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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Qual a importância do Sol para o Planeta Terra?



O Sol  é a estrela mais próxima de nós, habitantes do Planeta Terra. A estrela é basicamente uma grande esfera de gás incandescente e praticamente todos os seres vivos que habitam a Terra dependem da luz liberada por ela. É a fonte de energia que mantém os ecossistemas aqui neste planeta. 

Nossa fonte primária de energia é o Sol. Vegetais, algas dentre outros seres vivos realizam  a fotossíntese - que transforma a energia luminosa do sol em glicose (açúcar) e é a fonte de energia utilizada pelas plantas e por outros seres vivos que a consomem. Estes,  posteriormente serão consumidos pelos decompositores. Sendo assim, o Sol é essencial para a cadeia alimentar. 



Cadeia alimentar. Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ecologia/Cadeiaalimentar2.php 

Outro ciclo que necessita do sol para ocorrer é o ciclo da água. Neste, o  Sol  aquece a água e faz com que ela evapore.

Ciclo da água. Fonte: http://www.escolakids.com/o-ciclo-da-agua.htm 



O Sol também é essencial para manter a temperatura da Terra...

Autora: Thamiles MArtins, Aluna de Fisiologia da Terra do Bacharelado em Humanidades da UFVJM

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cientistas sugerem que água lunar surgiu antes da Terra







Cientistas apresentaram pesquisa na qual sugerem que a água encontrada na Lua poderia ter sido originada antes mesmo que a formação da Terra.


Um grupo de cientistas apresentou no Congresso Europeu de Ciências Planetárias de Londres uma pesquisa na qual sugerem que a água encontrada na Lua poderia ter sido originada antes mesmo que a formação da Terra.

O estudo foi realizado por uma equipe de cientistas da universidade britânica Open University e se baseia nas mostras lunares recolhidas pelos astronautas do programa Apolo, que deram evidências da existência de água na Lua.

Para realizar a pesquisa, os cientistas britânicos analisaram a quantidade de água presente dentro da apatita, um mineral de fosfato de cálcio achado nas mostras que foram extraídas da crosta lunar mais antiga.

"Estas são algumas das rochas mais antigas que temos da Lua e são inclusive anteriores às mais antigas que encontradas na Terra", explicou em comunicado Jessica Barnes, chefe do projeto.

Segundo a equipe, estas mostras de rocha lunar são as mais apropriadas para "compreender como a água se originou na Lua pouco após sua formação há cerca 4,5 bilhões de anos" e para "descobrir de que parte do Sistema Solar provém a água".

A partir das apreciáveis quantidades de água que foram encontradas dentro da estrutura cristalina da apatita, a equipe de Barnes também defendeu que o interior da Lua é muito mais úmido do que se achava.

Embora os cientistas não tenham conseguido identificar a origem exata de água lunar, a pesquisa destacou que poderia ter um vínculo comum entre a água da Lua e a Terra.

"A água da apatita que há nas rochas lunares analisadas tem um marcador isotópico muito similar ao da Terra e ao de alguns meteoritos de carbono", acrescentou Barnes.

"A extraordinária relação que há entre as mostras lunares e as reservas de água achadas na Terra sugerem que há uma origem comum para a água da Lua e da Terra", concluiu a cientista.

Fonte: In Exame.

terça-feira, 11 de junho de 2013

A água da Terra e da Lua possuem a mesma origem, diz pesquisa





A água da Terra e da Lua podem ter a mesma origem, provenientes de meteoritos antigos.


A afirmação é de um estudo publicado na revista Science. Os resultados da pesquisa indicam que a água da Lua veio do cinturão de asteroides, e descartam a possibilidade do interior do satélite ser seco.

Vital para os seres vivos como conhecemos, a água é encontrada em abundância na Terra, 97% está disponível nos oceanos, enquanto os 3% de água doce é distribuída de várias formas, em rios e lagos, calotas polares, aquíferos e outros reservatórios.

Há 4,5 bilhões de anos, dois enormes objetos colidiram no Sistema Solar e resultaram na formação de dois outros corpos: a Terra e a Lua. Contudo, o intenso calor da colisão evaporou todo o hidrogênio presente na Lua, tornando-o um satélite seco. Porém, recentes pesquisas da Nasa, indicaram a evidência de hidrogênio, o principal “ingrediente” da água, indicando a presença desta molécula tanto na superfície como no interior do satélite.

Para saber a origem da água, os cientistas analisaram os cristais que estão em pedras na superfície da Lua, recolhidas em missões pela Apollo 15 e 17, capazes de registrar a história geológica do lugar.

Dentro dessas pedras, a água fica retida, permitindo que os pesquisadores descubram a proporção de deutério, um isótopo estável de hidrogênio. Em geral, os objetos formados mais perto do Sol têm menos deutério do que corpos que se formaram mais longe. A pesquisa indicou também que os meteoritos conhecidos como condritos carbonáceos, encontrado no cinturão de asteroides, que ficam entre Marte e Júpiter, são os responsáveis pela origem da água da Lua e de nosso planeta.

“Com um bom grau de certeza, sabemos que a água chegou à Lua e a Terra através de meteoritos primitivos agora localizados nas partes externas do cinturão de asteroides", disse o principal autor do estudo Alberto Saal, geoquímico da Universidade de Brown.


Para o geoquímico, Saal, o estudo tem evidência que a Lua nunca esteve seca: “A explicação mais simples para o que encontramos é que já existia água na Terra na época do impacto gigantesco. Um pouco dessa água teria permanecido ao impacto, e é isso que vemos na Lua”, informou o pesquisador. Uma outra teoria que existia para explicar a origem da água na Lua e na Terra é que ela teria vindo de cometas — que também são conhecidos por carregar deutério e hidrogênio. No entanto, a maioria deles é formada em regiões muito distantes, nos extremos do Sistema Solar. "Eu me pergunto se Saal e seus colegas podem excluir que as amostras que contêm água vêm de cometas investigados", disse Paul Hartogh, pesquisador que contrapõe a visão de Saal ao veículo SPACE.com.
A imagem de microscópio eletrônico mostra um cristal lunar da Apollo 17.
 A amostra 74220 trata-se de uma mistura dos minerais olivina e ilmenita.
 Foto: Reprodução / Laboratório de Geofísica do Carnegie Institution of Washington.
Fonte da Informação:  http://www.jornalciencia.com/universo/

sábado, 8 de junho de 2013

Você sabia? A Terra cheirava a ovo podre há 1,9 bilhão de anos atrás



Pesquisas realizadas em minúsculos fósseis encontrados em rochas ao redor do Lago Superior, na América do Norte, revelaram algo surpreendente.
Segundo os cientistas, o cheiro que a Terra tinha há de 1,9 bilhão de anos era de ovo podre. A pesquisa foi liderada pelo Dr. David Wacey, da Universidade da Austrália Ocidental e da Universidade de Bergen, na Noruega; eles descobriram fósseis preservados em “Gunflintchert”, um grupo de rochas situados em volta do Lago Superior, encontrados no norte de Minnesota e no noroeste de Ontário, EUA. Foram encontrados organismos minúsculos que comiam uns aos outros, influenciando o cheiro do planeta.

Os fósseis microscópicos avaliados variavam de cerca de 3-15 micrômetros de diâmetro, e continham micróbios antigos congelados que se alimentavam de cianobactérias, incluindo a “Gunflintia”, conhecida por ser umas das primeiras produtoras de oxigênio. Na pesquisa, foi identificado que os micróbios antigos preferiam se alimentar da Gunflintia, ao invés da bactériaHuroniospora. Essa alimentação de matéria orgânica é chamada de “heterotrofia”, a mesma realizada por seres humanos onde as bactérias em nossos intestinos quebram matéria orgânica.

Fonte: https://www2.bc.edu/


No caso, dos micróbios estudados pequenas tiras de Glunflitia eram deixados como restos da refeição, formando o ácido sulfídrico, que tem cheiro de “ovo podre”.

Para o professor Martin Brasier: "Enquanto há evidência química sugerindo que este modo de alimentação remonta a 3,5 bilhões de anos (heterotrofia), neste estudo, pela primeira vez, foi possível identificar o que estava acontecendo e quem estava comendo quem”.

Foi identificado lugares, onde muitos dos minúsculos fósseis haviam sido parcial ou totalmente substituídos por sulfeto de ferro, também conhecido como “ouro de tolo” ou “piritas”. As piritas, apesar de parecer ouro, são compostas de sulfeto de ferro, produto residual de bactérias heterotróficas redutoras de sulfato. Este fato é também uma prova sobre os hábitos alimentares precoces dos primeiros seres vivos na Terra.


O pesquisador David Wacey, disse que: análises geoquímicas recentes "demonstraram que as atividades das bactérias que formavam o enxofre podem ser rastreadas até 3,5 bilhões de anos ou mais. Enquanto os fósseis Gunflint confirmam que essas bactérias eram consumidas há 1,9 bilhão de anos”.

Gunflint chert de 1,9 Bilhões de anos de idade: Fósseis nas zonas negras dão a primeira evidência de organismos comendo uns aos outros segundo cientistas da Oxford University e da Universidade da Austrália Ocidental. Fonte: http://news.nationalpost.com/
Fonte da Informção: http://news.nationalpost.com/
http://www.jornalciencia.com/

terça-feira, 4 de junho de 2013

O mistério por trás do extinto campo magnético da Lua



A Lua é o único satélite natural da Terra, e gerava um campo magnético surpreendentemente intenso. Esse campo permaneceu por, pelo menos, 3,5 bilhões de anos, de acordo com novo estudo, o que representa 160 milhões de anos a mais do que se imaginava.


A ilustração mostra um mecanismo sugerido para a criação de um campo magnético antigo na Lua. Neste cenário, o campo magnético afetaria as rochas espaciais lunares criando instabilidade no núcleo da Lua, o que resultaria em um dínamo que criaria e manteria esse campo magnético.

Com os resultados que se obteve através desta nova pesquisa, seria possível compreender melhor não apenas o campo magnético da Lua, que hoje é extremamente fraco, mas também os de asteroides e outros planetas distantes, segundo afirmam os pesquisadores.

O campo magnético da Terra, por exemplo, é criado por seu dínamo interno, que por sua vez, é gerado pelos movimentos do núcleo de metal derretido da Terra.

Em 2012, os cientistas revelaram que o dínamo lunar esteve presente em seu núcleo por mais tempo do que se imaginava. Além disso, há uma teoria que dá conta de explicar porque o dínamo permaneceu no interior da Lua durante tanto tempo.

De acordo com os pesquisadores, não existe uma só explicação. Pode-se considerar pelo menos duas: a primeira seria que com os impactos cósmicos gigantes a Lua balançou o suficiente para conduzir e manter o seu dínamo. O que sustenta essa teoria é o fato de que o satélite já tenha experimentado diversas colisões maciças até cerca de 3,7 bilhões de anos atrás, o que ocasionou as mais distintas crateras existentes em sua superfície.
A segunda explicação seria o fato de que a Lua produz oscilações por conta da forma como o seu núcleo gira em torno de um eixo diferente do seu entorno. Esse processo poderia interferir drasticamente em seu núcleo.

“A Lua é como um laboratório gigante onde podemos testar nossas teorias sobre como os planetas se formam e evoluem”, disse Clément Suavet, geocientista ao LiveScience.

As descobertas da pesquisa foram detalhadas na revista online Proceedings of the National Academy of Sciences.

Fonte da Informação: http://www.jornalciencia.com/universo/

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Religião e ciência: 6 visões sobre o núcleo da Terra



Um dia, é possível que os seres humanos possam se aventurar livremente em nossos planetas vizinhos, e o uso de poderosos telescópios ainda vai nos ensinar muito sobre as estrelas. Quem sabe, em um futuro próximo também possamos explorar cada centímetro da profundidade do oceano, assim como as florestas mais impenetráveis.

Tudo isso parece possível, ou pelo menos imaginável. Mas, provavelmente, nunca faremos uma viagem ao núcleo da Terra. Fortes brocas podem penetrar somente 12 quilômetros de profundidade – apenas 0,2% do raio da Terra – antes de encontrar um calor tão intenso que as derretem. A extrema temperatura e pressão do interior de nosso planeta o mantêm definitivamente fora de nosso alcance.

Talvez seja por essa razão que o núcleo da Terra sempre nos fascinou. Tanto que ele desempenha um papel central em muitas religiões tradicionais e cosmologias. Mais recentemente, a ciência começou a sondar o interior terrestre indiretamente, melhorando nossa compreensão gradualmente.
Acompanhe aqui um olhar cronológico da compreensão humana sobre o mundo de fogo embaixo dos nossos pés.



6 – ABISMO DO INFERNO


Talvez a visão mais tradicional sobre o centro da Terra seja a que o retrata como um grande lago de fogo onde as pessoas más passam toda a eternidade: sim, o inferno. Muitas vezes a vida após a morte é retratada como um submundo quente muito parecido com o que imaginamos ser o núcleo terrestre.

Não é nada surpreendente que tantas religiões baseadas nessa teoria tenham dado certo: desde culturas antigas, erupções vulcânicas dão horríveis vislumbres do inferno que existiria abaixo da Terra.

O “fogo e enxofre” é uma metáfora frequente para o inferno que encontramos na Bíblia cristã – é um tipo de rocha geralmente encontrado nas bordas dos vulcões.



5 – TARTARUGAS OU ELEFANTES?


Muitas culturas do leste asiático e americanas nativas não vêem o interior da Terra como um lugar infernal. Em vez disso, eles acreditam que lá reside uma tartaruga gigante, chamada de “tartaruga do mundo”.

Ela apoiaria a Terra (normalmente concebida como de formato plano ou em forma de cúpula, ao invés de esférica) em sua parte traseira. Existem variações do mito: hindus substituem a tartaruga por um elefante, enquanto alguns historiadores, misturando as duas descrições, narram uma cosmologia em que o mundo repousa nas costas de um elefante, que por sua vez está sobre uma tartaruga.

E por que uma tartaruga? Possivelmente porque, além de ser um animal adequado a curva terrestre, tem características como longevidade, perseverança e firmeza.



4 – NÚCLEO DOURADO


Uma teoria atual, mas não menos curiosa: Bernard Wood, um geólogo da Universidade de Oxford, calcula que existam 1,6 quadrilhões de toneladas de ouro no núcleo da Terra – o suficiente para cobrir a superfície do planeta com uma camada de 1,5 metros.

Ele também acredita que há seis vezes essa quantidade de platina – outro metal precioso – assim como níquel, nióbio e outros elementos ferrosos.

Wood formulou essa hipótese depois de analisar o teor de metais de meteoritos – pequenos corpos que caíram na Terra no início do sistema solar. Ele descobriu que esses meteoritos têm muito mais ouro, platina e elementos distribuídos ao longo deles do que o que existe na superfície terrestre.

E onde teriam ido parar esses elementos? O geólogo deduz que o ferro do núcleo da Terra atraiu esses elementos para dentro do planeta durante sua formação.

Os cientistas, entretanto, afirmam que 1,6 quadrilhões de toneladas de ouro é uma quantidade absurda, e que os átomos de ouro representam apenas uma milionésima parte do total de átomos do núcleo.

Os meteoritos, assim como a massa e a densidade da Terra (deduzida a partir de como ela influencia as órbitas da lua e dos outros planetas) levam os cientistas a acreditar que a maior parte do núcleo é composta de ferro e níquel.


3 – CAMADAS DE CEBOLA


Os estrondos que acontecem na crosta terrestre podem sussurrar os segredos que se escondem abaixo dela. Quando há um terremoto, as ondas sísmicas emitidas são ricocheteadas através da Terra, sendo redirecionadas e refletidas nos limites entre a crosta, manto, núcleo externo e interno. Depois, isso fica gravado em sismogramas em todo o mundo e os cientistas refazem os passos das ondas para mapear o interior de nosso planeta.

E o que realmente existe lá embaixo?

É como uma camada de cebola, cada uma delas com uma característica. No centro, há uma esfera sólida de ferro e níquel. Embora o centro da Terra deva ter uma temperatura de cerca de 5,5 mil graus Celsius – tão quente quanto a superfície do sol – ele também tem uma pressão extremamente alta, mais de 3 milhões de vezes maior do que a atmosfera da superfície. Essa pressão eleva a temperatura de fusão de metais, de modo que eles são sólidos, mesmo com tão alta temperatura.

Cerca de 1,2 mil quilômetros a partir do centro, a menor pressão possibilita o derretimento de ferro e níquel. De acordo com o geólogo David Stevenson, um dos maiores especialistas sobre o núcleo da Terra, essa camada externa líquida representa cerca de 95% do volume total do núcleo.

O manto começa cerca de 3,5 mil quilômetros a partir do centro. Essa rocha derretida compõe a camada mais espessa da Terra, e constitui cerca de 84% do volume total do planeta. O manto é revestido por uma fina crosta: nossa velha e conhecida casa.


2 – BOLA DE CRISTAL


Evidências sugerem que o núcleo interno da Terra não é homogêneo. Os cientistas notaram que as ondas sísmicas atravessam o núcleo mais rapidamente quando viajam de um pólo ao outro do que quando fazem isso transversalmente, de um ponto sobre o equador até o ponto oposto.

A maioria dos especialistas acredita que isso acontece porque o núcleo é composto de cristais anisotrópicos que estão alinhados com os pólos magnéticos da Terra. Existem dois tipos de cristais no núcleo, que coexistem possivelmente uns contra os outros no centro, onde a pressão é maior.


1 – FLORESTA PROIBIDA


Kei Hirose, um geólogo japonês, recentemente conduziu um experimento no qual as condições do centro da Terra foram reproduzidas, em uma escala extremamente pequena de laboratório.

Com base no que aconteceu no experimento – em que elementos foram expostos a temperaturas de mais de 4,5 mil graus Celsius e 3 milhões de vezes a pressão atmosférica – ele deduziu que os cristais no centro da Terra podem medir até 10 quilômetros de altura. Por isso, Hirose descreve o núcleo como uma “floresta de cristal”.

domingo, 12 de maio de 2013

10 Incríveis fatos sobre a Lua



Uma nova sonda lunar, a Lunar Reconnaissance Orbiter, será lançada esta semana para mapear a superfície lunar com uma precisão tão grande que será possível ver as marcas deixadas pelos veículos anteriores que enviamos para o satélite. Recentemente uma sonda japonesa gerou imagens incríveis da lua antes de se chocar na sua superfície. Alguns momentos depois outra sonda também caiu no satélite natural.
Todos estes são esforços para aprendermos mais sobre o material do qual a Lua é feita, se há ou não gelo em suas crateras e para onde os EUA deverão mandar os astronautas que serão enviados para lá em 2020.


10. O GRANDE IMPACTO

Cientistas acreditam que a lua foi formada como resultado de uma colisão. Um objeto do tamanho de Marte teria atingido a Terra há 4,6 bilhões de anos atrás, quando o sistema solar e o sol ainda estavam se formando. Rochas vaporizadas resultantes do choque começaram a orbitar a Terra, se condensaram e formaram um corpo sólido, que depois se tornou a lua.


Esquema de Formação da Lua segundo o Livro Para Entender  a Terra


9. A TERRA FAZ A LUA NASCER

Todos os dias, a lua nasce no leste e se põe no oeste, assim como o sol e outras estrelas, e pelo mesmo motivo: enquanto a Terra está em rotação em seu eixo, ela puxa objetos celestiais, e depois os afasta novamente. A lua faz uma viagem em torno do planeta a cada 29,5 dias. No céu, este movimento é para o leste, mas isso não é observável. Porém, este é o motivo pelo qual a lua nasce aproximadamente 50 minutos mais tarde a cada dia, e também por que às vezes a lua aparece durante o dia.


8. SEM LADO ESCURO

Diferente do que ouvimos por aí, a lua não tem um lado escuro, e sim um lado distante, que não podemos ver aqui da Terra. Os efeitos gravitacionais da terra diminuíram a rotação da lua, e uma vez que ela se tornou igual ao tempo que demora para a lua dar uma volta no planeta, o efeito estabilizou. O que resulta disso é que a lua gira em torno da Terra e em torno do próprio eixo ao mesmo tempo, e só nos mostra uma parte do satélite. Mas a luz do sol também atinge o lado da lua que não enxergamos.


7. A GRAVIDADE LÁ É MUITO MENOR

A lua tem aproximadamente 27% do tamanho da Terra, e a gravidade lá é quase 1/6 da gravidade do planeta. Se você derrubar uma pedra na lua, ela vai demorar muito mais para cair no chão.


6. LUAS CHEIAS MAIORES E MENORES

A órbita da lua ao redor da Terra é oval, então a distância entre o planeta e seu satélite variam durante cada volta da terra. Quando ela está mais próxima à Terra, fica a aproximadamente 360 mil quilômetros do centro do planeta, e quando está mais distante fica a pouco mais de 400 mil quilômetros. Quando está mais próxima, a lua pode ser vista 14% mais brilhante e 30% mais brilhante do que outras luas cheias.

Quando a lua está nascendo, ela parece ser maior, mas isso é uma ilusão, que ainda não sabemos por que ocorre. Se você quiser testar, segure um objeto pequeno, como uma borracha, com o braço esticado próximo à lua, e depois faça a mesma experiência quando a lua estiver mais alta e parecer menor. Próxima ao objeto pequeno, ela fica com o mesmo tamanho nos dois testes.


5. HISTÓRIA VIOLENTA

As crateras na lua mostram uma parte de sua história violenta. O satélite quase não tem atmosfera e pouca atividade, então as crateras contam uma história de bilhões de anos atrás. Datando as crateras da lua, cientistas descobriram que a lua e a Terra sofreram um bombardeio de objetos cósmicos há quatro bilhões de anos. Esses impactos, segundo um estudo, podem não ter destruído qualquer forma de vida que existisse na Terra na época, e sim ajudado-a a se desenvolver.


4. ELA NÃO É REDONDA

Ao contrário do que parece, a lua não é redonda nem esférica. Ela tem o formato parecido com um ovo. A ponta menor do “ovo” aponta para a Terra, por isso a lua nos parece redonda.


3. CUIDADO! TERREMOTOS LUNARES

Astronautas usaram sismógrafos durante suas visitas à lua e descobriram que, geologicamente, o lugar é tudo menos morto. Pequenos terremotos lunares acontecem frequentemente, provavelmente causados pela força gravitacional causada pela Terra, e às vezes causam rachaduras na superfície, liberando gases. Cientistas acreditam que a lua tem um centro quente, parecido com o da Terra.


2. PUXANDO OS MARES

As marés na Terra são causadas pela lua: a gravidade do satélite “puxa” os oceanos. Marés altas se alinham com a lua enquanto a Terra gira, e a maré também fica alta do outro lado do planeta, pois a gravidade puxa a Terra em direção à lua mais do que puxa a água. Toda essa gravidade tem efeito sobre o planeta: parte da energia rotacional da Terra é “roubada” pela lua, e o planeta diminui a rotação em aproximadamente 1,5 milisegundos por século.


1. CIAO, LUNA!

Ao mesmo tempo que você lê isso, a lua está se afastando de nós: a cada ano, ela se afasta aproximadamente quatro centímetros da Terra. Pesquisadores acreditam que quando foi formada, há 4,6 bilhões de anos, a lua ficava a 22 mil quilômetros da terra, enquanto agora fica a mais de 450 mil quilômetros.

Fonte: http://hypescience.com/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Como se formam os diamantes?


Os diamantes são formados por um único elemento químico: o carbono. Devido à estrutura e às condições em que são formados, o diamante é a substância natural mais dura conhecida pelo homem. Na verdade, diamante é uma palavra de origem grega, derivada da palavra adamas, que significa indestrutível.

Muitos acreditam que os diamantes são originados do carvão. No entanto, ao contrário dessa crença popular, o carvão raramente tem algum papel na formação dos diamantes. Na verdade, na história da Terra, os diamantes surgiram antes do carvão.

Quatro processos respondem por praticamente todos os diamantes já encontrados na Terra.



Formação de Diamantes no Manto Terrestre

Geólogos acreditam que todos os diamantes em depósitos que são explorados comercialmente se formaram no manto terrestre e ascenderam à superfície por meio de erupções vulcânicas.

São formados sob enorme pressão e temperatura, aproximadamente a 160 km da superfície em rochas chamada Peridotitos, Lherzolitos e Wehrlitos. Nessa região do manto, a temperatura é de aproximadamente 1050 C°.


Os diamantes formados no manto são estocados em uma zona de estabilidade de diamantes. Erupções vulcânicas muito profundas levam os diamantes à superfície da Terra. Esse tipo de evento é muito raro, sendo que nenhuma erupção desse tipo foi observada, desde que a ciência se tornou capaz de detectá-las. À medida que a mistura de magma, minerais e fragmentos de rocha se aproximam da superfície, uma estrutura de cano começa a se formar. Essa estrutura se chama Kimberlito. Eles são a fonte que os grandes mineradores diamante procuram.

Segundo estudos, os primeiros diamantes se formaram há aproximadamente 2,5 bilhões de anos. Então, a famosa frase “diamantes são eternos” faz algum sentido!

Após milhares de anos, ações da natureza podem carregar alguns poucos diamantes para o fundo de rios e mares. Das fontes de diamante conhecidas, esses são os locais mais acessíveis ao ser humano. A extração de diamantes em rios e mares ficou conhecida como exploração de aluvião, prática comercial muito comum no passado. Atualmente, os Kimberlitos são responsáveis por quase toda oferta de diamantes.

Formação de Diamantes em Depressão Tectônica

A depressão tectônica ou zona de subducção é uma área onde uma placa tectônica é forçada para baixo de outra. As placas ficam sujeitas à temperatura e pressão muito elevadas. Diamantes já foram encontrados em placas que já estiveram por baixo de outra e, posteriormente, voltaram à superfície. No entanto, a quantidade encontrada nesse tipo de rocha é muito pequena e pouco conveniente para exploração comercial.


Formação de Diamante sem Zonas de Impacto de Asteroides

A Terra já foi – e ainda será – atingida repetidas vezes por grandes asteroides. A ciência acredita que a extinção dos dinossauros, por exemplo, tenha sido causada pela colisão de um asteroide na Terra.

Esse tipo de evento cria temperatura e pressão altíssimas: condições ideais para formação de diamantes. De fato, pequenos diamantes já foram encontrados próximos a zonas de impacto. No entanto, a quantidade ofertada por esse tipo de fonte é praticamente desprezível.

Formação de Diamantes no Espaço

O universo é, sem dúvida, um fornecedor dos mais diversos tipos de materiais e elementos químicos.Diamantes também estão perdidos por aí, no espaço. Existem enormes estrelas de diamantes, como a estrela Lucy, por exemplo.

A NASA já encontrou micro diamantes – pequenos demais para uso na joalheria – em alguns meteoritos que chegaram à Terra.


Para ler mais sobre os diamantes e outros minerais:

O que são quilates?

Fazendo magnetita

5 minerais mais raros que os diamantes


Fonte: http://blog.poesie.com.br