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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
De que são feitas as pétalas?
Já reparou no que torna as flores tão bonitas e atraentes? Suas pétalas, ora! Coloridas, elas enfeitam qualquer jardim ou até a sala da sua casa. Mas do que será que elas são feitas?
As pétalas têm uma composição muito parecida com a das folhas e são formadas por uma parte externa e outra interna.
Na parte de fora, pétalas e folhas são similares e possuem células de revestimento e outras de um tipo especial que formam uma importante estrutura chamada estômato – um poro responsável pelas trocas gasosas das plantas com o ambiente. A diferença entre folhas e pétalas começa no “recheio”, onde as folhas possuem células que contêm grande quantidade de clorofila e por isso são capazes de fazer fotossíntese.
Outra diferença entre pétalas e folhas está nas cores e no odor. Enquanto a maioria das folhas é verde por causa da clorofila, as pétalas possuem pigmentos de cores variadas. Já o perfume é obra de estruturas especiais chamadas osmóforos.
No fundo, pétalas e folhas são parecidas porque têm a mesma origem. As pétalas são folhas que, ao longo da evolução, foram se modificando para cumprir duas funções: uma de proteção dos órgãos reprodutores da flor e outra de servir como chamariz para os polinizadores que visitam as flores.
Na parte de fora, pétalas e folhas são similares e possuem células de revestimento e outras de um tipo especial que formam uma importante estrutura chamada estômato – um poro responsável pelas trocas gasosas das plantas com o ambiente. A diferença entre folhas e pétalas começa no “recheio”, onde as folhas possuem células que contêm grande quantidade de clorofila e por isso são capazes de fazer fotossíntese.
| As cores fortes e atraentes das pétalas são uma maneira de atrair polinizadores (Foto: Flickr / The Green Party / CC BY-ND 2.0) |
Outra diferença entre pétalas e folhas está nas cores e no odor. Enquanto a maioria das folhas é verde por causa da clorofila, as pétalas possuem pigmentos de cores variadas. Já o perfume é obra de estruturas especiais chamadas osmóforos.
No fundo, pétalas e folhas são parecidas porque têm a mesma origem. As pétalas são folhas que, ao longo da evolução, foram se modificando para cumprir duas funções: uma de proteção dos órgãos reprodutores da flor e outra de servir como chamariz para os polinizadores que visitam as flores.
Fonte da Informação: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Entenda como as espécies vegetais participaram da evolução de outros seres vivos
Você já deve ter ouvido falar da teoria da evolução elaborada por Charles Darwin e Alfred Wallace, certo? Ela fala que, ao longo do tempo, as espécies existentes na natureza vão se modificando em busca de maiores chances de sobrevivência. Quase sempre isso nos faz pensar nos bichos, mas as plantas passam pelo mesmo processo.
Ninguém sabe ao certo quando as primeiras plantas terrestres surgiram, mas, segundo o geólogo Renato Ramos, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, isso aconteceu a partir de 470 milhões de anos atrás, no período Ordoviciano. Os antigos ancestrais dos vegetais eram pequenos e primitivos e viviam sempre perto da água.
Durante os períodos Ordoviciano e Siluriano (que veio a seguir), a atmosfera da Terra era cheia de gás carbônico, substância usada pelas plantas para fazer fotossíntese e, assim, conseguir energia. Os níveis desse gás na atmosfera da época eram cerca de 15 vezes maiores do que os atuais, e a abundância desse gás possibilitou que as plantas sobrevivessem e se multiplicassem, o que deu origem às primeiras florestas no final do período Devoniano, entre 390 e 360 milhões de anos atrás.
Mais tarde, uma grande expansão das florestas ocorreu no período Carbonífero, entre 360 e 300 milhões de anos atrás. Isso produziu um aumento do nível de oxigênio na atmosfera. O gás, produzido pelas plantas a partir da fotossíntese, passou a formar cerca de 32% da atmosfera terrestre – hoje, o índice de 21%.
“Junto com a ocupação dos continentes pelas plantas, houve o surgimento dos insetos”, conta Renato. “Isso, por sua vez, possibilitou a chegada dos primeiros anfíbios em terra, abrigados pelas sombras das plantas, onde encontraram alimentação abundante”.
| Este fóssil de tronco de árvore foi encontrado na Antártica, onde havia grandes florestas no período Cretáceo (Foto: Camille Dornelles) |
Mais tarde, no período Cretáceo – entre 145 e 65 milhões de anos atrás –, as florestas já ocupavam todas as partes do mundo, inclusive a Antártica. “Pequenos mamíferos se abrigavam em tocas nos troncos. Eles só saíam escondidos para se alimentar de insetos, plantas e ovos de dinossauros”, comenta o geólogo.
O surgimento das florestas favoreceu não apenas a evolução de anfíbios e mamíferos, mas de outros grupos animais, como as aves. Já imaginou como seria um mundo sem elas?
Texto de Camille Dornelles. Fonte da Informação: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Como é possível medir a temperatura do Sol?
Você sabia que o Sol tem diferentes temperaturas? Por exemplo, a fotosfera, que é a parte mais fria da nossa estrela central, chega a 4.027 graus Celsius. Achou muito quente? Pois saiba que, em seu interior, o Sol chega a 14.999.727 graus Celsius!
(Ilustração: Ivan Zigg)
É claro que é impossível ir até lá com um termômetro para medir isso – mesmo a parte mais fria da estrela é capaz de fazer qualquer equipamento de medição virar torrada. Nossa leitora Ana Luísa, então, perguntou: afinal, como os cientistas descobrem a temperatura do Sol?
Quem responde é o astrofísico Ramiro de La Reza, do Observatório Nacional. Ele explica que existem diferentes maneiras de calcular a temperatura do Sol. Uma delas é usar um espectrômetro, instrumento que separa a luz emitida pela estrela em várias linhas. Cada linha corresponde a um elemento químico presente no Sol. Como cada elemento químico absorve calor de uma maneira diferente, é possível usar cálculos matemáticos para descobrir quão quente é a estrela.
Outra forma de medir a temperatura do Sol é verificar a radiação emitida pelos raios solares. O método consiste em posicionar uma placa de metal para receber luz diretamente do Sol e ver quanto calor ela absorve. Depois, os cientistas usam essa informação em um cálculo complexo que também leva em conta a distância entre a Terra e o Sol, entre outros dados. “Assim é possível conhecer a temperatura do Sol com uma margem de erro de apenas 1%”, conta Ramiro.
Fonte de Informação: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/
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