, hematita, cobre nativo, muscovita e calcita. Foto: Bruno Marinho Peixoto.


Passo 2: o vinagre é usado para testar a presença de carbonato de cálcio. Ponha uma gota de vinagre na pedra. Se efervescer, significa que ela tem carbonato de cálcio.
Passo 3: teste a dureza do mineral, que é medida em uma escala de 1 (a mais macia) a 10 (a mais dura). É assim que funciona:
  1. se uma unha consegue arranhar a pedra, é 1 ou 2. 
  2. se uma moeda arranhar a pedra, é 3. 
  3. se uma lâmina de faca ou uma lixa conseguem arranhar a pedra, é 4 ou 5. 
  4. se um pedaço de vidro arranha a pedra, é 6. 
  5. se a pedra consegue arranhar a faca ou a lixa ou se mal consegue arranhar o vidro, é 7. 
Os números mais altos (8 a 10) são usados para minerais mais duros.

Agora você pode usar o que descobriu para identificar a pedra em um livro de referências!

Alguns Links legais:
5-minerais-mais-raros-do-que-os diamantes
como-se-formam-os-diamantes
o-que-sao-quilates?
fazendo-magnetita
projeto-cientifico-com-cristais assustadores


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O que é um Mineralóide?


Mineralóides são substâncias provenientes de atividades ou processos orgânicos biológicos (e que resultam da decomposição de animais ou vegetais) que podem apresentar características semelhantes às dos minerais, mas não possuem a estrutura cristalina ordenada e uma composição química específica. Entre os mineralóides mais conhecidos, tem-se o carvão mineral que se origina da decomposição de restos vegetais, num longo processo de litificação (transformação em pedra). O petróleo e o gás natural também se formam de matérias orgânicas em decomposição, quase sempre acumuladas no processo de sedimentação.
Entre as pedras preciosas de origem orgânica mais conhecida tem-se a pérola que é produzida por um molusco marinho da família das ostras.
Outros mineralóides de interesse econômico e gemológico são: obsidiana (por ser um vidro e não um cristal, não é considerado mineral), opala (natureza não cristalina) e o âmbar, substância orgânica não cristalina de origem geológica. 

 âmbar.  Foto: Danielle Piuzana


Para mais informações: como-as-ostras-fazem-as-perolas

domingo, 27 de janeiro de 2013

O que é o Solo?


O Solo é uma camada de material não consolidada (solta), assentada sobre rochas. - Esse material é constituído de minerais e matéria orgânicas. - Nos espaços deixados pelas partículas minerais e matéria orgânica, chamadas poros, ficam na água e o ar. - A parte mineral é formada de argila, limo, areias e pedras. - A matéria orgânica é formada por organismos vivos ou mortos e seus restos ou dejetos. 

O solo apresenta extremas variações no que concerne a profundidade, composição, cor, textura, estrutura, etc. - O solo é o meio onde o vegetal retira os materiais à sua nutrição e ao mesmo tempo, é o suporte sobre o qual se ancora.

Foto de solo do tipo Latossolo.

A erosão dos solos compromete a produção agrícola, causa assoreamento nos rios, represas e zonas portuárias. A retirada de vegetação e ocupação dos solos por moradias em encostas íngremes provoca os escorregamentos frequentemente noticiados pela imprensa, que causam muitas mortes e danos materiais.



Manejo sustentável dos solos

Com uma taxa de aumento populacional de 1,2% ao ano, tornou-se necessário pensar em práticas sustentáveis para preservar os recursos naturais do planeta e manter os seres humanos em harmonia com o meio ambiente.
Entre as medidas de conservação, estão aquelas que visam ter efeitos positivos na qualidade do solo, permitindo produções de alimentos maiores na mesma área e por mais tempo.



O renomado especialista em Solos, com mestrado e doutorado pela North Caroline State University (EUA), Igo Lepsch, destacou em seu livro Formação e Conservação dos Solos o desequilíbrio que por vezes acontece no cultivo de terra. Segundo Lepsch, as atividades agrícolas, quando feitas sem os devidos cuidados com o solo, retiram a cobertura vegetal original do solo e promovem a erosão acelerada e outras formas de degradação.

Com um plantio bem manejado e consolidado, é possível usufruir todos os pontos positivos de um solo específico, fator que também contribui para uma produção de alimentos mais estável. Confira abaixo algumas dicas de Lepsch para os problemas mais comuns de solo:

  •  Excesso de sais ou salinização: consiste no acúmulo de sais no solo, geralmente próximos à superfície. Este problema faz com que as plantas tenham dificuldade em obter água e sais minerais, mas a solução é simples, basta acrescentar sais de cálcio (gesso) para eliminar os excessos de sódio e adicionar água de boa qualidade à sua superfície.
  •  Poluição do solo: em alguns casos pode ocorrer contaminação com substâncias químicas usadas na agricultura e/ou por restos de produtos industriais ou residenciais. Embora o solo consiga “reciclar” as propriedades que são naturais do ambiente, não pode fazer o mesmo com produtos não elaborados pela atividade de seus organismos. Por isso, tanto fertilizantes minerais quanto orgânicos devem ser aplicados em quantidades calculadas e adequadas.
  • Degradação Física: ocorre por meio da modificação dos agregados do solo, ou seja, organismos como raízes que dependem do oxigênio e da água contida no espaço poroso entre os agregados que formam a estrutura do solo não se desenvolvem. Um dos métodos para solucionar este problema é o cultivo especial, como o plantio direto na palha.


Fonte: http://www.comunitexto.com.br

 http://professormarcianodantas.blogspot.com.br


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Falhas geológicas e terremotos


Os sismólogos Hirouki Noda, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha e Terrestre, e Nadia Lapusta, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, descobriram que falhas deslizantes podem ter causado os terremotos que aconteceram no Japão em 2011.

As descobertas dos pesquisadores também devem ter implicações para a avaliação de risco na falha de Saint Andrew, que corre debaixo da costa da Califórnia e pode causar novos desastres no local.

Você sabe o que são estas falhas e qual a relação delas com terremotos?

As falhas, segundo o professor e pesquisador norueguês Haakon Fossen, são quaisquer superfícies ou faixas estreitas em que se torna visível um deslocamento causado por cisalhamento.

Este cientista também explica a diferença entre as falhas e as fraturas de cisalhamento que as compõe. As primeiras podem expandir-se pela criação de uma complexa zona de processos, com numerosas pequenas fraturas. Já as fraturas de cisalhamento não podem expandir-se ao longo de seu próprio plano para se tornar uma grande estrutura.

As falhas são classificadas em três tipos diferentes, sendo: normal, reversa e transcorrente. Em cada uma dessas, os movimentos dos blocos de rocha são variáveis. Confira a imagem abaixo para compreender as diferenças entre cada uma:






Mesmo com essas diferenças nos movimentos das rochas, as falhas geram movimento dos blocos, criando um nível de fricção que pode ser suficientemente alto para travá-los. Quando isto acontece, as forças nas placas continuam a empurrar a rocha, aumentando a pressão aplicada na falha. Esta movimentação cria mudanças que podem ser ou não visíveis na superfície da terra, podendo inclusive, gerar terremotos.

A maioria dos terremotos ocorre nos limites de placa, porque nestas áreas a força de sua movimentação é sentida de maneira mais intensa. Cria-se então algo denominado como “zona de falha”, na qual a liberação de energia cinética pode aumentar o estresse em uma falha próxima, levando a outros terremotos. Descobrir com antecedência pode auxiliar na prevenção de problemas causados por terremotos.

Outras postagens do GAIA sobre o tema:
alfred-wegener-e-deriva-continental
movimentacao-das-placas-tectonicas
paisagens-geleira-perito-moreno
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o-que-e-um-tsunami

Fonte: http://www.comunitexto.com.br/