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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Jurassic Park venezuelano emerge do petróleo


Sob o rico subsolo venezuelano há mais do que petróleo: paleontólogos descobriram vestígios de um tatu do tamanho de um Volskwagen, um crocodilo maior que um ônibus, um mastodonte de seis toneladas e um tigre dente-de-sabre. Agora, procuram um fóssil humano. Foto: AFP/Juan Barreto
Sob o rico subsolo venezuelano há mais do que petróleo: paleontólogos descobriram vestígios de um tatu do tamanho de um Volskwagen, um crocodilo maior que um ônibus, um mastodonte de seis toneladas e um tigre dente-de-sabre. Agora, procuram um fóssil humano. Foto: AFP/Juan Barreto



Sob o rico subsolo venezuelano há mais do que petróleo: paleontólogos descobriram vestígios de um tatu do tamanho de um Volskwagen, um crocodilo maior que um ônibus, um mastodonte de seis toneladas e um tigre dente-de-sabre. Agora, procuram um fóssil humano.


Em meio a rochas e ossos petrificados entre 14.000 e 370 milhões de anos expostos em seu pequeno escritório, Ascanio Rincón, chefe do Laboratório de Paleontologia do Instituto Venezuelano de Pesquisas Científicas (Ivic), explica à AFP o mapa da história geológica do país, com grande riqueza de fósseis.


"Temos 12.000 exemplares catalogados, de diferentes eras. Na Venezuela temos esta riqueza que vem de quando se origina o oceano Atlântico, há 200 milhões de anos, de quando se dá a deriva do rio Orinoco, há 8 milhões, e se fecha o istmo do Panamá, de 5 a 3 milhões", comentou Rincón.


Situada no norte da América do Sul, com uma estrutura geologicamente complexa e nadando em petróleo, a Venezuela tem 102 sítios com fósseis, concentrados nos estados de Falcón e Lara, embora também haja ocorrências em Zulia, Monagas e Mérida, todos ao norte do Orinoco.


O cheiro de petróleo invade o ambiente quando Rincón abre com cuidado a gaveta de um arquivo para mostrar o fêmur preto de um mastodonte gigante de 25.000 anos, do final da Era do Gelo.


As cavernas venezuelanas guardam tesouros para os paleontólogos. Mas em um país de combustíveis fósseis, nos chamados "breales", grandes poças de petróleo com água na superfície, como o Breal de Mene de Inciarte (Zulia) e o Breal de Orocual (Monagas), ficaram presos e preservados por milhões de anos de pequenas aves a exemplares da megafauna.


As prospecções de petróleo têm sido fundamentais. Desta forma foram encontrados fósseis de dinossauros tão pequenos como um frango sem penas com cara de iguana, pelicanos de três metros e 12 milhões de anos e preguiças gigantes tão grandes que eram terrestres, ao contrário de seus parentes modernos que vivem em árvores.

 "Quebra-cabeça de 5.000 peças"


Interpretar um fóssil pode levar anos. Identificar o tigre dente-de-sabre, um dos mimos da coleção, denominado 'Homotherium venezuelensis', levou quatro anos desde que sua descoberta, a primeira da espécie na América Latina.


Em setembro será anunciada a descoberta, em uma região remota do país, de uma nova espécie que começou a ser estudada há 18 anos, diz Rincón, orgulhoso, sem revelar a surpresa.


"Imagine um quebra-cabeças de 5.000 peças e você tem 200 peças que tenta interpretar, tirar uma conclusão confiável que aporte alguma coisa à ciência. Vamos juntando as peças até que tenhamos informação da totalidade", ilustrou.
E montar um quebra-cabeças demanda muita paciência. Uma vez que os especialistas detectam um fóssil, devem extrair o sedimento, transportá-lo, lavá-lo, passá-lo por uma peneira, separá-lo com uma lupa e estabilizá-lo para manipulá-lo durante o estudo e comparação com seus parentes atuais.


O laboratório, que conta com apenas cinco pesquisadores, tem apoio estatal e privado, mas carece de recursos logísticos e tecnológicos. Às vezes, precisam comparar peças com outras encontradas em Estados Unidos, França, Espanha e países da América Latina.


 "Como a música" 


De onde viemos, para onde vamos e o que somos? Parte da resposta à eterna pergunta do ser humano, diz Rincón, está na paleontologia, que ajuda a "entender a evolução da vida na Terra".


Vital para a indústria da mineração, os fósseis determinam a idade das rochas e indicam os depósitos de petróleo, mas Rincón e sua equipe veem na paleontologia uma "missão": criar consciência do que existiu há milhões de anos e não existe mais para cuidar o que existe hoje.


"Estamos extinguindo o pouco que nos resta de florestas, oceanos, desertos, devastando nossos ecossistemas. Estamos forçando a roda para que a extinção se acelere", lamentou.


Para Rincón, a paixão pelo que faz sai pelos poros. "Quis ser paleontólogo desde que tinha oito anos por um programa da National Geographic que adorei, vi uns caras escavando na África procurando fósseis e disse: Quero ser como eles!".


Fonte da Informação: http://www.diariodepernambuco.com.br/

domingo, 22 de setembro de 2013

A terra é cheia de furinhos. Duvida? Faça a experiência e comprove!



experiencia-terra-furinhos-conta-gotas-escola-ciência

Prove para os seus amigos que o solo da terra é cheio de furinhos!

Você vai precisar de:
1 pedaço de plástico
1 pedra
1 bloco de terra endurecida
1 esponja
1 conta-gotas
Água

Como fazer a experiência:
Forre o chão com o pedaço de plástico. Coloque sobre ele a pedra, a terra e a esponja.
Usando o conta-gotas, pingue sobre os três a mesma quantidade de água, até encharcar a esponja.
Repare como a pedra quase não absorve a água, mas o bloco de terra e a esponja, sim.

O que acontece?

O solo tem uma porção de furinhos chamados de poros. Quando a terra está seca, os poros ficam cheios de ar. Se chove, eles se enchem de água, como os da esponja.

Mas na terra há mais poros e a por isso o bloco de terra absorve mais a água. Se o solo não tivesse esses furinhos, as raízes das plantas não conseguiriam absorver a água da chuva.

Fonte da Informação: http://www.recreio.com.br/licao-de-casa/

sábado, 21 de setembro de 2013

Salobra, termal, dura: conheça os diferentes tipos de água do planeta

tipos-de-água-na-natureza menino boia água copo

Beber água salgada do mar: blergh!


Você já bebeu água mineral e nadou em água salgada, mas existem outros tipos de água na natureza. 

Veja só:  
Água doce:  É a água dos rios e lagos que não tem contém grande quantidade de sal.  

Água salgada:  Está nos oceanos e é rica em sal que veio de rochas dissolvidas pela água das chuvas milhões de anos atrás.  

Água salobra:  É um tipo de água que contém sal, mas não tanto como no mar. Por isso, não pode ser chamada de doce ou salgada. É encontrada em reservas subterrâneas, tem gosto um pouco salgado, mas pode ser bebida.  

Água mineral:  Água doce e potável, com substâncias que se desprendem de rochas.  Água sulfurosa  É um tipo de água mineral com alto teor de enxofre, que a deixa com um cheiro ruim. 

Água com gás:  Um tipo de água mineral que contém gás carbônico.  

Água termal :  Fica em fontes em que a temperatura da água está acima da temperatura ambiente, como em lugares onde existiram vulcões ativos no passado. Um exemplo é a cidade brasileira de Araxá, em Minas Gerais.  

Água dura:   Apesar do nome, ela não é sólida, mas contém grande quantidade de substâncias chamadas de sais de cálcio e magnésio. Por isso, em contato com outras substâncias, ela reage de forma diferente da água comum. Ela não produz espuma em contato com o sabão, por exemplo.  


Fonte da Informação: http://www.recreio.com.br/licao-de-casa/muito-mais-que-doce-ou-salgada-conheca-os-tipos-de-agua-que-existem-na-natureza

Existem vulcões no Brasil?


Os vulcões ativos são aberturas na crosta da Terra por onde escapam magma (rocha derretida) e gases. 

A superfície do planeta é quebrada em pedaços, chamados placas tectônicas, e sobre as bordas dessas placas está a maior parte dos vulcões.O Brasil não está perto da borda e por isso não temos vulcões. Mas, há milhões de anos, as placas estavam distribuídas de outra forma e havia muitos vulcões por aqui, que hoje estão extintos. 

A região amazônica abriga o vulcão mais antigo já descoberto, com cerca de 1,89 bilhão de anos. 

curiosidades-vulcoes

Fonte da Informação: http://www.recreio.com.br/fique-ligado/no-brasil-ha-vulcoes

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Relógio Solar de Garrafa Pet



Como você sabe, o Sol é a estrela da qual depende toda a vida na Terra e ele, felizmente, tem um comportamento extremamente regular em sua aparente trajetória diária no céu. Usaremos esta regularidade para construirmos um relógio de sol. Vamos orientá-lo para que construa um relógio, cujas horas serão lidas pela sombra de um barbante esticado dentro de uma garrafa PET ao redor da qual estão marcadas as horas.

Teoria: Você sabe que aparentemente o Sol gira ao redor da Terra e que gasta 24 horas para dar uma volta completa. Num círculo temos 360 graus, logo, dividindo 360 graus por 24 horas obtemos 15 graus para cada hora. Ou seja, o Sol “gira” 15 graus em cada hora ao redor da Terra. Nosso relógio será bem simples, pois terá só um ponteiro (o barbante dentro da garrafa) e somente as linhas das horas inteiras, ou seja, ele não vai marcar minutos e segundos.


Obs : Você pode imprimir o transferidor por esse link.


Materiais Necessários

1- Garrafa Pet com tampa
1- Tesoura
1- Rolo de fita Adesiva
1- Tubo de cola
1- vela
1- Caixa de fósforo
1- Prego
1- Alicate
1- pedaço de papelão
1- transferidor
1- Lápis
1- Caneta Hidrocor
1- Borracha
1- Folha de papel ofício
1 - Rolo de barbante





Garrafa Pet com tampa, Vela, Tesoura, Durex, Alicate, Cola, Fósforo, Prego, Papelão, Folha do transferidor, Lápis, Caneta Hidrocor, Borracha, Folha de papel ofício, Barbante e Régua.



Para medir o perímetro da garrafa, coloque um pedaço de barbante
ao redor da garrafa (na parte cilíndrica,fora de curvas) e depois meça o comprimento do barbante, em milímetros.






Medindo o perímetro da garrafa usando um barbante.




Divida o perímetro da garrafa(deve está em milímetros ) por 24 (porque o dia tem 24 horas ). Numa folha de papel, trace 13 linhas paralelas, separadas pela distância do resultado dessa divisão. O comprimento pode ser de 10 ou mais centímetros, não importa. Sobre cada reta, escreva as horas de 18 horas (à esquerda ) até as 6 horas (à direita ). Como mostra a figura.






Mostrador das horas.






ixe o mostrador das horas com pequenos pedaços de fita adesiva sobre a parede da garrafa, de forma que as linhas fiquem ao longo do comprimento da garrafa.



Foto da garrafa com o mostrador das horas.




Aqueça um prego numa vela e encoste-o no fundo da garrafa e depois na tampinha.



Furando o fundo da garrafa com um prego aquecido por uma vela.



Passe o barbante pelo furo do fundo da garrafa e da tampinha . Dê vários nós na ponta do fio que está no fundo da garrafa , para que possamos esticar o barbante dentro da Pet . Amarre a outra ponta na tampinha de forma que o barbante fique esticado dentro da garrafa .



Passando o barbante pelo fundo da garrafa e pela tampinha.



Nesta foto note que o barbante está esticado dentro da garrafa.


Descubra a Latitude da sua cidade (dica : www.aondefica.com/lat_3_.asp ou www.apolo11.com/latlon.php ). Estamos no Rio de Janeiro, a latitude daqui é 22° 54''. Depois, recorte do transferidor, um triângulo que tenha a abertura exata da Latitude da sua cidade (começando pelo zero, claro ) e cole-o sobre um pedaço de papelão. Depois, recorte o papelão do tamanho do transferidor recortado.




Nesta foto o transferidor está colado no pedaço de papelão.



Foto do papelão já recortado.


Recorte um retângulo de papelão com largura e comprimento silimar ao da própria Pet que está usando. Faça um traço no centro do papelão ao longo do seu comprimento, de ambos os lados dele. Cuidadosamente cole o centro deste papelão sobre o primeiro, o papelão do transferidor . Como mostra as figuras abaixo.



O retângulo de papelão e o transferidor, eles vão ser a base do relógio solar.



Base do Relógio Solar.




O Relógio Solar pronto!



Relógio Solar.


Para que o rélogio solar funcione é preciso que o dia esteja ensolarado e que o barbante que está dentro da garrafa fique sobre a linha NORTE-SUL. Além disso é necessário que a parte mais alta do relógio solar fique apontando para o Sul, se ele for usado neste hemisfério, ou para o Norte se usado naquele hemisfério.

Para determinar a direção Norte-Sul veja a atividade "Determinando os Pontos Cardeais".




Veja que o relógio solar está direcionado para o sul, porque estamos no hemisfério sul.



Fonte da Informação: http://pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=264#top