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sábado, 5 de janeiro de 2013

O que são as Auroras Austral e Boreal?

A aurora boreal (luzes do norte) e a aurora austral (luzes do sul) sempre fascinaram a humanidade. Algumas pessoas chegam a viajar milhares de quilômetros apenas para observar o espetáculo de luzes brilhantes na atmosfera terrestre. As auroras que circundam o pólo magnético norte (boreal) e o pólo magnético sul (austral) ocorrem quando elétrons de carga elevada provenientes do vento solar interagem com elementos da atmosfera terrestre. Os ventos solares fluem escapando do Sol com velocidades de cerca de 1,6 milhões de quilômetros por hora. Quando alcançam a Terra cerca de 40 horas depois de deixarem o Sol, seguem linhas de força magnética geradas pelo núcleo da Terra, fluindo através da magnetosfera por uma área com formato de lágrima constituída de campos magnéticos e elétricos de alta carga.



Os elétrons, quando penetram na atmosfera terrestre superior, encontram átomos de oxigênio e de nitrogênio em altitudes de 32 a 320 quilômetros acima da superfície terrestre. A cor da aurora depende do átomo que colide com o elétron e da altitude em que se dá essa colisão.

Oxigênio - verde, até 240 quilômetros de altitude
Oxigênio - vermelha, até 240 quilômetros de altitude
Nitrogênio - azul, até 96 quilômetros de altitude
Nitrogênio - púrpura/violeta, acima de 96 quilômetros de altitude.

Todas forças elétricas e magnéticas reagem entre si, em combinações constantemente mutáveis. Essas mudanças e fluxos se apresentam como a "dança" das auroras, movendo-se ao longo de correntes atmosféricas e podendo alcançar 20.000.000 amperes a 50.000 volts (como comparação, os disjuntores de uma residência são desconectados quando a corrente ultrapassa 15-30 amperes a 120 volts).



As auroras geralmente ocorrem ao longo das "auroras ovais" que têm centros nos pólos magnéticos e não nos pólos geográficos. De uma forma aproximada, correspondem aos círculos ártico e antártico. Em certas ocasiões, entretanto, as luzes ficam ao Sul, mais distantes, geralmente quando ocorrem muitas manchas solares. A atividade das manchas solares segue um ciclo de 11 anos. O próximo pico ocorrerá em 2012 e 2013, com boa probabilidade de ocorrência de auroras fora da faixa usual.

Através das histórias, as pessoas vêm escrevendo e falando sobre sons que estariam associados às auroras, embora nada tenha sido registrado nesse sentido. Os cientistas não conseguiram ainda chegar a um acordo sobre o que produz sons durante a aurora.






Para ver mais:

Link do Fantástico - Planeta Extremo
1ª Parte - http://www.youtube.com/watch?v=4-c_ULWQ9vk&feature=player_embedded#at=12

2ª Parte - http://www.youtube.com/watch?v=_6kegB8yG9s&feature=player_embedded
(http://www.sogeografia.com.br/Curiosidades/?pg=5)

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Movimentação das Placas Tectônicas: 650 milhões de anos em 80 segundos

Encontramos um vídeo no Ciência Tube que remete a configuração dos continentes de 650 Milhões de anos atrás passando pelos dias atuais e prevendo como se movimentarão ao longo dos próximos 250 milhões de anos no futuro.



Para saber mais sobre a movimentação dos continentes e a Teoria da Tectônica de Placas no Blog do GAIA:


O Nucleo da Terra gira?

O que são os vulcões?


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Do que é feita a teia da aranha?

A teia (ou seda) da aranha é composta por cadeias de aminoácidos. Em outras palavras, a teia é simplesmente uma proteína. Os dois aminoácidos básicos são glicina e alanina.

Do que é feita a teia de aranha?
iStockphoto


A teia da aranha é extremamente forte - cerca de cinco vezes mais forte que o aço e duas vezes mais forte que o Kevlar (em inglês) de mesmo peso. Muito resistente, a teia da aranha também tem a capacidade de se esticar 30% a mais que seu comprimento original sem se romper.

Fonte: http://criancas.hsw.uol.com.br/

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

5 Minerais Mais Raros do que os Diamantes


Os diamantes são muito valiosos, mas, apesar de sua raridade, há uma confortável oferta dessa pedra preciosa para a confecção de belas joias. No entanto, esse não é o caso de outros minerais, que podem ser muito escassos. Alguns estão em vias de esgotamento.

Painita



A painita foi descoberta em 1950 por Arthur C. D. Pain. Em 2005, o Guiness Book of World Records declarou a painita o mineral mais raro do mundo. Até então, só existiam 25 exemplares no mundo.

No entanto, foram descobertas novas minas de painita, onde foram encontrados milhares de exemplares. Apesar disso, o mineral ainda é um dos mais raros do mundo.

Alexandrita



A Alexandrita é uma gema incrível, já que muda de cor de acordo com luz. Sob a luz do sol ela parece verde, ao passo que sob uma lâmpada incandescente a gema fica avermelhada.

Acredita-se que o filandês Nils Gustaf Nordenskiöld tenha descoberto a alexandrita. Ele batizou a gema em homenagem ao futuro Czar Alexandre II da Rússia.

Tanzanita



Se um dia você for comprar uma joia com tanzanita, provavelmente ouvirá a seguinte frase: “as tanzanitas são mil vezes mais raras do que um diamante”. Talvez isso seja verdade, já que a oferta de tanzanita é muito limitada. Ela só é encontrada em algumas regiões próximas ao Monte Kilimanjaro.

A tanzanita é o apelido de um mineral chamado zoisite azul. A Tiffany & Co teve papel fundamental no batismo da gema. Buscando explorar a raridade da pedra preciosa, a Tiffany & Co começou a fabricar joias com o mineral. No entanto, como zoisite azul não soava muito bem, passou a comercializar a gema como tanzanita, já que, na época, só era encontrada na Tanzânia.

Esmeralda Vermelha



O berilo vermelho ou esmeralda vermelha foi descrito pela primeira vez em 1904. Embora faça parte do mesmo grupo químico da água marinha e da esmeralda, é considerada bem mais rara.

A esmeralda vermelha pode ser encontrada em poucas partes de Utah e do Novo México. É um mineral extremamente difícil de se explorar. Assim, alguns cientistas estimam que a esmeralda vermelha seja 8000 vezes mais rara do que os rubis de melhor qualidade.

Turmalina Paraíba



Em 1989, foi descoberta, em São José da Batalha, Paraiba, a turmalina Paraíba, com uma cor verde ou verde-azulada, bem diferente das variedade conhecidas de turmalina. Hoje, a turmalina paraíba é variedade mais cara de todas e encanta o mundo com seu aspecto neon.

Mais rara do que os diamantes, a turmalina paraíba tem oferta limitada e as jazidas estão em vias de esgotamento. Ela pode ser encontrada em São José da Batalha, no Rio Grande do Norte, Moçambique e Nigéria.

Fonte: http://blog.poesie.com.br/

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Por que a Lua não cai em nossas cabeças?



Na verdade, a Lua está sempre caindo na direção da Terra! Nosso planeta exerce uma força gravitacional sobre a Lua. 

Caso a Lua estivesse parada, seria atraída para o centro da Terra, eventualmente caindo sobre nossas cabeças. Entretanto, a Lua não está parada: ela também possui uma velocidade em volta da Terra, remanescente da época de sua formação. Esse movimento faz com que a trajetória de queda da Lua não seja uma linha reta mas uma curva: a órbita lunar.
Podemos fazer uma analogia com uma pedra amarrada a uma corda. Se você colocar essa pedra sobre uma superfície plana (uma mesa, por exemplo), e der um puxão na corda, a pedra irá se chocar com a sua mão. Se além do puxão, você der um impulso na pedra numa direção perpendicular à corda, a pedra descreverá uma trajetória circular e não se chocará com a mão. 

Nessa analogia, a tração da corda desempenha o um papel semelhante ao da gravidade, mantenfo a trajetória circular. Se a corda for cortada, a pedra "sairá pela tangente", que é o que aconteceria com a Lua caso pudéssemos "desligar" a gravidade terrestre.

Fonte: http://www.clickciencia.ufscar.br