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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Como se formam as reservas de petróleo?




O carvão foi o combustível que propulsionou a revolução industrial, hoje em dia derivados do petróleo possuem a mesma importância para nossa economia. Não é atoa que guerras e conflitos são travados por causa dele. Os combustíveis fósseis são gerados a partir de rochas com grande quantidade de matéria orgânica. Esse vídeo mostra como se forma um reservatório de petróleo. Além da rocha reservatório, que normalmente é um arenito poroso e permeável, é preciso uma armadilha estrutural para aprisionar o óleo e o gás. Essa armadilha pode ser uma dobra como mostrado no vídeo ou uma falha. 

Outro fator importante é a rocha selante, que impede o petróleo de sair da armadilha. Essa rocha pode ser uma camada de sal (caso do pré sal) ou algum outro tipo de rocha impermeável. O petróleo é menos denso que a rocha, assim vai existir uma força que faz ele migrar pelas fraturas das rochas para cima. Parte desse petróleo fica armazenado nas armadilhas.

Fonte: http://cienciatube.blogspot.com.br

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Foto espacial: as montanhas em camadas de Marte

Fonte: NASA, em : Hyperscince.com

A imagem que você vê são montanhas marcianas, localizadas no fundo da cratera Arabia Terra, no planeta vermelho. Por que elas têm tantas camadas? Os cientistas ainda estão tentando explicar isso.
As áreas escuras na foto não são formadas de água, como pode parecer à primeira vista, mas sim de uma areia muito escura. Astrônomos suspeitam que essa areia pode ter um papel crucial na formação das camadas das montanhas, já que seria possível que elas surgiram graças ao vento marciano e ao desgaste que os grãos de areia provocariam, causando erosão.
A maioria dessas camadas é larga o suficiente para que um caminhão passe por elas tranquilamente. A imagem acima mostra uma paisagem com três quilômetros de largura.
O fotógrafo dessa paisagem marciana foi a sonda Mars Global Surveyor, agora inativa, que capturou a imagem em outubro de 2003.

Enviada por: Tharine Silva

Fonte: http://hypescience.com/foto-espacial-as-montanhas-em-camadas-de-marte/ 

Para ler mais sobre Marte e demais planetas do Sistema Solar:


http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/observatorio-do-sistema-solar_12.html


http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/2012/08/sunday-domingo-dia-do-sol.html







domingo, 13 de janeiro de 2013

Descoberta a maior galáxia em espiral do Universo



Descoberta a maior galáxia em espiral do Universo
Foto © NASA's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS
Foi "por acidente" que um grupo de astrônomos internacionais se deparou com aquela que é a maior galáxia em espiral do Universo. A surpresa foi possível graças a imagens captadas por satélite que mostram uma explosão de luzes ultravioleta, resultado de uma colisão com uma galáxia menor.
Em comunicado, a NASA, agência espacial norte-americana, explica que a equipa, que contava também com elementos do Observatório Europeu do Sul, no Chile, e da Universidade de São Paulo, no Brasil, se encontrava à procura de dados sobre a formação de novas estrelas nas fronteiras da galáxia NGC 6872.
"Não estávamos à procura de uma espiral. Foi um presente", confessou Rafael Eufrásio, da Universidade Católica da América e membro do Goddard Space Flight Center da NASA, referindo-se às imagens registadas pelo satélite GALEX - Galaxy Evolution Explorer.
Porém, os astrônomos acabaram por se surpreender. A galáxia em causa, a NGC 6872, que fica a 212 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Pavo, já era conhecida por ter uma grande espiral, mas a sua dimensão aumentou, "provavelmente" devido à colisão com a galáxia vizinha IC 4970.
Segundo os cientistas, que já comunicaram a descoberta à American Astronomical Society, a NGC 6872 possui, em média, um tamanho cinco vezes superior ao da nossa galáxia, a Via Láctea, da qual faz parte o planeta Terra.
Eufrásio explicou que "a galáxia que colidiu com a NGC 6872 espalhou estrelas por toda a parte a 500 mil anos-luz de distância" de nós, acrescentando que este achado mostra a forma como as galáxias podem mudar radicalmente de tamanho em consequência de colisões. 
Além dos dados do GALEX, equipamento espacial especializado em descobrir novas estrelas, os cientistas serviram-se de informações obtidas a partir de outros telescópios, concluindo que as estrelas mais jovens, que se encontram nas "bordas" da espiral, se vão movendo em direção ao centro da galáxia à medida que envelhecem.

Para ler mais sobre Astronomia:






Fonte: http://boasnoticias.clix.pt/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Como se formam os diamantes?


Os diamantes são formados por um único elemento químico: o carbono. Devido à estrutura e às condições em que são formados, o diamante é a substância natural mais dura conhecida pelo homem. Na verdade, diamante é uma palavra de origem grega, derivada da palavra adamas, que significa indestrutível.

Muitos acreditam que os diamantes são originados do carvão. No entanto, ao contrário dessa crença popular, o carvão raramente tem algum papel na formação dos diamantes. Na verdade, na história da Terra, os diamantes surgiram antes do carvão.

Quatro processos respondem por praticamente todos os diamantes já encontrados na Terra.



Formação de Diamantes no Manto Terrestre

Geólogos acreditam que todos os diamantes em depósitos que são explorados comercialmente se formaram no manto terrestre e ascenderam à superfície por meio de erupções vulcânicas.

São formados sob enorme pressão e temperatura, aproximadamente a 160 km da superfície em rochas chamada Peridotitos, Lherzolitos e Wehrlitos. Nessa região do manto, a temperatura é de aproximadamente 1050 C°.


Os diamantes formados no manto são estocados em uma zona de estabilidade de diamantes. Erupções vulcânicas muito profundas levam os diamantes à superfície da Terra. Esse tipo de evento é muito raro, sendo que nenhuma erupção desse tipo foi observada, desde que a ciência se tornou capaz de detectá-las. À medida que a mistura de magma, minerais e fragmentos de rocha se aproximam da superfície, uma estrutura de cano começa a se formar. Essa estrutura se chama Kimberlito. Eles são a fonte que os grandes mineradores diamante procuram.

Segundo estudos, os primeiros diamantes se formaram há aproximadamente 2,5 bilhões de anos. Então, a famosa frase “diamantes são eternos” faz algum sentido!

Após milhares de anos, ações da natureza podem carregar alguns poucos diamantes para o fundo de rios e mares. Das fontes de diamante conhecidas, esses são os locais mais acessíveis ao ser humano. A extração de diamantes em rios e mares ficou conhecida como exploração de aluvião, prática comercial muito comum no passado. Atualmente, os Kimberlitos são responsáveis por quase toda oferta de diamantes.

Formação de Diamantes em Depressão Tectônica

A depressão tectônica ou zona de subducção é uma área onde uma placa tectônica é forçada para baixo de outra. As placas ficam sujeitas à temperatura e pressão muito elevadas. Diamantes já foram encontrados em placas que já estiveram por baixo de outra e, posteriormente, voltaram à superfície. No entanto, a quantidade encontrada nesse tipo de rocha é muito pequena e pouco conveniente para exploração comercial.


Formação de Diamante sem Zonas de Impacto de Asteroides

A Terra já foi – e ainda será – atingida repetidas vezes por grandes asteroides. A ciência acredita que a extinção dos dinossauros, por exemplo, tenha sido causada pela colisão de um asteroide na Terra.

Esse tipo de evento cria temperatura e pressão altíssimas: condições ideais para formação de diamantes. De fato, pequenos diamantes já foram encontrados próximos a zonas de impacto. No entanto, a quantidade ofertada por esse tipo de fonte é praticamente desprezível.

Formação de Diamantes no Espaço

O universo é, sem dúvida, um fornecedor dos mais diversos tipos de materiais e elementos químicos.Diamantes também estão perdidos por aí, no espaço. Existem enormes estrelas de diamantes, como a estrela Lucy, por exemplo.

A NASA já encontrou micro diamantes – pequenos demais para uso na joalheria – em alguns meteoritos que chegaram à Terra.


Para ler mais sobre os diamantes e outros minerais:

O que são quilates?

Fazendo magnetita

5 minerais mais raros que os diamantes


Fonte: http://blog.poesie.com.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Meteorito raro possui materiais mais antigos do Sistema Solar

Cientistas da Universidade da Califórnia em Davis, nos EUA, em colaboração com a agência espacial americana (Nasa) e com outras instituições, estudaram fragmentos de um meteorito caído em território americano em abril de 2012, que passou como uma bola de fogo pelo céu sobre a Califórnia e Nevada.

Por meio de análises geoquímicas, os pesquisadores descobriram que o objeto possui alguns dos materiais mais antigos do Sistema Solar, os mesmos que ajudaram a formar os planetas vizinhos da Terra e nosso próprio mundo.

Cientistas apelidadam de 'Darth Vader' o pedaço de meteorito coletado (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia em Davis)

Pertencente à classe dos condritos carbonáceos, o meteorito primitivo foi formado há cerca de 4,5 bilhões de anos e soltou-se de um corpo celeste maior, provavelmente um asteróide ou um cometa na órbita de Júpiter, há cerca de 50 mil anos, segundo os cientistas. Além dos materiais pré-Sistema Solar, o meteorito é formado de poeira cósmica.

Segundo os cientistas, o objeto se fragmentou ao cair na Terra e é um dos mais raros já encontrados.
O meteorito de Sutter Mill entrou na atmosfera do planeta a uma velocidade de 28,6 km por segundo - segundo a pesquisa, trata-se do "mais rápido e mais energético" objeto a cair na Terra desde 2008, quando um asteróide atingiu o Sudão, na África.


Complexo

Chamado de meteorito de Sutter Mill, em referência ao local onde foram encontrados seus pedaços, o objeto possui uma estrutura química complexa e diversificada, que indica que a superfície dos asteróides e cometas que dão origem aos condritos é mais complicada do que se imaginava.

Para localizar os fragmentos, os cientistas consultaram imagens de radar, fotos e vídeos da passagem do meteorito, além do relato de testemunhas. Vários pedaços foram encontrados instantes antes de tempestades, que poderiam fazer os objetos se perderem para sempre.

O objeto perdeu a maior parte dos 45,3 mil kg que possuía ao entrar na atmosfera do planeta e explor, segundo o estudo. Os cientistas conseguiram coletar apenas cerca de um kg, com os fragmentos.

Fragmento de meteorito de Sutter Mill, do tipo condrito carbonáceo (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia em Davis)Fragmento de meteorito de Sutter Mill, do tipo condrito carbonáceo (Foto: Divulgação/Universidade da Califórnia em Davis)




Fonte: 
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/

Radar-Enabled Recovery of the Sutter’s Mill Meteorite, a Carbonaceous Chondrite Regolith Breccia - http://www.sciencemag.org/content/338/6114/1583.abstract?sid=a9754841-bb4a-44fb-b799-4289ca9942dd