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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MIMAS: Uma das Luas de Saturno



Mimas é uma das luas mais internas de Saturno. Recebeu o seu nome de um dos Titans que foi morto por Hércules. William Herschel descobriu a lua em 1789. A superfície é gelada e com muitas crateras. Mimas tem uma densidade baixa, significando que provavelmente é constituído principalmente por gelo. Por Mimas ter uma temperatura tão baixa, cerca de -200° C (-328°F), as formações de impacto podem datar da criação da lua.


Uma das crateras, com o nome de Herschel, é surpreendentemente grande em comparação com a dimensão da lua. A cratera tem cerca de 130 quilómetros (80 milhas) de largura, um terço do diâmetro de Mimas. Herschel tem 10 quilômetros (6 milhas) de profundidade, com uma montanha central quase tão alta como o Monte Evereste na Terra. Este pico central eleva-se a 6 quilômetros (4 milhas) acima da superfície interior da cratera. Este impacto provavelmente quase desintegrou a lua. Encontram-se sinais de fraturas no lado oposto de Mimas.


Apesar de Mimas ter muitas crateras, estas não são uniformes. Uma grande parte da superfície está coberta com crateras com mais de 40 quilômetros (25 milhas) de diâmetro mas na região polar sul, há uma ausência de crateras com mais de 20 quilômetros (12 milhas). Este fato sugere que algum processo removeu as maiores crateras destas áreas.

Fonte:http://solarviews.com/portug/mimas.htm

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Missão Cassini confirma a presença de oceano subsuperficial na lua Enceladus de Saturno





A equipe da missão Cassini confirma: um oceano subsuperficial reside embaixo da crosta criogênica da lua geologicamente ativa de Saturno, Enceladus, conforme o relatório fornecido da nova pesquisa realizada usando dados dessa longa missão da NASA.

Os pesquisadores descobriram que a magnitude da pequena deformação orbital (0,120 ± 0,014°) que a lua Enceladus sofre ao orbitar Saturno só pode ser causada se a concha externa de gelo não for sólida no seu interior. Isto sugere que um oceano de água líquida subsuperficial deve que estar presente.

A descoberta explica que os jatos e gêiseres de vapor d´água, partículas congeladas e moléculas orgânicas simples, que a sonda Cassini tem observado em Enceladus, são provenientes de fraturas localizadas perto do polo sul da lua. Assim, estes processos têm sido alimentados por esse vasto reservatório de água líquida. A pesquisa foi apresentada em artigo publicado na revista Icarus.

FONTE: http://www.megacurioso.com.br/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Encelado: Umas das Luas de Saturno




Encelado é uma das luas mais interiores de Saturno.É semelhante em dimensão a Mimas, outra lua,  mas tem uma superfície mais suave e brilhante. 

Encelado reflete quase 100 por cento da luz do Sol que o atinge. Ao contrário de Mimas,Encelado mostra pelo menos cinco tipos diferentes de terreno. 

Algumas partes de Encelado mostram crateras com menos de 35 km de diâmetro. Outras áreas mostram regiões sem crateras indicando casos de superfície refeita no passado geológico recente. Existem fissuras, planícies, terreno enrugado e outras deformações da crusta. 

Tudo isto indica que o interior da lua pode ser actualmente líquido, mesmo tendo congelado há eras. Afirma-se que Encelado se encontra aquecido por um mecanismo de marés semelhante à lua de Júpiter Io.É perturbado na sua órbita pelo campo gravitacional de Saturno e pelos grandes satélites vizinhos Tétis e Dione.Por Encelado reflectir tanta luz, a temperatura à superfície é apenas de -201° C (-330° F).


Fonte: http://solarviews.com/portug/enceladu.htm

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Europa, uma das luas de Júpiter



Europa é uma lua de Júpiter de aspecto estranho com um grande número de formações que se entrecruzam. É diferente de Calisto e de Ganímedes com as suas crustas cheias de crateras. Europa quase não tem crateras tal como quase não tem relevo vertical. Conforme disse um cientista, as formações "poderiam ter sido pintadas com um marcador de feltro". 

Existe a possibilidade de Europa ser internamente activa devido ao calor gravital a um nível de um décimo ou menos do que o de Io. Modelos do interior de Europa mostram que abaixo de uma crusta fina com apenas 5 km (3 milhas) de água gelada, Europa parece ter oceanos com até 50 km (30 milhas) de profundidade ou mais. 


Imagem: Credit: NASA/JPL/University of Arizona. superfície gelada de Europa lua de Júpiter


As marcas visíveis de Europa podem ser o resultado da expansão global em que a crusta seria fracturada, preenchida com água e congelada.

Fonte: http://solarviews.com/portug/europa.htm

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Calisto, Uma das principais Luas de Júpiter



Calisto é a segunda maior lua de Júpiter, a terceira maior no sistema solar e tem aproximadamente a mesma dimensão de Mercúrio. Orbita logo acima da principal cintura de radiações de Júpiter. Calisto é o satélite com mais crateras do sistema solar. A crusta é muito antiga e foi formada há cerca de 4 bilhões de anos, pouco depois da formação do sistema solar.

Calisto não tem montanhas grandes. Provavelmente este fato se dá pela natureza gelada da sua superfície. As crateras de impacto e os consequentes anéis concêntricos são quase as únicas formações que se podem encontrar em Calisto. As maiores crateras foram apagadas pelo fluxo da crusta gelada ao longo dos tempos geológicos. Encontraram-se em Calisto duas enormes bacias de impacto de anéis concêntricos. A maior cratera de impacto é Valhalla. É uma região central brilhante que tem 600 quilómetros de diâmetro, e os anéis extendem-se até 3000 quilômetros de diâmetro. A segunda bacia de impacto é Asgard. Mede cerca de 1600 quilômetros de diâmetro.

 
A região Valhalla, vista da Voyager 1, com quase 3000 km de diâmetro. Crédito: NASA

Calisto tem a densidade mais baixa (1.86 gm/cm3) dos satélites Galileanos. A partir de observações recentes feitas pela sonda Galileo, Calisto parece ser composto por uma crusta com cerca de 200 quilómetros (124 milhas) de espessura. Abaixo da crusta está possivelmente um oceano salgado com mais de 10 quilómetros (6 milhas) de espessura. Abaixo do oceano, está um interior fora do normal que não é inteiramente uniforme nem varia dramaticamente. Antes da Galileo, os cientistas supunham que o interior de Calisto era totalmente indiferenciado, mas os dados recolhidos pela Galileo sugeriram que o interior é composto por rocha comprimida e gelo com uma percentagem de rocha aumentando com a profundidade. Os meteoritos perfuraram a crusta de Calisto, fazendo com que a água se espalhe pela superfície e formando raios brilhantes e anéis à volta da cratera. Não se conhece uma atmosfera em Calisto.



Fonte: solarviews.com/portug/callisto.htm