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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Deimos e Phobos: As luas de Marte




Os nomes das duas luas de Marte são derivadas da mitologia grega, Fobos (medo) e Deimos (Terror), os gêmeos que o deus Marte estava com a deusa Afrodite. Deimos é coberto com uma espessa camada de partículas ejetadas durante os impactos de meteoritos, o que embaça o seu alívio por preencher as crateras gradualmente. 

Não há essa característica em Phobos está mais perto de Marte, onde a poeira é influenciado por forças de maré de Marte. 
Estes dois satélites poderiam vir do cinturão de asteroides, que passou perto do planeta Marte foram capturados. Deimos está a uma distância de 23,460 km de Marte e Phobos para 9377 km. 

Tanto Deimos como Fobos estão saturados de crateras. Deimos tem um aspecto mais suave causado pelo preenchimento parcial de algumas das suas crateras.



Phobos possui 3 grandes crateras: Stickney, Hall e Roche. A maior delas, a Cratera Stickney, recebeu o sobrenome de solteira da esposa de Hall.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Imagem do dia: Raias de Trenós de Gelo Seco em Marte

Créditos e direitos autorais : HiRISE, MRO, LPL (U. Arizona), NASA


Explicação: O que cria essas ranhuras longas e quase retas em Marte? Apelidadas de escoadouros lineares, elas aparecem nas laterais de algumas inclinações arenosas durante a primavera marciana, têm largura quase constante, extensões tão grandes quanto dois quilômetros, e levantaram margens nas suas laterais. Diferentemente da maioria dos fluxos de água, eles não parecem ter áreas de detritos secos no final da descida. Uma hipótese - na realidade sendo testada aqui na Terra - é que estas ranhuras lineares são causadas por pedaços de gelo de dióxido de carbono (gelo seco) rompendo e deslizando ladeira abaixo enquanto sublima em gás, eventualmente evaporando-se por completo no ar tênue. Se for verdade, estes trenós naturais de gelo seco podem fornecer a futuros aventureiros um passeio suave em almofadas de escapar dióxido de carbono. Aimagem recém-disponibilizada acima foi feita em 2006 pela câmera HiRISE a bordo do Mars Reconnaissance Orbiter da NASA, atualmente em órbita de Marte.

Fonte da Informação: http://apod.astronomos.com.br/

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ESA captura a imagem de duas crateras "gêmeas" no solo do planeta Marte



A sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (ESA), flagrou duas crateras idênticas de 50 km de largura na superfície de Marte.


Elas estão localizadas na região plana denominada PlanumThaumasia, ao sul de Valles Marineris, o grande cânion do Sistema Solar.
Nomeadas como Gêmeas Arima foram localizadas em janeiro e são o resultado, provavelmente, de grandes explosões subterrâneas de gelo. Essas crateras podem fornecer dados que ajudam na compreensão de como era constituído, no passado, a superfície de um planeta.
“Eles fornecem evidência para a região Thaumasia Planum, uma vez tendo hospedado água abundante no subsolo ou o gelo que foi libertado durante eventos de pequenos e grandes impactos”, afirmou a ESA.
As crateras são formadas quando um asteroide atinge a superfície rochosa de um planeta, fazendo com que essa superfície se comprima a tal ponto que eleve a sua densidade. Após o impacto, as regiões comprimidas se despressurizam rapidamente, explodindo de forma violenta.



“Uma ideia para a formação do poço central é que quando a rocha ou gelo derretido durante a colisão, a substância escoa através de fraturas por baixo da cratera, deixando um buraco”, disse a ESA.

“O poço está situado no centro da cratera principal, onde a maior parte da energia de impacto foi depositado”.
Embora sejam parecidas, as crateras gêmeas possuem profundidade diferente, tal como é mostrado no mapa topográfico.
Outras crateras vizinhas, que se originaram após algum impacto, também mostram evidência de água em seu subsolo, ou o de gelo no instante do impacto.

Fonte da informação:  http://www.jornalciencia.com/universo/

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Existe água em Marte?


Quando os cientistas compararam as imagens tridimensionais de alta resolução de Marte de 2005 às fotos tiradas em 1999, notaram algo incomum: vários veios de depósitos brilhantes se formaram em sulcos durante os anos intermediários. Como inundações repentinas e violentas podem provocar erosões no solo e deixar para trás sedimentos na Terra, alguns observadores acreditaram que finalmente tinham fortes evidências da existência de água líquida e, conseqüentemente, da possibilidade de vida, em Marte.

Imagem cedida pela NASA/JPL/
Universidade do Arizona
A câmera HiRISE (High Resolution Imaging Science Experiment) 
da Mars Reconnaissance Orbiter obteve fotos de canais em Marte

Como a vida - mesmo a variedade mais simples - depende de água líquida, os cientistas supõem que ela também seria necessária para os organismos extraterrestres. Marte é repleto de água, mas boa parte congelada ou sob a forma de vapor. O gelo cobre os pólos do planeta e também pode rodear áreas próximas ao equador segundo informações do The New York Times.  Placas de gelo se estendem sobre dunas em crateras. Marte também apresenta sinais de ter tido água líquida no passado. Estudos de crateras, como a Holden, mostram padrões de erosão que sugerem uma chuva marciana antiga.

Há apenas uma década, cientistas consideravam que o planeta não tinha tido água líquida durante vários bilhões de anos. A atmosfera e a temperatura de Marte tornam a idéia de água líquida (ou de simplesmente água tal como conhecemos) praticamente impossível. O planeta é extremamente seco e sua distância do Sol mantém sua temperatura entre 5,5 e -86,6ºC.

Entretanto, a água líquida em Marte não seria necessariamente a mesma água líquida que existe na Terra. Se a água fosse altamente ácida, por exemplo, ela teria um ponto de congelamento menor e poderia manter seu estado líquido no clima frio, segundo a National Geographic. 

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Foto espacial: as montanhas em camadas de Marte

Fonte: NASA, em : Hyperscince.com

A imagem que você vê são montanhas marcianas, localizadas no fundo da cratera Arabia Terra, no planeta vermelho. Por que elas têm tantas camadas? Os cientistas ainda estão tentando explicar isso.
As áreas escuras na foto não são formadas de água, como pode parecer à primeira vista, mas sim de uma areia muito escura. Astrônomos suspeitam que essa areia pode ter um papel crucial na formação das camadas das montanhas, já que seria possível que elas surgiram graças ao vento marciano e ao desgaste que os grãos de areia provocariam, causando erosão.
A maioria dessas camadas é larga o suficiente para que um caminhão passe por elas tranquilamente. A imagem acima mostra uma paisagem com três quilômetros de largura.
O fotógrafo dessa paisagem marciana foi a sonda Mars Global Surveyor, agora inativa, que capturou a imagem em outubro de 2003.

Enviada por: Tharine Silva

Fonte: http://hypescience.com/foto-espacial-as-montanhas-em-camadas-de-marte/ 

Para ler mais sobre Marte e demais planetas do Sistema Solar:


http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/observatorio-do-sistema-solar_12.html


http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/2012/08/sunday-domingo-dia-do-sol.html







terça-feira, 7 de agosto de 2012

Martes (terça feira): Dia do Planeta Vermelho Marte


Crédito: J. Bell (Univ. Cornell), M. Wolff (SSI), STScI, NASA
Marte (Grécia: Ares) é o deus da Guerra. O planeta provavelmente recebeu este nome devido à sua cor; é por vezes conhecido como o Planeta Vermelho. O nome do mês Março também  deriva de Marte.

Esta imagem foi adquirida pelo Telescópio Espacial Hubble aquando da aproximação máxima dos últimos 60,000 anos de Marte com a Terra em Agosto de 2003. É a visão mais detalhada do Planeta Vermelho jamais tirada da Terra. São visíveis na superfície algumas caracterísitcas, tais como: a calote polar Sul na parte de baixo, a cratera circular Huygens (`a direita do centro), a bacia de impacto Hellas na parte clara na área mais baixa `a direita do centro.


Vista panorâmica da superfície de Marte mostra formações geológicas do planeta vermelho MARTE
Crédito da Imagem: NASA/JPL-Caltech/Cornell/Arizona State Univ.

Esta cena em paisagem  combina imagens 817 tiradas pela câmera panorâmica (Pancam) em Marte por meio de um   jipe-robô denominado Opportunity, de 21 de dezembro de 2011 a 8 de maio de 2012, durante missão de inverno de Marte, conhecido por planeta vermelho.
Opportunity  trabalha em Marte desde Janeiro de 2004 e passou esses últimos meses em um afloramento norte inclinado, "Greeley Haven" -  que na tradução ao pé da letra significaria Refúgio de Greeley. O Nome informal do afloramento é uma homenagem a Ronald Greeley (1939-2011), que era um membro da equipe de missão e que ensinou gerações de cientistas planetários na Arizona State University. O local é perto da ponta norte da "Cape York" segmento da borda ocidental da cratera Endeavour.

A imagem panorâmica combina exposições tomadas através de filtros Pancam centradas em comprimentos de onda de 753 nanômetros (infravermelho próximo), 535 nanômetros (verde) e 432 nanômetros (violeta). A vista é apresentado em cor falsa para fazer algumas diferenças entre os materiais mais fáceis de ver.

Este texto foi parcialmente traduzido e para ver o texto na integra acesse o site:
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA15689


Voce pode ler as informações que o GAIA possui em sua página do Observatório do Sistema Solar: http://gaiaufvjm.blogspot.com.br/p/observatorio-do-sistema-solar_12.html