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terça-feira, 26 de maio de 2015
Alunos do Colégio Diamantinense visitam o projeto GAIA
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Geoecologia: paisagens em foco
As paisagens são entidades, no sentido de que constituem um objeto com dimensão definida na superfície terrestre e possuem ritmo e desenvolvimento dependentes das leis da Física.
Essas características dependem da dinâmica interna e externa do planeta, bem como dos movimentos orbitais e das relações cósmicas ao longo do tempo geológico. Contudo, as paisagens podem ser (e são) humanizadas por diferentes conjuntos culturais ao longo da história da sociedade, o que lhes confere um novo caráter sem excluir sua dependência das leis da Física.
Esse novo caráter, cultural, possui manifestações materiais e imateriais e afeta o funcionamento geoecológico e as decisões sobre seu destino. Como indivíduos geográficos, as paisagens agregam elementos e processos com diferentes naturezas, dimensões e durações que, relacionando-se numa determinada área da superfície terrestre, dão origem a uma unidade visível.
Essa unidade visível provoca e se relaciona com o espírito humano, tornando-se sujeita às ações e decisões dos indivíduos e da sociedade conforme seus interesses variados. Nesse sentido geográfico, as paisagens são unidades geoecológicas resultantes da interação complexa de processos naturais e culturais.
Elas podem se originar, existir e desaparecer sem a interferência humana, mas sua representação não é independente da cultura. Desse modo, a sociedade cria discursos sobre a paisagem, que podem ser utilizados de modos diversos para propósitos variados. Nesse contexto, a sociedade busca sua realização tentando adequar seus interesses aos recursos disponíveis na paisagem.
Muitas vezes essa relação é conflitante, gerando consequências indesejadas, e daí a importância da Geoecologia como ferramenta de suporte à decisão sobre o uso das paisagens.
Fonte da informação: http://www.comunitexto.com.br/geoecologia-paisagens-em-foco/#.VBB3j0uhM4N
segunda-feira, 19 de maio de 2014
paleontólogos acham quatro fósseis em sítio entre Uberaba e Campina Verde, MG
Paleontólogos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) começaram nesta sexta-feira a temporada de escavações em três sítios arqueológicos dos municípios de Uberaba e Campina Verde. No principal deles, o de Caieira, os pesquisadores fizeram um “ensaio” de escavação de duas horas na quinta-feira. Nesse curto espaço de tempo, foram encontrados quatro fósseis.
O professor Luiz Carlos Borges Ribeiro explica que os fósseis encontrados são um dente de titanossauro (grupo de dinossauros herbívoros gigantes), uma casca de ovo (provavelmente também de titanossauro), fragmento de osso de dinossauro e um pedaço de quelônio (tartaruga). O pesquisador explica que os achados não são suficientes para grande destaque, como publicação de um artigo científico, mas “mostra que a gente tá no caminho correto, (pois ocorreu) em menos de duas horas, numa fase de limpeza”.
Ribeiro explica que Caieira tem relevância internacional e lá foram descobertas oito novas espécies - três crocodilos, dois dinossauros, duas tartarugas e uma rã. Outros fósseis podem levar à descoberta de duas novas espécies de dinossauro, mas o professor afirma que ainda são muito escassos para caracterizar animais desconhecidos.
O professor informa que as escavações neste ano também vão servir para treinar técnicos em paleontologia que podem trabalhar na região, que é rica em pesquisa e no turismo de fósseis. O professor explica que a temporada de escavações coincide que o período de seca na região, já que com muita chuva o fóssil fica mais frágil e pode ser danificado na hora da retirada.
“Isso mostra que (...) existiu em Uberaba uma paleobiota muito diversificada. São crocodilos, dinossauros, tartarugas, rãs, invertebrados, aves. O sítios de Uberaba são interessantes porque eles são bastante diversificados de forma que permitem diversas linhas de pesquisa”, diz o professor, que explica que o acervo da UFTM tem mais de 4 mil exemplares de fósseis, principalmente de dinossauros.
Fonte da Informação: http://noticias.terra.com.br
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Era Paleozoica: Fatos e curiosidades que você sempre quis saber!
A Era Paleozoica durou cerca de 300 milhões de anos sendo compreendida entre 542 milhões e 245 milhões de anos atrás, aproximadamente.
Durante este longo período, a Terra apresentava seis massas continentais principais, que possuíam imensas montanhas e mares rasos ao longo de suas margens.
Ainda temos resquícios de rochas formadas nessa Era, como as rochas calcárias, usadas para fins industriais nas construções civis, e depósitos de carvão.
Período, geologia e o clima Paleozoico
Na escala de tempo geológico, a Era Paleozoica sucede o Período Pré-Cambriano e precede a Era Mesozoica.
A Era Paleozoica divide-se nos Períodos Permiano Paleozoico Superior, Carbonífero, Devoniano, Siluriano Paleozoico Inferior, Ordoviciano e Cambriano. Pode ser também denominada como era primária e representa a história física do globo terrestre. O clima era quente, úmido e quase não se diferenciava desde a zona dos pólos até o Equador, além de não haver estações definidas.
No entanto, foi nesta Era que a Terra sofreu grandes altos e baixos com o clima, principalmente entre os períodos Cambriano e o Ordoviciano. Neste primeiro, o clima era quente em todo o mundo, mas no início do Período Ordoviciano a temperatura caiu tanto que se configurou como a idade do gelo, nos quais se formaram as geleiras, e o nível do mar baixou.
Em relação aos continentes, antes do Período Cambriano, os continentes eram unidos como um único bloco que se fragmentou durante este Período formando a Gondwana. Este supercontinente incluía a maior parte de terra firme que hoje constituem os continentes do Hemisfério Sul, sendo eles a Antártida, América do Sul, África, Madagascar, Seicheles, Índia, Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia e Nova Caledônia. Os outros continentes (América do Norte e Eurásia) ainda neste período, permaneceram ligados formando um bloco conhecido por Laurásia.
No Período Siluriano, as massas de terra que se tornariam mais tarde a América do Norte, Europa Central e Setentrional e Europa Ocidental, moveram-se mais e tornaram-se ainda mais unidas. O nível do mar subiu novamente.
No período Devoniano, as massas de terra do norte do planeta continuavam firmes e juntas. Gondwana ainda existia, enquanto o resto do planeta era oceano. Por fim, no último período da Era Paleozóica, o Permiano, a Euroamérica e Gondwana se uniram formando um único bloco conhecido como Pangeia. O clima nesta época era provavelmente seco, pois a Pangeia por ser um imenso bloco, impedia que as nuvens de chuva pudessem fazer com que a água penetrasse muito além das costas.
A vida animal na Era Paleozoica
É justamente nesta Era que foi encontrada a resposta para a clássica pergunta: “Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?”.
O Período Carbonífero da Era Paleozoica, que corresponde cerca de 359 milhões a 299 milhões de anos atrás, representou a época de desenvolvimento de seres tetrápodes, isto é, seres que são descendentes de peixes de nadadeiras lobadas, que passaram a depositar seus ovos pela primeira vez na terra, já que tendo, a princípio, um estilo de vida anfíbia, esses animais colocavam seus ovos na água. Ou seja, antes das aves existirem, tal como conhecemos hoje, já havia seres que depositavam seus ovos em solo firme.
Os Trilobites, animais que em sua maioria eram marinhos bentônicos, viviam junto do fundo em profundidades que variavam entre os 300 metros e zonas pouco profundas, próximo à costa, no entanto também havia os de formas planctônicas. Estes animais, característicos desta Era, foram desaparecendo à medida que os peixes tornaram-se mais diversificados.
As libélulas dominavam o céu paleozoico, e repteis marinhos como lagartos e cobras começaram a evoluir, bem como os arcossauros, que dariam origem aos crocodilos, dinossauros e aves.
O Período Carboniano também ficou conhecido como a “Idade das Baratas”, já que se têm registros fósseis de que o seu ancestral Archimylacris eggintoni, andou circulando por todo o mundo.
O Período Permiano, o último desta Era, terminou com a maior extinção em massa que existiu, conhecido como a extinção do Permiano. Este foi o evento de extinção mais severo que ocorreu na Terra, e que resultou na morte de aproximadamente 95% de todas as espécies marinhas e de 70% das espécies que viviam sobre os continentes. Esse fato provocou uma mudança radical em todas as faunas e delimitou a fronteira entre o Período Permiano e o Triássico.
No entanto, antes da extinção em massa, neste período os mares eram quentes, os recifes de corais eram floridos, e serviam de abrigo para peixes e criaturas sem casca. Na terra, os vertebrados evoluíram e se tornaram herbívoros.
A causa da extinção
Existem algumas hipóteses sugeridas pela ciência que tentam explicar esse evento catastrófico. A primeira está relacionada com a evolução dos oceanosno final do Período Paleozoico. Através de dados geológicos que foram interpretados, baseados na teoria da tectônica de placas, a aglomeração de várias massas continentais que constituíram a Pangeia, causou uma diminuição considerada e significativa nas linhas de costa e das áreas de ambientes marinhos que não eram profundos, mas que possuíam habitats diversificados. Ao desaparecer esses habitats, muitas formas de vida marinha também desapareceram. O nível do mar também regrediu agravando toda a situação.
A segunda hipótese rebate a primeira, no qual considera que essas mudanças geológicas não podem ter sido as causadoras da extinção, já que são mudanças que ocorrem em um ritmo tão lento, que os animais seriam capazes de se adaptarem a este processo de evolução, e dessa forma, não haveria razão para tantas espécies terem sido extintas quase que em sua totalidade e de forma tão drástica.
Atualmente, acredita-se na teoria chamada “Hipótese da Arma de Clatratos”. De acordo com esta hipótese, uma enorme erupção vulcânica aconteceu no território da Sibéria, e isso resultou em uma grande liberação de dióxido de carbono, o que aumentou o efeito estufa em 5 graus a mais na temperatura da Terra. Em decorrência disso, uma considerável quantidade de metano que estava congelado no fundo dos oceanos se desprendeu e foi até a atmosfera aumentando em mais 5 graus a temperatura terrestre.
A Terra apresentando 10 graus acima do normal, propiciando um efeito estufa de grandes proporções que acabou com a vida no planeta, restando apenas os pólos geográficos como locais ainda possíveis de manutenção da vida.
fonte: http://www.jornalciencia.com/
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Conheça três seres pré-históricos brasileiros
Os dinossauros (palavra que deriva do grego e significa “lagarto terrível”) constituem um grupo de animais que existiu desde o início do período jurássico, há 199 e 155 milhões de anos, até o final do cretáceo, há aproximadamente 145,5 milhões ou 99,6 milhões de anos.
A teoria mais aceita para a extinção destes seres é que um meteorito encontrado no México colidiu com a terra e originou uma grande explosão, carbonizando bilhões de animais instantaneamente e levantando uma nuvem de poeira que bloqueou o calor do sol. Com exceção dos dinossauros emplumados e dos seres mamíferos, os outros dinossauros não conseguiram se adaptar às novas condições climáticas e então desapareceram.
Embora os humanos nunca tenham convivido com os dinossauros, diferente de como mostram alguns filmes sobre o assunto, estes exercem fascínio pela magnitude e hábitos curiosos. Muitos também não sabem que o Brasil teve seus dinossauros, um total de 23 espécies conhecidas, cujos fósseis foram encontrados em território nacional.
Além dos dinossauros, outras espécies pré-históricas também habitaram os estados brasileiros e os fósseis destes animais permitiram maior conhecimento da história natural do País e as mudanças geológicas que ocorreram no mundo.
Mesosaurus brasiliensis
O Mesosaurus recebeu este nome do pesquisador Mac Gregor, que estudava os fósseis de répteis encontrados nos folhelhos pretos betuminosos da Formação Irati, coletados próximos à estação de Iraty, da E.F. São Paulo – Rio Grande, no Paraná.
Este ser é basicamente um pequeno lagarto que mede aproximadamente 1 metro quando adulto, corpo esguio e uma longa cauda deprimida lateralmente. De acordo com a dentição, estima-se que possuía uma dieta carnívora. Segundo o livro Colorindo a História da Vida, possuíam cores verde-claro para uma camuflagem eficiente.
O primeiro Mesosaurus do mundo foi encontrado no sul da África em 1864. O fóssil brasileiro, no entanto, foi descoberto somente em 1864 e nomeado como Mesosaurus tenuidens (embora tenha sido oficializado como Mesosaurus brasiliensis).
Paraphysornis brasiliensis
O Paraphysornis brasiliensis foi uma ave predadora que viveu durante um período chamado Brasil Pliocénico (entre cerca de 5 e 2 milhões de anos atrás). Segundo a análise dos fósseis, os ossos das asas estariam se desenvolvendo para um tipo de mão primitiva (antes da extinção).
O esqueleto deste animal foi quase 100% recuperado dos sedimentos terciários da Bacia de Taubaté por Herculano Alvarenga, em 1982. Atualmente, está exposto na ala de Paleontologia do Museu Nacional do Rio de Janeiro.
Gliptodonte
Este animal foi similar a um tatu-gigante e viveu no Brasil até cerca de 10.000 anos atrás.
O Gliptodonte possuía hábitos herbívoros e tinha 4 metros, mais de 2 metros de cauda dotada de grandes espinhos e uma tonelada e meia de massa corporal – e possuía uma carapaça óssea, que auxiliava na proteção contra predadores.
Fonte da informação: http://www.comunitexto.com.br/
sexta-feira, 15 de março de 2013
Trilobita “gigante”, achado paleontológico, é uma nova espécie
Os trilobitas são organismos conhecidos apenas como fósseis e viveram em toda a Era Paleozóica, tendo aproximadamente 445 milhões de anos.

De hábito exclusivamente marinho, colonizavam todos os ambientes oceânicos, comendo detritos sobre o substrato, enterrados nos sedimentos e até mesmo nadando. As variadas formas que os trilobites desenvolveram refletem os diferentes hábitos de vida e estratégias de sobrevivência adquiridas durante a evolução do grupo.
Em julho de 2011 uma nova espécie de trilobitas – considerada gigante para o gênero da espéciepanderiae, com um tamanho cinco vezes superior às conhecidas até o momento – foi encontrada em Chão de Lopes, Mação; os fósseis são considerados de alto valor patrimonial e relevância para a ciência.
Artur Sá, paleontólogo do Departamento de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTDA), responsável pela descoberta, afirma que “apesar dos seus cinco centímetros, esta é uma espécie gigante para este gênero de trilobitas, que são milimétricas, quando muito atingem alguns centímetros.
Mação é considerado o melhor sítio arqueológico em Portugal para o estudo da glaciação que ocorreu na Terra há 445 milhões de anos – o que hoje é conhecido como Mação, tratava-se de mar profundo e estava quase no Polo Sul -, e que foi responsável pelo desaparecimento de mais de 90% das espécies existentes naquele tempo.
Fonte: http://www.ofitexto.com.br/home
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Como se formam as reservas de petróleo?
O carvão foi o combustível que propulsionou a revolução industrial, hoje em dia derivados do petróleo possuem a mesma importância para nossa economia. Não é atoa que guerras e conflitos são travados por causa dele. Os combustíveis fósseis são gerados a partir de rochas com grande quantidade de matéria orgânica. Esse vídeo mostra como se forma um reservatório de petróleo. Além da rocha reservatório, que normalmente é um arenito poroso e permeável, é preciso uma armadilha estrutural para aprisionar o óleo e o gás. Essa armadilha pode ser uma dobra como mostrado no vídeo ou uma falha.
Outro fator importante é a rocha selante, que impede o petróleo de sair da armadilha. Essa rocha pode ser uma camada de sal (caso do pré sal) ou algum outro tipo de rocha impermeável. O petróleo é menos denso que a rocha, assim vai existir uma força que faz ele migrar pelas fraturas das rochas para cima. Parte desse petróleo fica armazenado nas armadilhas.
Fonte: http://cienciatube.blogspot.com.br
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Estudando os fósseis em camadas rochosas...
AFP/Getty Images
O professor Fernando Novas demonstra sua teoria de que os pássaros são descendentes diretos
dos dinossauros durante uma conferência de imprensa
na National Geographic Society, em Washington, D.C.
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Quando os pesquisadores olham para uma camada de rocha, eles olham para todos os fósseis contidos lá, determinando quais espécies viviam no mesmo período. Ao olhar para as camadas de rochas vizinhas, os pesquisadores podem eventualmente determinar como a vida se desenvolveu durante os bilhões de anos da história da Terra. Todas essas descobertas ajudam a criar o registro fóssil: a coleção total de todos os fósseis conhecidos na Terra.
Esses relacionamentos podem dar aos cientistas muitas pistas sobre como a vida mudou com o tempo. Aqui estão alguns exemplos:
- um súbito aumento no número de algas fossilizadas pode estar relacionado a uma mudança no clima e nas fontes de alimento disponíveis;
- pólen fossilizado pode revelar os tipos de árvores e outras plantas que cresciam durante períodos específicos, mesmo se as próprias plantas não foram fossilizadas;
- diferenças nos tamanhos dos anéis em madeira petrificada podem corresponder a mudanças no clima.
| AFP/Getty Images
O estudante de PhD, Erich Fitzgerald, da Universidade Monash e Pesquisador do Museu Victoria,
inspeciona o crânio de um fóssil de 25 milhões de anos do sudoeste da Austrália
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Os cientistas podem usar os relacionamentos entre fósseis de diferentes períodos para embasar a teoria da evolução. Por exemplo, um paleontólogo poderia estudar os restos fossilizados de cavalos pré-históricos para determinar como eles se relacionam com os cavalos modernos. As similaridades entre alguns ossos de dinossauros e os ossos dos pássaros de hoje sugerem que alguns dinossauros eventualmente evoluíram para pássaros.
Getty Images . Essa réplica de fóssil de uma espécime de folha de 90 milhões
de anos foi usada para ajudar
a identificar o pinheiro Woollemi,
uma antiga e rara espécie de pinheiro
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Fósseis transicionais, ou fósseis que exibem características de mais de um tipo de animal, também podem embasar a teoria da evolução. Por exemplo, o crânio mostrado acima é um fóssil de 25 milhões de anos de uma baleia com barbatana. Mas diferentemente das baleias com barbatanas de hoje, essa tinha dentes afiados. Ela parece ser uma etapa intermediária entre as baleias extintas, que tinham pernas e dentes, e as baleias de hoje.
Os cientistas também podem usar os fósseis para identificar espécies de plantas e animais que existem atualmente. Pesquisadores identificaram a espécie de pinheiro mostrada à direita com a ajuda de uma impressão de fóssil de 90 milhões de anos de idade.
E os fósseis podem até ajudar os pesquisadores a compreender a vida humana. As espécimes de fóssil revelam muitos ancestrais parecidos com os humanos que viveram há milhões de anos. Os crânios mostrados acima são de uma variedade de antigos ancestrais humanos, e eles demonstram como o formato do crânio, que se relaciona com o tamanho e estrutura do cérebro, pode ter mudado à medida que os humanos evoluíram.
Esses e outros fósseis fizeram enormes contribuições à vida na Terra, e os cientistas continuam a fazer novas descobertas. Algumas das mais novas descobertas vêm dos recentemente escavados depósitos fossilíferos na China. Um depósito como esse se encontra na Província de Liaoning, no noroeste da China. Em 2005, pesquisadores escavaram amostras de 90 espécies de vertebrados, 300 espécies de invertebrados e 60 espécies de plantas. Algumas dessas descobertas estão preenchendo lacunas no registro fóssil, enquanto outras estão confirmando teorias existentes de cientistas, como a de que alguns dinossauros tinham penas.
AFP/Getty Images
Uma coleção de fósseis considerada como a série evolucionária do homem desde sua mais remota existência
há milhões de anos é retratada no Museu Nacional, que tem 75 anos, em Nairóbi
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Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O que são os fósseis vivos?
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Apresentações sobre o Planeta Terra (voltada para público infantil e Infanto-Juvenil) da turma do Bacharelado em Humanidades/ Fisiologia da Terra
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Nova Página do Blog - Núcleo de Paleontologia
o Link é : http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/nucleo-da-paleontologia.html
quarta-feira, 4 de abril de 2012
GAIA-GIPE recebe doação de réplica de Ictiólitos
O Professor Paulo Afrânio Sant´Anna, da UFVJM, doou réplica de ictiólitos para fins educacionais para o Núcleo de Paleontologia. A réplica contém três fósseis de peixes e vem sendo um sucesso para as turmas das escolas que visitam o GAIA.
Caro Paulo, a equipe GAIA agradece a atenção e ajuda na formação do acervo!
| Foto: Cecília Serra Macedo |
terça-feira, 13 de março de 2012
Novas Páginas no Blog do GAIA
Adicionamos várias páginas com conteúdos para o ensino, pesquisa e extensão em Ciências e Geociências. Dê uma olhada!
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